O Ministro da Economia e Finanças garantiu estarem criadas todas as condições para o sucesso da Mesa redonda de doadores internacionais que se realiza no próximo dia 25 deste mês em Bruxelas, Bélgica.
O optimismo de Geraldo Martins foi manifestado hoje numa entrevista colectiva dada nas instalações da Televisão da Guiné-Bissau, e que serviu para retratar os preparativos do governo para esta conferência económica internacional. FONTE: www.gov.gw.
o Governo, estiveram presentes o primeiro-ministro e vários membros do Executivo guineense, representantes do corpo diplomático e de organismos internacionais e representantes da sociedade civil
"Tornou-se evidente que a aliança entre as novas tecnologias e a globalização impõem que os governos e instituições públicas estejam em contacto permanente com o país e com o mundo", disse Baciro Djá, que é também ministro da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares.
Para Baciro Djá, a população, as empresas, os investidores, os organismos não-governamentais devem cada vez mais ter informação atualizada, fidedigna e dinâmica, daí a importância do portal do Governo.
Por sua vez, o primeiro-ministro guineense, Domingos Simões Pereira, que assistiu ao lançamento do portal do Governo na qualidade de convidado, elogiou o trabalho do ministro da Presidência do Conselho de Ministros, considerando-o um primeiro passo rumo ao "desafio da governação eletrónica" na Guiné-Bissau.
"Hoje, quem não está na Internet não existe, por isso, temos que ser capazes de colmatar essa deficiência", destacou Domingos Simões Pereira.
A página do executivo na internet (www.gov.gw) tem uma entrada com um sumário geral, a composição do Governo com o currículo de cada membro, o programa de governação e uma apresentação da Guiné-Bissau em várias vertentes.
sexta-feira, 20 de março de 2015
PRS vai testemunhar o apoio a paz e estabilidade na Mesa Redonda de Bruxelas
O Partido de Renovação Social vai ser representado ao mais
alto nível na Mesa Redonda que vai ter lugar em Bruxelas no dia 25 de Março.
Alberto Nambeia, presidente do PRS é quem vai representar o Partido, mas também
estarão na Bélgica, altos dirigentes do Partido.
Segundo o presidente, a presença do PRS visa mais uma vez
mostrar a Comunidade Internacional a determinação do partido em dar a sua total
contribuição para que o país tenha a paz necessária. “Integramos o Governo com
uma finalidade. Para além da contribuição que temos dado no Governo e na
preparação dessa mesa, somos obrigados a presenciar. Mostrar que estamos de
corpo e alma nessa luta para o bem-estar da Guiné-Bissau”, disse o Presidente.
Alberto Nambeia leva a solidariedade do PRS aos sinistrados dos incêndios no Mercado de Bandim
O Presidente do PRS visitou na
manhã de ontem, os sinistrados do mercado de Bandim. Alberto Nambeia a frente
de um grupo de deputados e militantes do PRS levou a mensagem de solidariedade
do PRS e do parlamento para comos sinistrados dos dois incêndios que no espaço
de duas semanas se deflagraram no Mercado de Bandim. Já com os sinistrados, o
presidente do PRS disse ter deslocado ao mercado para manifestar a sua
solidariedade aos sinistrados, porque estes são componente importante para o
desenvolvimento de qualquer país.
Durante a visita, o presidente
recebeu explicações dos sinistrados não só das causas do sinistro, que para
eles se trata de fogo posto, como também as imensas dificuldades que vão ter em
recuperar-se da situação.
Nambeia respondeu pedindo calma,
porque, como é do conhecimento de todos, o Governo já se mostrou engajado em
apoiar a medida das suas possibilidades para resolução do problema. Alberto
Nambeia que é igualmente segundo vice-presidente da ANP disse acreditar que, os
sinistrados serão socorridos pelo Governo, porque qualquer Executivo do mundo sabe
que os operadores económicos são seus principais parceiros. O presidente
revelou ainda que como político, tem sempre de estar perto do povo que pretende
no futuro dirigir.
Aliu Seidi, presidente da
Associação dos Retalhistas dos Mercados de Bissau qualificou de importante a
visita e mostra o grau de responsabilidade do PRS. Acha que Alberto Nambeia se
limitou apenas a confirmar aquilo que todos já lhe reconhecem nos últimos
tempos que é “político virado a promoção da paz, estabilidade e
desenvolvimento”.
O comerciante pediu maior
segurança para os comerciantes.
sexta-feira, 13 de março de 2015
PRS com Gabú no Coração e para provar o mundo que o partido está no bom caminho
O presidente do Partido de
Renovação Social (PRS) disse que nunca impediu Nuno Nabiam de militar no PRS.
