Dentro de instantes vai iniciar a reunião do PRS onde se vai decidir se o partido integra ou não o Governo. Para a dirigir a reunião estarão o Presidente do PRS, Alberto Nambeia Mbunhe e o Secretário-geral, Florentino Mendes Pereira. Os dois dirigtentes que colocaram o PRS numa situação de privilégio jamais conhecida, propmeteram que tudo será para o bem do partido e do País. Os interesses do PRS serão defendidos e a Guiné-Bissau será tomada em conta.
Alguns membros da Comissão Política já estão no Azalay.
Mantenhas di bó amigus di Comunicação di PRS.
prsgbissau@gmail.com
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
HOJE O PRS DECIDIRÁ E SÓ O PARTIDO SABE SE VAI FAZER PARTE DO GOVERNO E QUEM PODE SER MINISTRO OU SECRETÁRIO DE ESTADO
É hoje quando forem 14 horas que o Partido de Renovação Social (PRS) vai reunir a sua Comissão Política para analisar a proposta apresentada pelo PAIGC na reunião de ontem. Hoje, os membros daquele órgão vão decidir, não só se o PRS vai integrar, como saber entre o Acordo Político e o Pacto de Estabilidade, qual deve ser o instrumento mais adequado para o partido. Certo é que o PRS vai fazer a opção mais adequada para o partido e o país em geral.
Circularam em diferentes meios sociais a informação de que o PAIGC fez a exigência de ninguém que tenha participado no Governo de Baciro Djá não pode fazer parte do actual. Essas informações não passam da tentativa do PAIGC impor no PRS aquilo que não aceitou ao Presidente da República.
Se José Mário Vaz não pode escolher um Primeiro-ministro para o PAIGC, porque razão o PAIGC vai dizer que quem do PRS que fez parte no Governo de Baciro Djá não pode fazer parte do Governo de Carlos Correia - ou dizer que caberá ao Primeiro-ministro escolher no PRS? Portanto essa possibilidade é simplesmente impossível e a sua principal e única consequência é não ter o Governo. Ponto Final Parágrafo.
Quem é o PAIGC para saber da situação dos militantes do PRS? Sabem qual é a situação actual dos militantes; se estão abraços com processos disciplinares ou não; se são activos nas questões partidárias ou não? Qualquer tentativa dessa exigência seria a inviabilização de um eventual acordo. No PRS quem manda são os dirigentes e os militantes e não pessoas extras.
No PRS já existem duas garantias até o final da actual legislatura: No parlamento até o final da legislatura, Alberto Nambeia está lá. No Governo estarão dirigentes altura. E quem está a altura de saber quem pode dar uma boa resposta é o PRS e não pessoas que estão fora.
Respeitem o PRS, por favor: SE JOSÉ MÁRIO VAZ NÃO PODE (E NÃO PODE MESMO) ESCOLHER UM PRIMEIRO-MINISTRO PARA O PAIGC - COMO É QUE O PAIGC ACHA ACEITÁVEL O PRS ADMITIR QUE O PAIGC OU O PRIMEIRO-MINISTRO INDIQUE PESSOAS NO PRS PARA INTEGRAREM O GOVERNO? BÓ RISPITANU BÓ! COMO É QUE O PAIGC VAI PROPOR A PENALIZAÇÃO DAS PESSOAS QUE O PARTIDO INDIGITOU PARA O GOVERNO DE BACIRO DJÁ? ISSO SIGNIFICA QUE O PARTIDO É COMANDADO POR FORA. KILA CANA SEDU, MINDJOR BÓ TOMA NAM UTRU DECISÃO.
OBS: Como vocês DO OUTRO BLOG não
nos chamaram, também não vamos pronunciar o vosso nome, mas saibam que, o
futuro da vossa sobrevivência como Governo depende do PRS. Não é arrogância,
mas sim a factualidade, para não dizer a realidade. A nossa diferença é que
somos unidos e vocês não. Aqui há respeito a disciplina partidária. No vosso
partido não.
Má i bom pa bó sibi Cuma cumbida,
abó ku ta dissidi. Ceta sta na vontade di kim ku cumbidado. “Nó cana curi p
abai nim um cau, GUINÉ I DI NÓS”, Tino Trimó.
