sexta-feira, 27 de março de 2015

Estados Unidos saúdam a Conferência Internacional sobre a Guiné-Bissau


COMUNICADO DE IMPRENSA
 
Declaração na Conferência Internacional sobre a Guiné-Bissau a 25 de Março
Bruxelas, Bélgica
 
Como um amigo e parceiro do povo Bissau-Guineense, os Estados Unidos da América felicita a visão de desenvolvimento politíco e económico da Guiné-Bissau que o Primeiro-Ministro, S.Exa. Domingos Simões Pereira, e o Presidente, S.Exa. José Mário Vaz, apresentaram aos parceiros na conferência internacional sobre a Guiné-Bissau. Eles têm claramente articulado tanto a aspiração como os planos específicos necessários para uma Guiné-Bissau forte, vibrante e próspera dentro da ampla comunidade das nações da África Ocidental. Agradecemos a União Europeia, o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas e o Governo da Guiné-Bissau por organizarem esta conferência.
Os Estados Unidos da América afirma-se como um parceiro da comunidade internacional para construir uma relação forte e duradoura com a Guiné-Bissau que culminará com o cumprimento dos objectivos delineados na conferência: criar uma economia forte e diversificada que oferece oportunidades para os jovens; reformar e fortalecer as instituições democráticas; combater a corrupção e promover a boa governação; e reduzir a pobreza. Estamos empenhados a continuar a nossa cooperação bilateral no sector de segurança, sector militar e na reforma do judiciário, além de nossa assistência técnica no sector da saúde.
Os Bissau-guineenses devem orgulhar-se do progresso alcançado durante os dez meses após as eleições e podem contar com o apoio contínuo dos Estados Unidos.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Florentino Mendes Pereira fala em Bruxelas sobre a energia e integração do PRS no Governo


O secretário-geral do Partido de Renovação Social (PRS) defendeu em Bruxelas que a Mesa redonda é um assunto de interesse e merece ser apoiado por todos os guineenses independentemente da cor política. Em declarações a imprensa durante o breefing realizado um dia antes da Mesa, Florentino Mendes Pereira assegurou que as diferentes presenças em Bruxelas tiveram como único objectivo “dar força a Guiné-Bissau no momento em que mais precisa”.

Começando a sua intervenção com o reconhecimento dos esforços de guineenses que deixaram seus países de acolhimento para irem Bruxelas, o actual ministro da Energia salientou que “o momento difícil que o país atravessa” exige esforços de todos.

Num encontro em que, os ministros presentes responderam as questões dos emigrantes no encontro, Florentino Mendes Pereira foi indagado sobre a sustentabilidade do fornecimento de energia no país. “Penso que isto ficou claramente dissipado na intervenção do Primeiro-ministro. Na fase inicial apostamos em atacar o problema na capital e nos próximos seis meses vamos atacar as regiões. É isto que temos feito”, respondeu.

Outra questão levantada está ligada a qualidade. Mendes Pereira pediu ao seu interlocutor para “estar a vontade”, porque a energia é actualmente fornecida na Guiné-Bissau, “é regular” e com qualidade comprovada. “Não tem havido quedas de tensão, porque felizmente os nossos postos de transformações ainda funcionam bem, porque foram sujeitas a manutenções nos últimos tempos e isso faz com que a nossa energia cheque com qualidade”.

“Como prova daquilo que estou a dizer é adesão dos grandes clientes a nossa energia. Antes quase todas as instituições do país tinham seus grupos. Antes da nossa partida para cá, recebi a confirmação dos nossos serviços que as Nações Unidas suspender o funcionamento dos seus grupos e passaram a funcionar com a energia da EAGB. O BCEAO que tinha cerca de 3 Mgwats instalados, também já consome a energia da EAGB 24/24 horas. O aeroporto e demais outras unidades fabris que temos no país. Alguém fez referência a serração que se pretende instalar. Não disse a capacidade, mas o que sei é que, pela potência instalada que temos, podemos alimentá-la”, explanou o ministro da Energia.

 Uma das questões colocadas se relaciona com a integração do PRS no Governo do PAIGC de base alargada. Florentino Mendes Pereira apontou a “necessidade de estabilidade política” como um dos factores que contribuíram para a integração do partido de que é Secretário-Geral no Executivo. “Ninguém tem uma terapia para garantir a estabilidade. Estamos a fazer engenharias para encontrar solução. Quando o PM faz proposta, é um passo para esta estabilidade. Por exemplo em 102 deputados existentes, 41 do maior partido da oposição; 57 do partido vencedor e outros com assento parlamentar integrados, e votam as propostas como o Programa do Governo ou Orçamento Geral do Estado por unanimidade, é porque se deu passo para o consenso que queremos ter no país”. Na sua opinião, o que está a acontecer é convergência de posições a volta das grandes questões nacionais.