Em declarações perante os militantes e simpatizantes do PRS durante às
comemorações de 23 anos do partido assinalado em Gabú, Alberto Nambeia afirmou
negou categoricamente que alguma vez tenham condicionado a militância de Nuno
Nabiam com aquilo que este chamou de “pega bicha” (esperar na fileira). Disse
que o PRS demonstrou toda a abertura em receber todos guineenses, porque o que
se quer é a união dos guineenses e o crescimento do partido, mas advertiu que
os Estatutos do partido são mesmo para cumprir.
“Não só no PRS, como em qualquer
partido, não há ninguém que ao chegar pela primeira vez, é logo presidente. O
Partido tem regras e cada militante é obrigado à respeitar”. Embora não tenha
pronunciado uma única vez o nome de Nuno Nabiam, Alberto Nambeia falou igualmente
das relações entre ele e Koumba Yalá. Lembrou que o ex-presidente do PRS nunca
renunciou a militância no partido e que o apoio à Nuno Nabiam deve ser muito
bem interpretado.
“Ouvimos certas pessoas a falarem
em honrar a memória de koumba Yalá. Outros alegam que para dar continuidade a
Koumba Yalá decidiram criar partido. Ou seja, ouvimos muita coisa neste
processo, mas importa repormos a verdade. E a reposição da verdade dos factos
exige que cada um de nós reconheça que Koumba Yalá nunca abandonou o PRS. Nas
últimas eleições ele não esteve com o candidato presidencial do PRS, mas todos
viram-lhe na campanha com a bandeira do PRS.
Koumba Yalá morreu com o PRS no
coração. Sempre por onde passava pedia as pessoas para votarem no PRS. Se isso
é verdade; se ninguém pode desmentir o que estou a dizer, qual é a razão de estarem,
a tentar confundir a opinião pública? Dizer que decidiram continuar a obra de
Koumba Yalá por isso criaram partido político. Não é verdade. Koumba Yalá
sempre foi do PRS e morreu com bandeira do PRS nas mãos”.
Mesmo sem reclamar o estatuto de
verdadeiro herdeiro de Koumba Yalá, Alberto Nambeia contou a história do seu
último encontro em Buba com Koumba Yalá, um dia antes da morte deste. Segundo
ele, nesse encontro testemunhado por Florentino Mendes Pereira e Abel Incada,
Koumba Yalá pediu-lhe para nunca abandonar o PRS. “Estávamos na casa do Engº.
Domingos Indam. Eu, Florentino e Abel Incada. Alguém veio avisar que Koumba
Yalá estava de passagem e queria cumprimentar-nos. Fomos ao encontro dele.
Apertou-me a mão, abraçou-me e disse neste termos. Grande líder, continue a
unir as pessoas. Faça crescer o PRS. Não deixe o partido cair. Continue, porque
estas no bom caminho”, reproduziu.
Nambeia fez questão de reafirmar
que não está agarrado a liderança do PRS. Como prova das suas afirmações disse
estar aberto a ceder o seu lugar desde que apareçam militantes mais preparados
para dirigir e fazer crescer o PRS. “´´E este o nosso objectivo. Tornar o PRS
cada vez mais um partido nacional e de massas. Se as pessoas querem liderar o
partido, não há nenhum obstáculo. Dentro de um ano ou ano e meio, vamos ao
Congresso. Daí cada um poderá concorrer. Se os militantes entenderem que não
reúno condições para continuar, podem acreditar que não farei nenhuma oposição
quanto a substituição”, insistiu Alberto Nambeia.
Ele que falou tanto várias vezes
deste assunto tão propalado pelos apoiantes de Nuno Nabiam, lançou indirectas a
certos dirigentes que abandonaram o partido, qualificando-os de amontoes. “Aqui
todos têm lugar. Só pensa que não tem, aquele que não trabalha para o partido”.
O presidente do PRS aproveitou para desafiar a todos a se juntarem ao PRS na
luta para o desenvolvimento do país. Hoje tivemos aqui novos aderentes a que
aproveitamos para desejar boas vindas e garantir que pode sentir-se a vontade.
Aqui todos têm espaço. Mas não queria ficar apenas naqueles que já aderiram.
Quero mais. Quero dirigir-me a juventude para vos dizer que, é chegado a hora
de posicionarem. Os jovens, não devem se aceitarem serem aproveitados só em
períodos de campanha eleitoral. Não é bom para o vosso futuro. Tivemos aqui uma
vasta lista de aderentes entre eles jovens. Queremos mais. Queremos que os
jovens se envolvam de forma a poderem decidir o futuro. Mas se continuarem
nessa situação de passividade, o problema é deles”, alertou.