Ninguém pode impor regrar no PRS: na democracia cada um decide no seu partido e não do dos outros
É hoje quando forem 14 horas que o Partido de Renovação Social (PRS) vai reunir a
sua Comissão Política para analisar a proposta apresentada pelo PAIGC na
reunião de ontem. Hoje, os membros daquele órgão vão decidir, não só se o PRS
vai integrar, como saber entre o Acordo Político e o Pacto de Estabilidade,
qual deve ser o instrumento mais adequado para o partido. Certo é que o PRS vai
fazer a opção mais adequada para o partido e o país em geral.
Circularam em diferentes meios sociais a informação de que o
PAIGC fez a exigência de ninguém que tenha participado no Governo de Baciro Djá
não pode fazer parte do actual. Essas informações não passam da tentativa do PAIGC impor no PRS aquilo que não aceitou ao Presidente da República. Se José Mário Vaz não pode escolher um Primeiro-ministro para o PRS, porque razão o PAIGC vai dizer que quem fez parte no Governo de Baciro Djá não pode fazer parte do Governo de Carlos Correia - ou dizer que caberá ao Primeiro-ministro escolher no PRS? Portanto essa possibilidade é simplesmente impossível e a sua principal e única consequência é não ter o Governo. Ponto Final Parágrafo.
Quem é o PAIGC para saber da situação dos militantes do PRS? Sabem qual é a situação actual dos militantes; se estão abraços com processos disciplinares ou não; se são activos nas questões partidárias ou não? Qualquer tentativa dessa exigência seria a inviabilização de um eventual acordo. No PRS quem manda são os dirigentes e os militantes e não pessoas extras.
Quem é o PAIGC para saber da situação dos militantes do PRS? Sabem qual é a situação actual dos militantes; se estão abraços com processos disciplinares ou não; se são activos nas questões partidárias ou não? Qualquer tentativa dessa exigência seria a inviabilização de um eventual acordo. No PRS quem manda são os dirigentes e os militantes e não pessoas extras.
No PRS já existem duas garantias até o final da actual
legislatura: No parlamento até o final da legislatura, Alberto Nambeia está lá.
No Governo estarão dirigentes altura. E quem está a altura de saber quem pode
dar uma boa resposta é o PRS e não pessoas que estão fora,
OBS: Como vocês não nos chamaram,
também não vamos pronunciar o vosso nome, mas saibam que, o futuro da vossa
sobrevivência como Governo depende do PRS. Não é arrogância, mas sim a
factualidade, para não dizer a realidade. A nossa diferença é que somos unidos
e vocês não. Aqui há respeito a disciplina partidária. No vosso partido não.
Má i bom pa bó sibi Cuma cumbida,
abó ku ta dissidi. Ceta sta na vontade di kim ku cumbidado. “Nó cana curi p
abai nim um cau, GUINÉ I DI NÓS”, Tino Trimó.
domingo, 20 de setembro de 2015
PRS reuniu com o PAIGC e só dará resposta depois da reunião da Comissão Política
Na sequência do pedido de encontro recebido na semana
sexta-feira (18), a direcção do PRS reuniu hoje (20) com o PAIGC. No encontro,
a comitiva do PAIGC liderada pelo seu presidente Domingos Simões Pereira,
apresentou ao PRS a sua proposta para que o partido tome parte no Governo de
Carlos Correia.
O PAIGC argumentou que, o convite lançado ao PRS insere-se
na necessidade de garantir uma estabilidade parlamentar e que permita a boa
governação. Florentino Mendes Pereira que liderou a comitiva negocial do PRS
agradeceu o Governo e avançou ao Presidente do PAIGC que a proposta será
analisada na reunião da Comissão Política do partido.
O Secretário-geral do PRS disse que, segundo soube www.prsgb.com e o www.prsgbissau.blogspot.com , em
situações dessa natureza, as decisões são tomadas nos órgãos competentes, pelo
que acredita que, o Partido vai dar resposta o mais breve possível. Assim, o
PRS marcou para amanhã (21) a sua reunião da Comissão Política para analisar a
proposta apresentada pelo PAIGC. Não se sabe ainda qual será a resposta, mas
certo é que o PRS vai exigir que haja um documento que sentencie a sua integração.
Aliás, na agenda, para além do Acordo Político que se
pretende, o PRS quer mesmo que haja um Pacto de Estabilidade.
Mantenhas di bó amigos di comunicação di PRS
Mantenhas di bó amigos di comunicação di PRS
sábado, 19 de setembro de 2015
PRS histórico e solução, voltou a receber convite do PAIGC para integrar o Governo
PRS: Uma marca e imagem que custaram sacrifícios
Criado em 1992 pelo seu
carismático fundador, Dr. Koumba Yalá, o PRS precisou apenas de dois anos para
afirmar-se na cena política nacional. Durante os anos da sua existência, o
partido de bases (como é chamado por alguns) conseguiu convencer o povo
guineense que estava na cena política apenas para ajudar no apoio ao
desenvolvimento. Por isso o povo levou o PRS ao Parlamento, à Presidência e ao
Governo.