“O que nos falta é dar passos no sentido de garantir a estabilidade. De resto, penso que temos recursos humanos, temos recursos naturais e tudo para desenvolver o país. Se esta base de que falava já criada for bem aproveitada, acho que o país tem condições para progredir”, concluiu.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Governo da Guiné-Bissau tem agora um sítio na internet: www.gov.gw

O Ministro da Economia e Finanças garantiu estarem criadas todas as condições para o sucesso da Mesa redonda de doadores internacionais que se realiza no próximo dia 25 deste mês em Bruxelas, Bélgica.
O optimismo de Geraldo Martins foi manifestado hoje numa entrevista colectiva dada nas instalações da Televisão da Guiné-Bissau, e que serviu para retratar os preparativos do governo para esta conferência económica internacional. FONTE: www.gov.gw.
o Governo, estiveram presentes o primeiro-ministro e vários membros do Executivo guineense, representantes do corpo diplomático e de organismos internacionais e representantes da sociedade civil

"Tornou-se evidente que a aliança entre as novas tecnologias e a globalização impõem que os governos e instituições públicas estejam em contacto permanente com o país e com o mundo", disse Baciro Djá, que é também ministro da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares.

Para Baciro Djá, a população, as empresas, os investidores, os organismos não-governamentais devem cada vez mais ter informação atualizada, fidedigna e dinâmica, daí a importância do portal do Governo.

Por sua vez, o primeiro-ministro guineense, Domingos Simões Pereira, que assistiu ao lançamento do portal do Governo na qualidade de convidado, elogiou o trabalho do ministro da Presidência do Conselho de Ministros, considerando-o um primeiro passo rumo ao "desafio da governação eletrónica" na Guiné-Bissau.

"Hoje, quem não está na Internet não existe, por isso, temos que ser capazes de colmatar essa deficiência", destacou Domingos Simões Pereira.

A página do executivo na internet (www.gov.gw) tem uma entrada com um sumário geral, a composição do Governo com o currículo de cada membro, o programa de governação e uma apresentação da Guiné-Bissau em várias vertentes.

PRS vai testemunhar o apoio a paz e estabilidade na Mesa Redonda de Bruxelas


O Partido de Renovação Social vai ser representado ao mais alto nível na Mesa Redonda que vai ter lugar em Bruxelas no dia 25 de Março. Alberto Nambeia, presidente do PRS é quem vai representar o Partido, mas também estarão na Bélgica, altos dirigentes do Partido.

Segundo o presidente, a presença do PRS visa mais uma vez mostrar a Comunidade Internacional a determinação do partido em dar a sua total contribuição para que o país tenha a paz necessária. “Integramos o Governo com uma finalidade. Para além da contribuição que temos dado no Governo e na preparação dessa mesa, somos obrigados a presenciar. Mostrar que estamos de corpo e alma nessa luta para o bem-estar da Guiné-Bissau”, disse o Presidente.

Alberto Nambeia leva a solidariedade do PRS aos sinistrados dos incêndios no Mercado de Bandim


O Presidente do PRS visitou na manhã de ontem, os sinistrados do mercado de Bandim. Alberto Nambeia a frente de um grupo de deputados e militantes do PRS levou a mensagem de solidariedade do PRS e do parlamento para comos sinistrados dos dois incêndios que no espaço de duas semanas se deflagraram no Mercado de Bandim. Já com os sinistrados, o presidente do PRS disse ter deslocado ao mercado para manifestar a sua solidariedade aos sinistrados, porque estes são componente importante para o desenvolvimento de qualquer país.

Durante a visita, o presidente recebeu explicações dos sinistrados não só das causas do sinistro, que para eles se trata de fogo posto, como também as imensas dificuldades que vão ter em recuperar-se da situação.

Nambeia respondeu pedindo calma, porque, como é do conhecimento de todos, o Governo já se mostrou engajado em apoiar a medida das suas possibilidades para resolução do problema. Alberto Nambeia que é igualmente segundo vice-presidente da ANP disse acreditar que, os sinistrados serão socorridos pelo Governo, porque qualquer Executivo do mundo sabe que os operadores económicos são seus principais parceiros. O presidente revelou ainda que como político, tem sempre de estar perto do povo que pretende no futuro dirigir.

Aliu Seidi, presidente da Associação dos Retalhistas dos Mercados de Bissau qualificou de importante a visita e mostra o grau de responsabilidade do PRS. Acha que Alberto Nambeia se limitou apenas a confirmar aquilo que todos já lhe reconhecem nos últimos tempos que é “político virado a promoção da paz, estabilidade e desenvolvimento”.