Fora destas respostas aos
críticos do partido, Nambeia falou dos 23 anos do partido, mas sobretudo das
comemorações em Gabú. Segundo disse, em virtude do resultado conseguido pelo
PRS nas últimas eleições legislativas nessa região, os dirigentes do partido
tinham toda a obrigatoriedade de homenagear os populares. “Esta comemoração tem
vários significados o Primeiro deles, é retribuir a obra dos nossos militantes
falecidos. Eles juntamente com os populares, foram obreiros da nossa vitória
nessa região. E pelo facto de vencermos as eleições. De sairmos de 3 para 7
deputados nas últimas eleições, somos obrigados a reconhecer essa proeza.
Crescemos a nível de todo o país, isso é verdade, mas crescemos mais em Gabú.
Muito obrigado a todos”, referiu.
Quem também usou de palavra, foi
o secretário-geral. Florentino Mendes Pereira falou de duas situações que
segundo ele, têm sido submetidas ao debate, só por questões de má-fé. A
Integração do PRS no Governo e a alegada falta da oposição. Sobre a integração
do Partido no actual Governo, o secretário-geral do PRS revelou que tal se deve
a coincidência de posições e observância de coerência nos procedimentos.
E explicou: “Durante toda a
preparação das eleições, nós dissemos aos guineenses que se vencêssemos iríamos
fazer um Governo de inclusão. Infelizmente perdemos. Agora se recebemos um
convite e em nome da estabilidade integramos, onde está o mal”, questionou.
Mendes Pereira fez questão de acentuar que neste momento de relançamento do
país para o desenvolvimento, o PRS não pode estar a fazer política de tudo ou
nada.
“Se todos acham que o Governo, a
ANP, a Presidência da República, uma liderança da oposição competentes merecem
a oportunidade; se todos acham que a preparação da Mesa redonda exige a
participação de todos, porque os fundos a serem angariados serão para o
desenvolvimento da Guiné-Bissau, quais os motivos que levariam o PRS a tal
oposição que querem? Por isso, reafirmamos que a postura que essa direcção
apresentou aos guineenses ao longo destes anos, é mesmo para manter”, prometeu,
afastando qualquer possibilidade do PRS voltar a ter aquele modelo de oposição
de confrontação permanente nos espaços públicos.
Neste particular, Alberto Nambeia acrescentou
que “o PRS nunca mais fará política de terra queimada” e que “quem quiser que
faça a oposição”. “O PRS não é único partido que deve fazer a oposição na
Guiné-Bissau. Se não fizermos outros podem fazer. A única garantia que queremos
dar aos nossos militantes e guineenses em geral, é que a nossa forma de fazer a
política já mudou. Já não pode ser um partido de conferências de imprensa
incendiárias, mesmo nos assuntos que podiam ser discutidos frente a frente. Não
vamos continuar a fazer política de terra queimada para que outros continuem a
tirar proveitos. Isto acabou. Ninguém nos empurrará jamais. Prometemos ser
embaixadores da paz e é isso temos feito. Que cada um faça a sua oposição. Quem
quiser política de violência, que não conte com o PRS”, sublinhou Nambeia.
Ambos aproveitaram para
esclarecer que nos assuntos candentes e de interesse nacional, têm apresentado
os problemas nos devidos lugares, como na Presidência, na ANP como junto do
Governo. “E não podemos continuar com este populismo de sempre que abordamos
algum assunto, voltamos para comunicação Social. Não é assim que se faz a
oposição”, condenou.
Florentino Mendes Pereira que
começou a falar do assunto realçou que a união entre os guineenses e a
estabilidade governativa, foram dos principais motivos da integração. “Hoje
estamos bem e a Guiné-Bissau está a melhorar. Se o PRS não estivesse no
Governo, não sei o que podia acontecer”.
Em relação aos 23 anos do PRS, o
secretário-geral afirmou que ao longo desse período o PRS foi quem mais
contribuiu para a democracia. “Aqui quero deixar o meu muito obrigado aos
fundadores do PRS. O meu muito obrigado a todos aqueles que trabalharam para
que o país chegasse onde chegou hoje”.
Tendo sempre em vista os seus
militantes naquela região falecidos recentemente, Amadú Dinis Baldé e Júlio
Culé Baldé, o secretário-geral considerou o dia de alegria mas de muita
tristeza. Alegria, porque o partido cresceu e a direcção decidiu reconhecer a
população de Gabú, mas de tristeza, porque aqueles que contribuíram para este
sucesso já não estão neste mundo. O Júlio Culé Baldé foi quem pediu para
comemorarmos os 23 anos aqui”.