No exercício do poder, o PRS
cometeu alguns falhas e essas falhas foram sancionadas pelo povo, mas
curiosamente, nunca deixou de apostar nele. Em 2012, Koumba Yalá decidiu
finalmente passar o testemunho a outros. E nestes outros, no Congresso
realizado em Dezembro do referido ano, os militantes escolheram Alberto Nambeia
como, presidente do partido e Florentino Mendes Pereira, como Secretário-geral.
Estes dois dirigentes e seus
respectivos colaboradores, fizeram o que podemos chamar de estudo do caso.
Todas as iniciativas boas do passado foram conservadas e as menos aceitadas
foram melhoradas. Como resultado, o PRS melhorou de forma significativa a sua
simpatia para com o povo. O partido nas últimas eleições saiu de 23 para 41
deputados. Não obstante os números serem importantes, a liderança do PRS soube
interpretá-los. Fazer a oposição responsável de forma a permitir que quem vença
as eleições governar.
PRS não pagará nunca a factura do PAIGC
Ao longo da última governação
assumida pelo PAIGC, a direcção deste último entendeu que para a estabilidade
governativa precisava do PRS no Governo. Uma atitude que sempre o PRS louvou,
mas que carecia de sustentabilidade, porque nem todos os dirigentes do PAIGC
viam com bons olhos a iniciativa do seu presidente. Portanto é bom que fique
claro que, Domingos Simões Pereira teve a nobre ideia de integrar o PRS na
governação, mas infelizmente, alguns dos dirigentes e militantes do seu partido
não partilhavam essa mesma visão. No Governo, o PRS participou com toda a
determinação e a história registará que, no primeiro ano de governação as
pastas assumidas por este partido não ficaram para trás no balanço. Tanto
Domingos Simões Pereira, os guineenses e a Comunidade Internacional
reconheceram mérito ao PRS e aos seus dirigentes. Aqui no PRS fizemos o
contrário, não em termos apenas de humildade, mas no aconselhável dar ao césar
o que é de césar: Este mérito é mais do PAIGC, porque foi quem convidou o PRS a
fazer parte do Governo. Foi quem deu oportunidade aos dirigentes do PRS para se
mostrarem. E neste particular o partido sempre agradeceu, não obstante todo o
esforço despendido visar apenas dar uma importante contribuição para o
bem-estar da nação guineense.
Porém, no primeiro ano da
governação, surgiram algumas divergências entre os militantes do PAIGC. O
Presidente da República achou (e disse publicamente) que não tinha condições de
coabitar com Domingos Simões Pereira. Primeiro-ministro e Presidente do PAIGC.
Em consequência disso demitiu o Governo do PAIGC e do qual o PRS fazia parte. A
partida, o assunto é exclusiva e de inteira responsabilidade do PAIGC. O PRS
voltou ao seu cantinho a espera do fim da crise e das próximas eleições. Mas
infelizmente há quem quer que seja o PRS a arcar com a crise. Porquê? Porque na
solução encontrada pelo Presidente da República, o PRS foi apontado com uma das
partes capazes de ajudar. E tal como Domingos Simões Pereira, o novo
Primeiro-ministro entendeu por bem e para a estabilidade governativa convidar o
PRS a tomar parte no Governo.
Contrariamente ao sucedido
aquando do convite de Domingos Simões Pereira, por causa das circunstâncias e
do tempo, o presente pedido foi levado a reunião da Comissão Política do
Partido. Porquê? Porque o assunto não só era polémico, como o partido precisava
de suporte que sustentasse o convite. Depois da direcção passar informações
ligadas ao convite, tal como rege a democracia e vigora no PRS, as competências
passaram para os militantes através de uma deliberação na plenária daquele
órgão. Primeiro equívoco que deve ser esclarecido, é que a integração do PRS não
foi vontade de pessoas, mas sima decisão legítima dos militantes, embora
existam alguns que tinham posições contra, mas, pronto a decisão é do PRS e
todos se revêem nela. É assim num partido onde impera a disciplina partidária –
é assim num partido onde impera a união e é assim num partido que se pretende
fortificar. Não podem existir nunca os chamados (nha boca casta). O que seria o
PRS, se numa decisão daquela natureza, por exemplo, um Alberto Nambeia ou
Florentino Mendes Pereira virem a público dizerem que não se revêem nela? Seria
o fim do partido; seria início de uma crise sem precedentes. Seria igual ao que
está a acontecer no PAIGC. Naquele partido, pelo menos pelo que temos assistido
até aqui, os órgãos deliberam, os militantes assumem posições que querem. Aqui,
isso não funciona, felizmente.