O comerciante pediu maior segurança para os comerciantes.

sexta-feira, 13 de março de 2015

PRS com Gabú no Coração e para provar o mundo que o partido está no bom caminho


O presidente do Partido de Renovação Social (PRS) disse que nunca impediu Nuno Nabiam de militar no PRS. Em declarações perante os militantes e simpatizantes do PRS durante às comemorações de 23 anos do partido assinalado em Gabú, Alberto Nambeia afirmou negou categoricamente que alguma vez tenham condicionado a militância de Nuno Nabiam com aquilo que este chamou de “pega bicha” (esperar na fileira). Disse que o PRS demonstrou toda a abertura em receber todos guineenses, porque o que se quer é a união dos guineenses e o crescimento do partido, mas advertiu que os Estatutos do partido são mesmo para cumprir.

 

“Não só no PRS, como em qualquer partido, não há ninguém que ao chegar pela primeira vez, é logo presidente. O Partido tem regras e cada militante é obrigado à respeitar”. Embora não tenha pronunciado uma única vez o nome de Nuno Nabiam, Alberto Nambeia falou igualmente das relações entre ele e Koumba Yalá. Lembrou que o ex-presidente do PRS nunca renunciou a militância no partido e que o apoio à Nuno Nabiam deve ser muito bem interpretado.

 

“Ouvimos certas pessoas a falarem em honrar a memória de koumba Yalá. Outros alegam que para dar continuidade a Koumba Yalá decidiram criar partido. Ou seja, ouvimos muita coisa neste processo, mas importa repormos a verdade. E a reposição da verdade dos factos exige que cada um de nós reconheça que Koumba Yalá nunca abandonou o PRS. Nas últimas eleições ele não esteve com o candidato presidencial do PRS, mas todos viram-lhe na campanha com a bandeira do PRS.

Koumba Yalá morreu com o PRS no coração. Sempre por onde passava pedia as pessoas para votarem no PRS. Se isso é verdade; se ninguém pode desmentir o que estou a dizer, qual é a razão de estarem, a tentar confundir a opinião pública? Dizer que decidiram continuar a obra de Koumba Yalá por isso criaram partido político. Não é verdade. Koumba Yalá sempre foi do PRS e morreu com bandeira do PRS nas mãos”.

 

Mesmo sem reclamar o estatuto de verdadeiro herdeiro de Koumba Yalá, Alberto Nambeia contou a história do seu último encontro em Buba com Koumba Yalá, um dia antes da morte deste. Segundo ele, nesse encontro testemunhado por Florentino Mendes Pereira e Abel Incada, Koumba Yalá pediu-lhe para nunca abandonar o PRS. “Estávamos na casa do Engº. Domingos Indam. Eu, Florentino e Abel Incada. Alguém veio avisar que Koumba Yalá estava de passagem e queria cumprimentar-nos. Fomos ao encontro dele. Apertou-me a mão, abraçou-me e disse neste termos. Grande líder, continue a unir as pessoas. Faça crescer o PRS. Não deixe o partido cair. Continue, porque estas no bom caminho”, reproduziu.

 

Nambeia fez questão de reafirmar que não está agarrado a liderança do PRS. Como prova das suas afirmações disse estar aberto a ceder o seu lugar desde que apareçam militantes mais preparados para dirigir e fazer crescer o PRS. “´´E este o nosso objectivo. Tornar o PRS cada vez mais um partido nacional e de massas. Se as pessoas querem liderar o partido, não há nenhum obstáculo. Dentro de um ano ou ano e meio, vamos ao Congresso. Daí cada um poderá concorrer. Se os militantes entenderem que não reúno condições para continuar, podem acreditar que não farei nenhuma oposição quanto a substituição”, insistiu Alberto Nambeia.

 

Ele que falou tanto várias vezes deste assunto tão propalado pelos apoiantes de Nuno Nabiam, lançou indirectas a certos dirigentes que abandonaram o partido, qualificando-os de amontoes. “Aqui todos têm lugar. Só pensa que não tem, aquele que não trabalha para o partido”. O presidente do PRS aproveitou para desafiar a todos a se juntarem ao PRS na luta para o desenvolvimento do país. Hoje tivemos aqui novos aderentes a que aproveitamos para desejar boas vindas e garantir que pode sentir-se a vontade. Aqui todos têm espaço. Mas não queria ficar apenas naqueles que já aderiram. Quero mais. Quero dirigir-me a juventude para vos dizer que, é chegado a hora de posicionarem. Os jovens, não devem se aceitarem serem aproveitados só em períodos de campanha eleitoral. Não é bom para o vosso futuro. Tivemos aqui uma vasta lista de aderentes entre eles jovens. Queremos mais. Queremos que os jovens se envolvam de forma a poderem decidir o futuro. Mas se continuarem nessa situação de passividade, o problema é deles”, alertou.