Numas espécie de balanço daquilo
que foi o partido, Florentino Mendes Pereira não tem dúvidas de que o partido
cresceu. Em 1994, por exemplo em 9 círculos em que correu, o PRS elegeu 12
deputados. Em 1999, ganhou às eleições, mas foi afastado do poder por um golpe
de Estado. “Portanto, é bom que as pessoas saibam que nós saímos do poder, não por
decisão popular, mas por força das armas. Em 2014, elegemos 41 deputados. Nas
eleições presidenciais, para além de ganharmos uma vez, apenas uma vez não
fomos a segunda volta. Sempre estivemos entre o poder e a segunda posição. O
que é que isso demonstra? Demonstra um partido em crescimento” .
Em relação às novas militâncias,
Mendes Pereira acha que aqueles que avançaram para o PRS fizeram a leitura
perfeita da eminência de bipolarização política na Guiné-Bissau. “O que
queremos garantir aqui é que, todos serão iguais no PRS. Este partido é de
liberdade, transparência e justiça. O PRS está a viver um momento excepcional.
O que queremos é união. Devemos unir para o bem-estar da Guiné-Bissau”.
Elizabete Yalá - viúva do Dr.Koumba Yalá esclarece às dúvidas causadas por Nuno Nabiam
A viúva do ex-Presidente do PRS e
da República, Koumba Yalá falou finalmente sobre as relações entre o seu marido
e o ex-candidato à Presidência da República Nuno Nabiam, que recentemente criou
um partido político denominado Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático
da Guiné-Bissau (APU-PDGB). No encontro político nacional organizado pelo
partido no quadro da comemoração dos 23 anos da sua existência, Elizabete Yalá
afirmou que nunca Koumba Yalá acordou a criação do partido político com Nuno
Nabiam.
A viúva do ex-PR negou
categoricamente os argumentos de Nuno Gomes Nabiam, em como criar partido é
honrar a memória de Koumba Yalá. Segundo
ela, honrar a memória de Koumba Yalá seria continuar com o seu projecto, mas
pelo contrário, aquilo que Nuno Nabiam fez, é arruinar o projecto do seu
marido.
Por isso, Yalá considerou de
errados todos os dirigentes do PRS que seguiram o caminho de Nun o Nabiam,
porque este só quer acabar com a memória de Koumba Yalá. “Nuno Nabiam não está
no bom caminho. É bom que todos vocês digam isso, aos militantes do PRS. Os
dirigentes do PRS que estão atrás de Nuno Nabiam, também não estão a seguir o
bom caminho. O Futuro deles é aqui no PRS e não onde estão. Quero que as bases
do PRS compreendam de vez que, honrar a memória de Koumba Yalá é continuar o
seu projecto. E o Projecto de Koumba Yalá é o PRS”, reafirmou.
Elizabete Yalá lembrou que caso
as eleições terminassem e o seu marido estivesse com a vida iria retomar a sua
actividade no PRS. “Não ´«e a primeira vez que isso acontece. Vimos o dr.
Koumba Yalá nas eleições de 2005 a apoiar um candidato, mas assim que as
eleições acabaram retomou o seu lugar. PRS é o seu Projecto político e sempre
pediu ás pessoas para se convergirem e não dividir a volta do partido”,
reforçou.
Totalmente contra a posição
assumida por Nuno Nabiam que conforme disse tem como o alvo, o PRS, Elizabete
Yalá decidiu ir mais longe nos exemplos. “Vejam só o que aconteceu! Alguém te
pega dozero e eleva-te para mil. De um momento para outro, em vez de reconhecer
o apoio, decides acabar com o partido dele! Como é possível isso? Por isso,
para mim, a melhor forma de homenagear.
Aqueles que estão atrás de Nuno se querem honrar Koumba Yalá devem voltar. São assim
poderão honrar a memória do seu líder.
Domingos Quadé já é do PRS
O encontro político realizado pelo Partido de Renovação
Social em Gabú, foi bastante frutífero. Para além de ter acertado alguns passos
em termos de estratégias políticas, homenageado os seus dirigentes falecidos
naquela região, o PRS conseguiu ganhos incalculáveis. Os renovadores viram
nesse dia vários políticos nacionais aderirem à fileira do PRS. Tratam-se de
Uri Djaló, presidente e fundador do PRP, Benjamim Correia, ex-Presidente do PRN
fundado por Alamara Nhassé, Demba Buaró, ex-Director-Geral das Alfândegas da
Guiné-Bissau, Júlio N’Tchamá, irmão do ex-Primeiro-ministro Caeatano N’Tchamá e
o candidato nas últimas eleições presidenciais, Domingos Quadé, coordenador do
Projecto ‘Por um Cassacá II’. O PRS anunciou ainda a existência de uma lista
que contém mais de 250 quadros jovens que aderiram o partido e outra de 59
pessoas saídas da região de Biombo para aderir o Projecto.