Fazer PRS responsável da crise, é uma invenção que não pegará
Durante um ano de coabitação no
Governo, as acções do PRS não foram apenas no Governo. No Parlamento,
felizmente, foi o PRS quem evitou que não houvesse moção de censura, porque não
é segredo, a crise intestinal que o PAIGC sempre viveu, vive e que viverá. Mas
em virtude do seu compromisso, o PRS, através da sua bancada parlamentar,
respeitou a orientação do voto. Tanto assim que o presidente do PAIGC e
Primeiro-ministro demitido nunca teve queixas do PRS. O Partido sempre
funcionou daquela forma, não apenas para dar o benefício de dúvidas; reconhecer
o direito de governar a quem ganhou, mas acima de tudo, ajudar na tranquilidade
dos guineenses e garantir a paz e estabilidade de que o país precisa. Hoje, em
virtude das guerras no PAIGC, alguns querem que o PRS seja apontado como mentor
dessa crise. Falsa tentativa, porque desta vez, podem acreditar, o PRS não
deixará ser atingido pela máquina de propaganda do PAIGC. A crise que estamos a
viver hoje na Guiné-Bissau é de inteira e exclusiva responsabilidade do PAIGC.
Dizemo-lo hoje, estaremos preparados para o dizer amanhã e em qualquer espaço.
Não há nenhuma possibilidade do PRS assumir essa crise.
Integração do PRS no Governo
Qualquer político que se declarar
como tal, tem a intenção de chegar a governação. Aliás, é por isso que se criam
partidos políticos e se organiza as eleições. O PRS quer o poder. Mentira qualquer
um que disser o contrário. Agora, em que circunstâncias o PRS quer o poder na
Guiné-Bissau? Apenas através do reconhecimento do mérito. Pode ser por via
popular (quando o povo o votar) ou por reconhecimento através de uma coligação
ou convite como o PAIGC já fez e pretende fazer. E para informação de todos, o
PRS recebeu no passado dia 18 de Setembro um convite da direcção do PAIGC para
se discutir as possibilidades do partido fazer parte da governação. A reunião
está marcada para o próximo dia 20 de Setembro de 2015.
No entanto, desta vez, a única
garantia que o PRS dá, é que tudo será diferente. A integração no Governo será
mediante um Acordo Prévio, ou um Pacto de Estabilidade (preferência do PRS). Caso
contrário o partido agradecerá o convite e continuará na oposição que é o lugar
que conquistou nas eleições. O PRS não será usado e nem é satélite de nenhum
partido.
Tudo tem o seu custo e o PRS,
para o bem dos seus militantes e dos guineenses saberá posicionar-se desta vez.
O Convite será discutido com o PAIGC; vai a Comissão Política; volta a
discussão com o PAIGC e se possível, acorda-se. Se não…
Dirigentes do PRS no Governo
Tudo no PRS é deliberado. No PRS
só manda o PRS e não partidos extras. O único poder, que o PAIGC tem terá no
PRS é só endereçar o convite. O PAIGC não decidirá sobre um único nome do PRS a
integrar o Governo. Se o PRS sabe quais são os seus dirigentes capazes de
interpretar o seu o Programa de Governo, o PRS sabe igualmente quem está a
altura de dar respostas aos anseios do partido. Portanto os boatos de nomes e
de condenações, não passam de meros boatos. Quando chegar o dia, vai para o
Governo quem o PRS entender. O melhor que o PAIGC deve fazer antes de tudo é
criar prescindir do partido PRS. Se o PAIGC lutou para os seus direitos em nome
do seu presidente, o PRS está a altura de fazer o mesmo. No PAIGC manda
Domingos Simões Pereira, porque ganhou o Congresso, no PRS mandam Alberto
Nambeia e Florentino Mendes Pereira porque ganharam o Congresso. Não há outra
figura capaz de decidir em nome do partido na presença destes.
Insultos dirigentes políticos
Nas reacções a mensagem enviada a
direcção do Progresso Nacional houve quem insinuou em como há algo para
insultar Domingos Simões Pereira, Cipriano Cassamá e José Mário Vaz. É bom que
fique claro e o Progresso Nacional devia publicar a segunda versão da reacção.