 

Fora destas respostas aos críticos do partido, Nambeia falou dos 23 anos do partido, mas sobretudo das comemorações em Gabú. Segundo disse, em virtude do resultado conseguido pelo PRS nas últimas eleições legislativas nessa região, os dirigentes do partido tinham toda a obrigatoriedade de homenagear os populares. “Esta comemoração tem vários significados o Primeiro deles, é retribuir a obra dos nossos militantes falecidos. Eles juntamente com os populares, foram obreiros da nossa vitória nessa região. E pelo facto de vencermos as eleições. De sairmos de 3 para 7 deputados nas últimas eleições, somos obrigados a reconhecer essa proeza. Crescemos a nível de todo o país, isso é verdade, mas crescemos mais em Gabú. Muito obrigado a todos”, referiu.

 

Quem também usou de palavra, foi o secretário-geral. Florentino Mendes Pereira falou de duas situações que segundo ele, têm sido submetidas ao debate, só por questões de má-fé. A Integração do PRS no Governo e a alegada falta da oposição. Sobre a integração do Partido no actual Governo, o secretário-geral do PRS revelou que tal se deve a coincidência de posições e observância de coerência nos procedimentos.

 

E explicou: “Durante toda a preparação das eleições, nós dissemos aos guineenses que se vencêssemos iríamos fazer um Governo de inclusão. Infelizmente perdemos. Agora se recebemos um convite e em nome da estabilidade integramos, onde está o mal”, questionou. Mendes Pereira fez questão de acentuar que neste momento de relançamento do país para o desenvolvimento, o PRS não pode estar a fazer política de tudo ou nada.

 

“Se todos acham que o Governo, a ANP, a Presidência da República, uma liderança da oposição competentes merecem a oportunidade; se todos acham que a preparação da Mesa redonda exige a participação de todos, porque os fundos a serem angariados serão para o desenvolvimento da Guiné-Bissau, quais os motivos que levariam o PRS a tal oposição que querem? Por isso, reafirmamos que a postura que essa direcção apresentou aos guineenses ao longo destes anos, é mesmo para manter”, prometeu, afastando qualquer possibilidade do PRS voltar a ter aquele modelo de oposição de confrontação permanente nos espaços públicos.

 

 Neste particular, Alberto Nambeia acrescentou que “o PRS nunca mais fará política de terra queimada” e que “quem quiser que faça a oposição”. “O PRS não é único partido que deve fazer a oposição na Guiné-Bissau. Se não fizermos outros podem fazer. A única garantia que queremos dar aos nossos militantes e guineenses em geral, é que a nossa forma de fazer a política já mudou. Já não pode ser um partido de conferências de imprensa incendiárias, mesmo nos assuntos que podiam ser discutidos frente a frente. Não vamos continuar a fazer política de terra queimada para que outros continuem a tirar proveitos. Isto acabou. Ninguém nos empurrará jamais. Prometemos ser embaixadores da paz e é isso temos feito. Que cada um faça a sua oposição. Quem quiser política de violência, que não conte com o PRS”, sublinhou Nambeia.

 

Ambos aproveitaram para esclarecer que nos assuntos candentes e de interesse nacional, têm apresentado os problemas nos devidos lugares, como na Presidência, na ANP como junto do Governo. “E não podemos continuar com este populismo de sempre que abordamos algum assunto, voltamos para comunicação Social. Não é assim que se faz a oposição”, condenou.

 

Florentino Mendes Pereira que começou a falar do assunto realçou que a união entre os guineenses e a estabilidade governativa, foram dos principais motivos da integração. “Hoje estamos bem e a Guiné-Bissau está a melhorar. Se o PRS não estivesse no Governo, não sei o que podia acontecer”.

Em relação aos 23 anos do PRS, o secretário-geral afirmou que ao longo desse período o PRS foi quem mais contribuiu para a democracia. “Aqui quero deixar o meu muito obrigado aos fundadores do PRS. O meu muito obrigado a todos aqueles que trabalharam para que o país chegasse onde chegou hoje”.

 

Tendo sempre em vista os seus militantes naquela região falecidos recentemente, Amadú Dinis Baldé e Júlio Culé Baldé, o secretário-geral considerou o dia de alegria mas de muita tristeza. Alegria, porque o partido cresceu e a direcção decidiu reconhecer a população de Gabú, mas de tristeza, porque aqueles que contribuíram para este sucesso já não estão neste mundo. O Júlio Culé Baldé foi quem pediu para comemorarmos os 23 anos aqui”.

 

Numas espécie de balanço daquilo que foi o partido, Florentino Mendes Pereira não tem dúvidas de que o partido cresceu. Em 1994, por exemplo em 9 círculos em que correu, o PRS elegeu 12 deputados. Em 1999, ganhou às eleições, mas foi afastado do poder por um golpe de Estado. “Portanto, é bom que as pessoas saibam que nós saímos do poder, não por decisão popular, mas por força das armas. Em 2014, elegemos 41 deputados. Nas eleições presidenciais, para além de ganharmos uma vez, apenas uma vez não fomos a segunda volta. Sempre estivemos entre o poder e a segunda posição. O que é que isso demonstra? Demonstra um partido em crescimento” .