No acto, os novos aderentes e regressados pronunciaram sobre
a decisão por eles tomados. Uri Djaló, do PRP assegurou que, desde início da
democracia na Guiné-Bissau, fez sempre do PRS a segunda opção. “Sempre que eles
seguissem para a segunda volta, o meu voto e dos militantes do nosso partido
era para eles. Hoje, chegamos a conclusão que devemos unir. Estamos aqui para
fazermo-nos militantes e dirigentes do PRS corpo e alma e ajudar a vencer às
eleições”, disse, Uri Djaló.
Benjamim Lourenço Correia que ficou com o PRN depois da
saída de Alamara Nhassé para o PAIGC justificou o regresso com a necessidade de
fortificar as posições. “Fomos militantes que ajudaram a angariar assinaturas
para a legalização do partido. Fizemos o trabalho que devíamos fazer. Houve
momentos em que se achou que não havia condições para continuar e saímos. Mas,
hoje, a nível do PRN chegamos a conclusão que o nosso futuro está no PRS. Por
isso, exortamos a todos os nossos militantes para passarem a dar o voto ao PRS”,
aconselhou.
Nesta lista de aderências, o PNR foi de facto o partido que
mais eco fez sentir em Gabú. Estavam no local de encontro dezenas de pessoas
com as camisolas daquela formação política para provar que a mudança era para
valer.
Benjamim Lourenço aproveitou para fazer um pequeno balanço
sobre a passagem do partido na oposição. Disse que nas últimas eleições
suportara a candidatura do ex-presidente da ANP Ibraima Sori Djaló e ficaram na
6ª posição.
“Aqui na região de Gabú conseguimos um número de votos
significativo. Valeu a pena. Mas depois da análise que fizemos sentimos que
devíamos regressar a procedência. Hoje, o PRS apresenta uma visão política
diferente e todos devem apoiar”.
Domingos Quadé, candidato às eleições presidenciais de 2014,
a frente do projecto ‘Por um Cassacá II’ disse que decidiu aderir, porque acha
que com 40 anos de independência, o país já teve 40 partidos e nada mudou. E em
vez de transformar ‘Por um Cassacá II’ num partido político, optou por integrar
o PRS. “Sentimos que nada justifica a criação de um partido político. Das
várias opções que existiam decidimos pelo PRS. Estamos aqui para ajudar na
fortificação das posições do PRS e avançar para a conquista dos seus
objectivos”.
Todas estas aderências foram resultados de convites
formulados pela actual direcção do PRS a esses políticos e individualidades. Um
deles convidados é Faustino Imbali. O ex-Primeiro-ministro (até aqui presidente
do partido Manifesto do Povo) ainda não deu qualquer resposta ao convite, mas
disse que está para breve. O político aproveitou para tecer rasgados elogios a
actual direcção do PRS, deixando cloara a imprensão de que vai juntar aos
renovadores. “Foi um convite pessoal e estou aqui a falar em nome próprio e não
do partido. Estou a analisar o convite e deixo aqui a promessa de que
brevemente vou dar a resposta. Mas permitam-me assinalar a visão da nova
liderança do PRS na pessoa do seu presidente, Alberto Nambeia. É uma visão de
congregação e de união de diferentes sensibilidades para o bem-estar da Guiné-Bissau”.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
PRS: UM partido de Inclusão, de Obras e de Estabilidade
O Partido de Renovação Social (PRS) criado há 20 anos, sempre foi figura presente na política do país desde essa altura até a data presente. O Partido dos vários embates eleitorais em que participou ganhou dois e figura como o único que tem conseguido responder o domínio instalado pelo PAIGC em termos de exercício do poder. Em quase 20 anos de democracia, o PAIGC só não exerceu o poder em três anos. Isto é de 2000 a 2003. Foi neste período que o PRS exerceu de facto menos de um ano de poder. O seu primeiro ano foi partilhado com os partidos mais votados na altura, formando um Governo de Base Alargada PRS/RGB.
Apesar dessa proeza, os nossos adversários, aproveitam para
intoxicar a opinião pública nacional e internacional, como o partido é composto
por dirigentes incapazes e que não faz realizações. Mentira política. Os dados
falam por si e os nossos adversários políticos, a todos custo mantêm as mesmas
acusações para nos desacreditar. É verdade (como acontece com qualquer principiante)
que foram cometidos erros na altura. Muitos deles involuntários, mas alguns
foram frutos de aproveitamento político dos nossos adversários.
No capítulo educativo que de resto constitui um dos cavalos
de batalha dos nossos adversários, pelo facto de na altura, o PRS tendo
concluído não existir aproveitamento dos alunos decidiu anular o ano lectivo e
não dar nota administrativa como o PAIGC tem feito quase sempre, podemos
destacar dois aspectos. O PRS foi o partido que mais bolsas de Estudo concedeu
aos estudantes guineenses e foi nas bolsas dadas pelo PRS é que se vê maior
justiça.
A nível interno, o PRS tem sido um partido de oposição
construtiva. Basta lembrarmos que, ao longo destes anos, todas as questões do
PRS são colocadas no Parlamento (que é a casa de fazer política). Os nossos
adversários, o PAIGC neste caso, tem sido responsável pelas suas próprias
crises. São os dirigentes do PAIGC que surgem, publicamente a criticar o
partido e o seu líder; são dirigentes do PAIGC que se envolvem em alianças para
derrubar o Governo. Basta olharmos quem foram os principais apoiantes do 12 de
Abril de 2012. E mais, o 12 de Abril teve antecedentes no Comité Central do
PAIGC onde não existe regras de designação do candidato. Em resumo, o PAIGC é
vítima da sua desorganização e falta de visão política.
São situações estas que os parceiros internacionais devem
saber. Saber, por exemplo que, para as últimas eleições presidenciais, o PAIGC
teve cerca de 5 dos seus militantes como candidatos independentes. Militantes
que discordaram com as normas de escolha do candidato e avançaram como
candidatos independentes. Militantes que criticaram ausência da democracia interna
no partido e preferiram avançar como independentes desobedecendo a orientação “ilegal”,
segundo eles, do Comité Central. Mas apesar de tudo isso, nota-se logo que há
falta de verdade. Estes militantes ao invés de esclarecer o que os levou a
tomar ou a assumir as posições que assumiram, tentam responsabilizar os outros.
PRS: Povo e o País em primeiro lugar. Juntos pela Guiné, construiremos uma Nação Moderna e Próspera...terça-feira, 6 de agosto de 2013
“São poucos os partidos que dão contribuição igual a do PRS para a estabilidade da Guiné-Bissau”, Florentino Mendes Pereira
As acusações e insinuações por serem tão graves, o novo
Secretário-Geral acha ser importante abordá-las com vista a desmascarar os seus
adversários políticos. “Qualquer um de vocês aqui já foi confrontado com
insinuações de que o PRS é um partido tribalista. Um partido do grupo étnico
balanta. Há muito que ouvimos essas acusações e não respondíamos, porque
sabemos que eram apenas estratégias políticas, embora condenáveis. Mas por
vermos que os nossos adversários não dispõem de outras estratégias a não ser
estas, decidimos que esta situação vai defini9tivamente esclarecida”, começou
por referir perante uma assistência bastante atenta para lhe ouvir.
Disse que se o PRS fosse um partido de balantas, ele mesmo
não conseguiria ganhar o Congresso, porque não pertence o mesmo grupo étnico. “Só
para terem ideia, ganhei o cargo de secretário-geral ao Dr. Máximo Tenha
Tchudá. Quem ficou na segunda posição, foi o Engº. Carlitos Barai. Todos nós
não somos balantas. Na direcção, do primeiro, ao quinto vice-presidente ninguém
é balanta. Mas ganhamos a um candidato que pertence ao grupo étnico balanta. Infelizmente
os nossos adversários, por lhes faltarem argumentos e fundamentos políticos e
para desviarem as atenções dos menos atentos invocam este argumento falso e
perigoso”, respondeu Florentino Mendes Pereira sob uma forte ovação.
A mesma resposta foi quase dada a acusações da proximidade
do PRS aos militares. Na sua reacção, Florentino Mendes Pereira acha que, os
seus adversários pensam que são burros. “Mas digam-me uma coisa, acham que
tenho ou nós da direcção somos tolos. Acusam-nos de dar o golpe de Estado. Qual
é objectivo então? Era certamente ter o poder. Mas será que nós vamos dar golpe
e deixar o cargo de Presidente da República, Primeiro-ministro e as principais
pastas de governação nas mãos dos outros!? Será que nós aceitaríamos isso? Portanto,
é bom que a sociedade comece doravante a ver e a saber quem são os nossos
adversários. O que podem e o que não podem”.
Florentino Mendes Pereira disse ter falado dessas duas
situações perigosas, apenas para mostrar duas coisas. Primeiro o baixo nível político
recorrido pelos seus adversários para conquistar o voto, mas também mostrar
que, não existe na Guiné-Bissau partido que tem conseguido contribuir para
preservação da paz e estabilidade, como o PRS.
Ele que decidiu falar de todos os aspectos ligados a
política nacional, voltou a afirmar que o PRS tem dado contribuição importante
no país e isso devia ser agradecido pelos seus adversários. “Na situação de aflição
e depois do PAIGC quase decidir bloquear o país, surgimos para ajudar na
estabilização. Todos podem testemunhar a nosso favor hoje que, o país vive essa
normalidade graças ao PAIGC. Não optamos pelo radicalismo como eles, mas
decidimos sim aceitar um acordo para um Governo de inclusão que acabou por
ajudar na reabilitação da imagem do País. Hoje os parceiros voltaram graças ao
governo de inclusão; temos data de eleições graças a ele. Mas temos tudo isso,
graças a flexibilidade do PRS”, vangloriou, pedindo aos seus adversários para
reconhecerem o patriotismo político dos dirigentes renovadores.