 

Em relação às novas militâncias, Mendes Pereira acha que aqueles que avançaram para o PRS fizeram a leitura perfeita da eminência de bipolarização política na Guiné-Bissau. “O que queremos garantir aqui é que, todos serão iguais no PRS. Este partido é de liberdade, transparência e justiça. O PRS está a viver um momento excepcional. O que queremos é união. Devemos unir para o bem-estar da Guiné-Bissau”.

 

 

Elizabete Yalá - viúva do Dr.Koumba Yalá esclarece às dúvidas causadas por Nuno Nabiam


A viúva do ex-Presidente do PRS e da República, Koumba Yalá falou finalmente sobre as relações entre o seu marido e o ex-candidato à Presidência da República Nuno Nabiam, que recentemente criou um partido político denominado Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB). No encontro político nacional organizado pelo partido no quadro da comemoração dos 23 anos da sua existência, Elizabete Yalá afirmou que nunca Koumba Yalá acordou a criação do partido político com Nuno Nabiam.


A viúva do ex-PR negou categoricamente os argumentos de Nuno Gomes Nabiam, em como criar partido é honrar a memória de Koumba Yalá.  Segundo ela, honrar a memória de Koumba Yalá seria continuar com o seu projecto, mas pelo contrário, aquilo que Nuno Nabiam fez, é arruinar o projecto do seu marido.


Por isso, Yalá considerou de errados todos os dirigentes do PRS que seguiram o caminho de Nun o Nabiam, porque este só quer acabar com a memória de Koumba Yalá. “Nuno Nabiam não está no bom caminho. É bom que todos vocês digam isso, aos militantes do PRS. Os dirigentes do PRS que estão atrás de Nuno Nabiam, também não estão a seguir o bom caminho. O Futuro deles é aqui no PRS e não onde estão. Quero que as bases do PRS compreendam de vez que, honrar a memória de Koumba Yalá é continuar o seu projecto. E o Projecto de Koumba Yalá é o PRS”, reafirmou.


Elizabete Yalá lembrou que caso as eleições terminassem e o seu marido estivesse com a vida iria retomar a sua actividade no PRS. “Não ´«e a primeira vez que isso acontece. Vimos o dr. Koumba Yalá nas eleições de 2005 a apoiar um candidato, mas assim que as eleições acabaram retomou o seu lugar. PRS é o seu Projecto político e sempre pediu ás pessoas para se convergirem e não dividir a volta do partido”, reforçou.


Totalmente contra a posição assumida por Nuno Nabiam que conforme disse tem como o alvo, o PRS, Elizabete Yalá decidiu ir mais longe nos exemplos. “Vejam só o que aconteceu! Alguém te pega dozero e eleva-te para mil. De um momento para outro, em vez de reconhecer o apoio, decides acabar com o partido dele! Como é possível isso? Por isso, para mim, a melhor forma de  homenagear. Aqueles que estão atrás de Nuno se querem honrar Koumba Yalá devem voltar. São assim poderão honrar a memória do seu líder.

Domingos Quadé já é do PRS


O encontro político realizado pelo Partido de Renovação Social em Gabú, foi bastante frutífero. Para além de ter acertado alguns passos em termos de estratégias políticas, homenageado os seus dirigentes falecidos naquela região, o PRS conseguiu ganhos incalculáveis. Os renovadores viram nesse dia vários políticos nacionais aderirem à fileira do PRS. Tratam-se de Uri Djaló, presidente e fundador do PRP, Benjamim Correia, ex-Presidente do PRN fundado por Alamara Nhassé, Demba Buaró, ex-Director-Geral das Alfândegas da Guiné-Bissau, Júlio N’Tchamá, irmão do ex-Primeiro-ministro Caeatano N’Tchamá e o candidato nas últimas eleições presidenciais, Domingos Quadé, coordenador do Projecto ‘Por um Cassacá II’. O PRS anunciou ainda a existência de uma lista que contém mais de 250 quadros jovens que aderiram o partido e outra de 59 pessoas saídas da região de Biombo para aderir o Projecto.


No acto, os novos aderentes e regressados pronunciaram sobre a decisão por eles tomados. Uri Djaló, do PRP assegurou que, desde início da democracia na Guiné-Bissau, fez sempre do PRS a segunda opção. “Sempre que eles seguissem para a segunda volta, o meu voto e dos militantes do nosso partido era para eles. Hoje, chegamos a conclusão que devemos unir. Estamos aqui para fazermo-nos militantes e dirigentes do PRS corpo e alma e ajudar a vencer às eleições”, disse, Uri Djaló.

Benjamim Lourenço Correia que ficou com o PRN depois da saída de Alamara Nhassé para o PAIGC justificou o regresso com a necessidade de fortificar as posições. “Fomos militantes que ajudaram a angariar assinaturas para a legalização do partido. Fizemos o trabalho que devíamos fazer. Houve momentos em que se achou que não havia condições para continuar e saímos. Mas, hoje, a nível do PRN chegamos a conclusão que o nosso futuro está no PRS. Por isso, exortamos a todos os nossos militantes para passarem a dar o voto ao PRS”, aconselhou.