No entanto, o Secretário-Geral do PRS acusou o PAIGC de ser
amigo dos militares, porque quando em 2003 estes deram golpe ao regime do PRS,
foram eles que fizeram festa. “Felizmente estivemos cá e vimos plataformas nas
ruas. Mas nós, por sermos democratas e com noção clara de que o poder se
conquista nas urnas, sempre defendemos a sua conquista nas urnas. E foi por
isso que nunca alguém ouviu o PRS a contestar ou apoiar subversões”,
esclareceu.
Em relação a nova Direcção, Florentino Mendes Pereira
prometeu que o PRS está numa virada total. “Estávamos sempre em posição de
desvantagem em relação aos nossos adversários (PAIGC), porque conseguiam
comunicar mais ou monopolizar os diferentes canais de comunicação. É um segredo
político que conhecemos, mas que nunca aceitamos e nem vamos utilizar por
maldade. Agora, a partir de agora, sempre que disserem algo, vamos aparecer
para desmascará-los. Disto, podem acreditar que não vamos dar tréguas”,
prometeu.
“Não devemos desviar
atenção do povo”
Com uma intervenção de cerca de 50 minutos, o novo
secretário-geral acusou o PAIGC de estar amarado a um passado infeliz. Um
passado em que não conseguiu fazer nada, mas que consegue utilizar a comunicação
social para enganar o povo. “No último mandato do PAIGC vimos um aspecto que
utilizaram como trunfo nas eleições. Estradas. 10 km de estrada.
Aeroporto/mercado de Bandim e Chapa de Bissau/Antula. São ao todo 10 Km. Tudo
bem. Nem vamos entrar em aspectos técnicos. Fiquemos apenas no dinheiro gasto.
7 biliões de euros. Quase 14 biliões de Fcfa. Acham isto justo? Acham isto
honestidade ou competência? Se aguardar as vossas respostas, em nome da
direcção superior do PRS, queremos pedir a todos os militantes que estejam a
altura de defender o partido. Mostrar que, o PAIGC não fez nada de melhor para
o país. Pelo contrário. Tem passado todo o tempo a arruinar este povo”.
De acordo com o SG, nos 40 anos de independência e o PAIGC
dirigiu os destinos do país, os principais assuntos foram relegados para o
segundo plano. A saúde, a educação, a energia, a agricultura, as
infra-estruturas, a economia. “São estes assuntos é que merecem ser debatidos.
E é isso que queremos debater com o PAIGC. Nessas eleições, independentemente
de quem venham a escolher, desafiamos-lhe para
um debate sobre os projectos que temos para transformar o país. Só
debatendo ideias e projectos é que os guineenses terão matéria para eleger o
melhor”.terça-feira, 30 de julho de 2013
Editorial: Uma Nova Liderança para reforçar Unidade e Coesão no PRS
Dirigentes, Militantes e
simpatizantes do PRS, desde Novembro de 2012, que o Partido de Renovação Social
(PRS) tem uma nova
liderança. Os novos líderes do PRS são, Alberto M’Bunhe “Nambeia” como
Presidente (acompanhado por vices) e Florentino Mendes Pereira, Secretário-geral
(rodeado de mais de 32 Secretários Nacionais. São duas figuras militantes pelas
causas do partido, dos militantes e do povo guineense, que têm pela frente a
missão de Preservar a Inclusão, Reforçar a União e continuar na senda de vitórias.
Os novos líderes tanto na Direcção como no Secretariado Nacional iniciaram,
continuam e vão fazer toda a Carreira Política no Partido de Renovação Social,
porque comprometeram com um Projecto ideal e viável e querem honrar as suas
promessas para com o Povo guineense.
PRS, por ser um partido do Povo,
herdou uma liderança de que orgulha. Foram poucos os partidos políticos na Guiné-Bissau
que tiveram o sucesso do PRS. E não devemos nunca, mas nunca esquecer que, a
Guiné-Bissau tem mais de 40 partidos políticos. Já fomos Primeiro e nunca
saímos da segunda posição nos últimos 9 anos, o que demonstra que quem geriu o
partido no passado, fez um trabalho extraordinário.