Nesta lista de aderências, o PNR foi de facto o partido que mais eco fez sentir em Gabú. Estavam no local de encontro dezenas de pessoas com as camisolas daquela formação política para provar que a mudança era para valer.

Benjamim Lourenço aproveitou para fazer um pequeno balanço sobre a passagem do partido na oposição. Disse que nas últimas eleições suportara a candidatura do ex-presidente da ANP Ibraima Sori Djaló e ficaram na 6ª posição.

“Aqui na região de Gabú conseguimos um número de votos significativo. Valeu a pena. Mas depois da análise que fizemos sentimos que devíamos regressar a procedência. Hoje, o PRS apresenta uma visão política diferente e todos devem apoiar”.

Domingos Quadé, candidato às eleições presidenciais de 2014, a frente do projecto ‘Por um Cassacá II’ disse que decidiu aderir, porque acha que com 40 anos de independência, o país já teve 40 partidos e nada mudou. E em vez de transformar ‘Por um Cassacá II’ num partido político, optou por integrar o PRS. “Sentimos que nada justifica a criação de um partido político. Das várias opções que existiam decidimos pelo PRS. Estamos aqui para ajudar na fortificação das posições do PRS e avançar para a conquista dos seus objectivos”.

Todas estas aderências foram resultados de convites formulados pela actual direcção do PRS a esses políticos e individualidades. Um deles convidados é Faustino Imbali. O ex-Primeiro-ministro (até aqui presidente do partido Manifesto do Povo) ainda não deu qualquer resposta ao convite, mas disse que está para breve. O político aproveitou para tecer rasgados elogios a actual direcção do PRS, deixando cloara a imprensão de que vai juntar aos renovadores. “Foi um convite pessoal e estou aqui a falar em nome próprio e não do partido. Estou a analisar o convite e deixo aqui a promessa de que brevemente vou dar a resposta. Mas permitam-me assinalar a visão da nova liderança do PRS na pessoa do seu presidente, Alberto Nambeia. É uma visão de congregação e de união de diferentes sensibilidades para o bem-estar da Guiné-Bissau”.

 

 


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

PRS: UM partido de Inclusão, de Obras e de Estabilidade




 
O Partido de Renovação Social (PRS) criado há 20 anos, sempre foi figura presente na política do país desde essa altura até a data presente. O Partido dos vários embates eleitorais em que participou ganhou dois e figura como o único que tem conseguido responder o domínio instalado pelo PAIGC em termos de exercício do poder. Em quase 20 anos de democracia, o PAIGC só não exerceu o poder em três anos. Isto é de 2000 a 2003. Foi neste período que o PRS exerceu de facto menos de um ano de poder. O seu primeiro ano foi partilhado com os partidos mais votados na altura, formando um Governo de Base Alargada PRS/RGB. 
Essa coligação governativa durou um ano e se enquadra naquilo que o PRS continua a defender: Governação inclusiva. Só um Governo de inclusão pode ajudar o país a livrar-se das situações negativas que tem vivido. A coligação terminou em Março de 2001 (por razões sobejamente conhecidas) e por ser o partido que o Povo tinha confiado voto, o PRS avançou para um Governo dirigido na altura por um dos seus militantes, quando as opções de inclusão já não existiam. O povo que tinha castigado o PAIGC pela violenta guerra que provocou no país, não aceitaria nunca, que fossem chamados para a governação os dirigentes daquela formação política Mas mesmo assim, o Governo tinha muitos independentes e extras PRS. E não só no Governo, como nas direcções-gerais e nos institutos públicos. Essa governação durou pouco de 11 meses e surgiu um outro Governo liderado por não militante do PRS e durou 9 meses. E por último para fechar os três anos do poder do PRS surgiu o Governo de Iniciativa Presidencial. Todas estas recordações têm apenas um objectivo: Mostrar ao mundo e a detractores do partido que, o PRS nunca exerceu efectivamente o poder durante dois anos. Se isso é verdade, onde está a responsabilidade do PRS em toda a imagem negativa que se tenta imputar. Mas existem ainda outros elementos para este debate. Não obstante o período do exercício do poder ser extremamente curto em relação ao PAIGC, o PRS foi partido que quando esteve no Governo, o país conheceu melhores obras. São estas obras Palácio do Povo; Prédio dos ex-Combatentes, Ponte de João Landim, cerca de 80 Km de estradas revestidas e instalação da rede móvel no país. Estas são as realizações mais visíveis, mas de um partido que em menos de três anos do poder conseguiu. Todas essas obras aconteceram na ressaca de guerra de 7 de Junho, onde os principais parceiros, por causa da instabilidade cancelam todos os seus apoios. Todos mesmo. Mas graças a um trabalho patriótico, essas barreira diplomáticas (na maioria dos casos foram contornados.