Os novos líderes do PRS por
reconhecerem intelectualmente o excelente trabalho feito pelos anteriores
agradeceram e vão continuar a agradecer aqueles que dirigiram o partido até a
data presente. Por uma razão simples: O sacrifício. O partido está hoje onde
está, porque no passado, as pessoas se sacrificaram. Quem liderou o PRS no
passado, deu tudo; deu o máximo de si para hoje termos um partido conhecido
internamente e internacionalmente reconhecido. Hoje, quem fala da política na
Guiné-Bissau “obrigatoriamente” tem de chamar o PRS e tomar em conta as suas
posições. É esta a conclusão que os novos líderes do PRS chegaram e é ela que
vai nortear o percurso do futuro. Consolidar o prestígio que o partido tem. Um
prestígio resultante dos sacrifícios, dos Projectos Políticos aceitáveis. Conseguiram
convencer o povo.
Mas houve uma quota-parte dos militantes. Os antigos líderes do PRS projectaram o partido com base na união. Porquê? Porque, a abertura política foi uma luta extremamente renhida que só políticos competentes, mas sobretudo líderes unidos podiam implementar os ideais. E foi assim, se tivermos em conta que, em termos financeiros, o PRS nasceu de nada. Tinha apenas Projectos e a determinação de servir o país. E, e tinha pela frente e como adversários, partidos que tinham tudo. Tinham militantes, tinham dinheiro e tinham apoios internacionais. E isso ficou provado na campanha e nos resultados das primeiras eleições legislativas.
O PRS na altura sem militantes identificados, mas com cidadãos unidos e determinados; sem meios para concorrer em todos os círculos eleitorais, mas com Projectos concretos e realizáveis concorreu em nove círculos eleitorais e ganhou 12 deputados. Foi assim, início de um percurso que hoje ao fazermos balanço, consideramos de satisfatório. Mas não é isso o mais importante. O mais importante, é saber como é que se conseguiu o sucesso. A via, os meios utilizados.
Mas houve uma quota-parte dos militantes. Os antigos líderes do PRS projectaram o partido com base na união. Porquê? Porque, a abertura política foi uma luta extremamente renhida que só políticos competentes, mas sobretudo líderes unidos podiam implementar os ideais. E foi assim, se tivermos em conta que, em termos financeiros, o PRS nasceu de nada. Tinha apenas Projectos e a determinação de servir o país. E, e tinha pela frente e como adversários, partidos que tinham tudo. Tinham militantes, tinham dinheiro e tinham apoios internacionais. E isso ficou provado na campanha e nos resultados das primeiras eleições legislativas.
O PRS na altura sem militantes identificados, mas com cidadãos unidos e determinados; sem meios para concorrer em todos os círculos eleitorais, mas com Projectos concretos e realizáveis concorreu em nove círculos eleitorais e ganhou 12 deputados. Foi assim, início de um percurso que hoje ao fazermos balanço, consideramos de satisfatório. Mas não é isso o mais importante. O mais importante, é saber como é que se conseguiu o sucesso. A via, os meios utilizados.
Os meios financeiros nunca que existiram no PRS foram
compensados com estratégias políticas exequíveis. O que existiu sempre no PRS
foram as ideias e a vontade de servir o País. Foram estes os elementos
determinantes para o sucesso do passado. Mas tiveram uma alavanca, que na nossa
opinião foi a mais determinante. A união. Tudo aquilo que o PRS conseguiu, foi
através da União. E se na verdade a união serviu o partido, mais do que nunca,
os novos líderes do PRS estão comprometidos em preservá-la. Quando olhamos pelo
passado do PRS, nós enquanto dirigentes, sentimos que temos a obrigação
infalível de unir os militantes. Só unindo os militantes do PRS, é que vamos
estar em condições de reforçar o sucesso e atingir o principal objectivo que é
chegar ao poder e servir o povo.
O último Congresso do PRS
demonstrou um partido de militantes unidos. Mas estaremos mais unidos, quando
formos capazes de ultrapassar as pequenas divergências e querelas políticas
internas que por vezes, involuntariamente aparecem. Todas as divergências
involuntárias aparecidas no partido, serão resolvidas para respeitar aquilo que
o partido sempre defendeu. Transparência e justiça. Nós enquanto militantes,
escolhidos pelos militantes do PRS para ajudar na nossa orientação conjunta,
estamos total e disponível para estabelecer no partido um clima de
tranquilidade que nos permitirá ter sucesso. E este clima, só existirá, quando
cada militante sentir que, o partido toma em conta as suas ideias e as suas
preocupações. É isso mais importante. Construir e consolidar um PRS onde todos entram e se sentem representados. Homens, mulheres, jovens.Na próxima falarei da importância da
transição.
PRS: Povo e o País em primeiro lugar. Juntos pela Guiné,
construiremos uma Nação Moderna e Próspera...
Bem hajam
Florentino Mendes Pereira
Secretário-Geral
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