Apesar dessa proeza, os nossos adversários, aproveitam para intoxicar a opinião pública nacional e internacional, como o partido é composto por dirigentes incapazes e que não faz realizações. Mentira política. Os dados falam por si e os nossos adversários políticos, a todos custo mantêm as mesmas acusações para nos desacreditar. É verdade (como acontece com qualquer principiante) que foram cometidos erros na altura. Muitos deles involuntários, mas alguns foram frutos de aproveitamento político dos nossos adversários.

No capítulo educativo que de resto constitui um dos cavalos de batalha dos nossos adversários, pelo facto de na altura, o PRS tendo concluído não existir aproveitamento dos alunos decidiu anular o ano lectivo e não dar nota administrativa como o PAIGC tem feito quase sempre, podemos destacar dois aspectos. O PRS foi o partido que mais bolsas de Estudo concedeu aos estudantes guineenses e foi nas bolsas dadas pelo PRS é que se vê maior justiça.
As bolsas dadas pelo PRS são bolsas por mérito. E graças a essas bolsas para Senegal, Marrocos, Rússia e Brasil, hoje as instituições do país estão a ser muito bem servidas. Foi um simples dever de quem governa, mas chegamos hoje ao ponto de recordar as pessoas, porque os nossos adversários, na ausência de visão e projectos Políticos recorrem os mais baixos ataques possíveis.

A nível interno, o PRS tem sido um partido de oposição construtiva. Basta lembrarmos que, ao longo destes anos, todas as questões do PRS são colocadas no Parlamento (que é a casa de fazer política). Os nossos adversários, o PAIGC neste caso, tem sido responsável pelas suas próprias crises. São os dirigentes do PAIGC que surgem, publicamente a criticar o partido e o seu líder; são dirigentes do PAIGC que se envolvem em alianças para derrubar o Governo. Basta olharmos quem foram os principais apoiantes do 12 de Abril de 2012. E mais, o 12 de Abril teve antecedentes no Comité Central do PAIGC onde não existe regras de designação do candidato. Em resumo, o PAIGC é vítima da sua desorganização e falta de visão política.
São situações estas que os parceiros internacionais devem saber. Saber, por exemplo que, para as últimas eleições presidenciais, o PAIGC teve cerca de 5 dos seus militantes como candidatos independentes. Militantes que discordaram com as normas de escolha do candidato e avançaram como candidatos independentes. Militantes que criticaram ausência da democracia interna no partido e preferiram avançar como independentes desobedecendo a orientação “ilegal”, segundo eles, do Comité Central. Mas apesar de tudo isso, nota-se logo que há falta de verdade. Estes militantes ao invés de esclarecer o que os levou a tomar ou a assumir as posições que assumiram, tentam responsabilizar os outros.
PRS: Povo e o País em primeiro lugar. Juntos pela Guiné, construiremos uma Nação Moderna e Próspera...
 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

“São poucos os partidos que dão contribuição igual a do PRS para a estabilidade da Guiné-Bissau”, Florentino Mendes Pereira




 Os populares e moradores de diferentes círculos eleitorais de capital, tem solicitado à presença do novo Secretário-Geral do Partido de Renovação Social (PRS) e seu staff junto deles. No dia 2 de Agosto, Florentino mendes Pereira reuniu com populares do Círculo 24 e no dia 3 com os do Círculo 25. Nessas reuniões, o SG do PRS tem aproveitado para apresentar a nova direcção e falar dos projectos do Partido para o País, mas também esclarecer ou desintoxicar muitas intoxicações que são feitas pelos seus adversários políticos. Umas dessas intoxicações são acusações do partido ser de violência e sempre apoiado pelos militares ou tribalista com líderes políticos de um mesmo grupo étnico.

As acusações e insinuações por serem tão graves, o novo Secretário-Geral acha ser importante abordá-las com vista a desmascarar os seus adversários políticos. “Qualquer um de vocês aqui já foi confrontado com insinuações de que o PRS é um partido tribalista. Um partido do grupo étnico balanta. Há muito que ouvimos essas acusações e não respondíamos, porque sabemos que eram apenas estratégias políticas, embora condenáveis. Mas por vermos que os nossos adversários não dispõem de outras estratégias a não ser estas, decidimos que esta situação vai defini9tivamente esclarecida”, começou por referir perante uma assistência bastante atenta para lhe ouvir.

Disse que se o PRS fosse um partido de balantas, ele mesmo não conseguiria ganhar o Congresso, porque não pertence o mesmo grupo étnico. “Só para terem ideia, ganhei o cargo de secretário-geral ao Dr. Máximo Tenha Tchudá. Quem ficou na segunda posição, foi o Engº. Carlitos Barai. Todos nós não somos balantas. Na direcção, do primeiro, ao quinto vice-presidente ninguém é balanta. Mas ganhamos a um candidato que pertence ao grupo étnico balanta. Infelizmente os nossos adversários, por lhes faltarem argumentos e fundamentos políticos e para desviarem as atenções dos menos atentos invocam este argumento falso e perigoso”, respondeu Florentino Mendes Pereira sob uma forte ovação.

A mesma resposta foi quase dada a acusações da proximidade do PRS aos militares. Na sua reacção, Florentino Mendes Pereira acha que, os seus adversários pensam que são burros. “Mas digam-me uma coisa, acham que tenho ou nós da direcção somos tolos. Acusam-nos de dar o golpe de Estado. Qual é objectivo então? Era certamente ter o poder. Mas será que nós vamos dar golpe e deixar o cargo de Presidente da República, Primeiro-ministro e as principais pastas de governação nas mãos dos outros!? Será que nós aceitaríamos isso? Portanto, é bom que a sociedade comece doravante a ver e a saber quem são os nossos adversários. O que podem e o que não podem”.

Florentino Mendes Pereira disse ter falado dessas duas situações perigosas, apenas para mostrar duas coisas. Primeiro o baixo nível político recorrido pelos seus adversários para conquistar o voto, mas também mostrar que, não existe na Guiné-Bissau partido que tem conseguido contribuir para preservação da paz e estabilidade, como o PRS.

Ele que decidiu falar de todos os aspectos ligados a política nacional, voltou a afirmar que o PRS tem dado contribuição importante no país e isso devia ser agradecido pelos seus adversários. “Na situação de aflição e depois do PAIGC quase decidir bloquear o país, surgimos para ajudar na estabilização. Todos podem testemunhar a nosso favor hoje que, o país vive essa normalidade graças ao PAIGC. Não optamos pelo radicalismo como eles, mas decidimos sim aceitar um acordo para um Governo de inclusão que acabou por ajudar na reabilitação da imagem do País. Hoje os parceiros voltaram graças ao governo de inclusão; temos data de eleições graças a ele. Mas temos tudo isso, graças a flexibilidade do PRS”, vangloriou, pedindo aos seus adversários para reconhecerem o patriotismo político dos dirigentes renovadores.

No entanto, o Secretário-Geral do PRS acusou o PAIGC de ser amigo dos militares, porque quando em 2003 estes deram golpe ao regime do PRS, foram eles que fizeram festa. “Felizmente estivemos cá e vimos plataformas nas ruas. Mas nós, por sermos democratas e com noção clara de que o poder se conquista nas urnas, sempre defendemos a sua conquista nas urnas. E foi por isso que nunca alguém ouviu o PRS a contestar ou apoiar subversões”, esclareceu.
 

Em relação a nova Direcção, Florentino Mendes Pereira prometeu que o PRS está numa virada total. “Estávamos sempre em posição de desvantagem em relação aos nossos adversários (PAIGC), porque conseguiam comunicar mais ou monopolizar os diferentes canais de comunicação. É um segredo político que conhecemos, mas que nunca aceitamos e nem vamos utilizar por maldade. Agora, a partir de agora, sempre que disserem algo, vamos aparecer para desmascará-los. Disto, podem acreditar que não vamos dar tréguas”, prometeu.

 

“Não devemos desviar atenção do povo”

Com uma intervenção de cerca de 50 minutos, o novo secretário-geral acusou o PAIGC de estar amarado a um passado infeliz. Um passado em que não conseguiu fazer nada, mas que consegue utilizar a comunicação social para enganar o povo. “No último mandato do PAIGC vimos um aspecto que utilizaram como trunfo nas eleições. Estradas. 10 km de estrada. Aeroporto/mercado de Bandim e Chapa de Bissau/Antula. São ao todo 10 Km. Tudo bem. Nem vamos entrar em aspectos técnicos. Fiquemos apenas no dinheiro gasto. 7 biliões de euros. Quase 14 biliões de Fcfa. Acham isto justo? Acham isto honestidade ou competência? Se aguardar as vossas respostas, em nome da direcção superior do PRS, queremos pedir a todos os militantes que estejam a altura de defender o partido. Mostrar que, o PAIGC não fez nada de melhor para o país. Pelo contrário. Tem passado todo o tempo a arruinar este povo”.

De acordo com o SG, nos 40 anos de independência e o PAIGC dirigiu os destinos do país, os principais assuntos foram relegados para o segundo plano. A saúde, a educação, a energia, a agricultura, as infra-estruturas, a economia. “São estes assuntos é que merecem ser debatidos. E é isso que queremos debater com o PAIGC. Nessas eleições, independentemente de quem venham a escolher, desafiamos-lhe para  um debate sobre os projectos que temos para transformar o país. Só debatendo ideias e projectos é que os guineenses terão matéria para eleger o melhor”.