Tal como eles nunca insultaram dirigentes do PRS quando tudo era maravilha,
significa que não tinham motivos. Agora por causa de crise no PAIGC tiveram
motivos; da nossa parte, é exactamente isso que está acontecer. Ainda não há
motivos para insultar Domingos, Jomav e Cipriano Cassamá, mas se os insultos
aos dirigentes do PRS persistirem, não duvidem; vamos descer mais abaixo ainda.
Quem pode mais, pode menos. Kila gora cana maina. Kaba i na sedu nó
continua djubi kumpanher li na Bissau. Anós li ku nó sta.
“Resolvam os vossos problemas e
deixem o PRS em Paz. Chegamos onde estamos, por mérito. Não aceitaremos nunca
que ninguém belisque a imagem do Partido chega!”.
Mantenhas
di bó amigos di comunicação di PRS
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Caros progressistas, DESCULPEM, mas isto tem de ficar claro
Caros progressistas, felizmente temos a obrigatoriedade de em parte (sim bari padja, pabia nós tambi nó ta brutu ora ki i pirsis bruto) reconhecer a vossa justeza, para não dizer justiça, quando decidiram aceitar publicar a nossa reacção. Foi muito surpreendente e devemos confessar ao mesmo tempo reconhecer-vos essa atitude nobre. Contudo, há necessidade do PRS esclarecer certos equívocos tanto dos progressistas, como de certas pessoas. Entrada no Governo de Baciro Djá.
O que aconteceu, foi simplesmente aquilo que não existe
infelizmente no PAIGC: Obediência a disciplina partidária. Não somos dirigentes
do PAIGC, mas sabemos perfeitamente que está na agenda castigar os dirigentes
do partido que fizeram parte do Governo de Baciro Djá. Motivos: Desobediência
da disciplina partidária. Desobediência à orientações do Bureau Político e da
Comissão Permanente.
É exactamente isso que aconteceu no PRS. Quando deu a crise,
o partido reuniu a sua Comissão Executiva três vezes. Em duas primeiras ocasiões
a maioria disse que se devia esperar pela decisão do Tribunal. Na terceira, a
maioria de dirigentes votaram a entrada. Quando a maioria decide, o que acham
que a minoria deve fazer? Violar como aconteceu no vosso partido? Se a resposta
for sim, saibam que no PRS é não. No PRS impera a vontade da maioria. Porque
qualquer dirigente do PRS que desobedecesse seria posteriormente castigado. E
esta direcção, acreditamos que qualquer guineense reconhecerá, está para mudar
e continuar a progredir o partido. Esta direcção conseguiu nestes três anos ter
um site: www.prsgb.com; e um Blog. www.prsbissau.blogspot.com simplesmente
para mudar a sua imagem.
Portanto saibam que a pressão dos militantes que recai sobre
os dirigentes do PAIGC, também recai sobre os do PRS. Isso é que aconteceu.
Por último e sem querer defender DOKA INTERNACIONAL, a mensagem saiu a nosso pedido, tal como já
saiu várias vezes no Progresso Nacional e na Ditadura do Consenso, porque “felizmente”
são Blogs mais lidos com assuntos do País, embora temos noção clara de que são
meios meramente pessoais. Quem tiver dúvida que recue no tempo, vai provar.
Quem tiver igualmente dúvidas que visite o nosso site e o nosso Blog. Tudo está
lá e o Partido assumirá.
Nó na fica li, pa dissa bós um considju: Si bu na guéria ku
manga di djintis, bu ca ta bim sibi kim ku bu na gueria ku el nim kim ku dau;
Lebsementi ku más ta dé alguim, i ora ku i bim di kim ku i
kunsi. Cabó lebsi nó dirigentes, pabia bó kunsi elis, nó kana lebsi di bós,
pabia nó kunsi tambi elis.
Mantenhas di bó amigos di
comunicação di PRS
Reacção face aos ataques do Progresso Nacional
Caros progressistas,
Ao longo desses dias da crise, a
estrutura ligada a comunicação do Partido de Renovação Social (PRS) tem optado
por uma posição não só equilibrada, mas sobretudo serena. Decidimos por esta
opção, porque, os nossos dirigentes recomendaram em virtude da responsabilidade
que o partido detinha na governação e no país. Estes dois factores deixaram transparecer
para certas pessoas, a ideia de que o PRS não tem estrutura de comunicação e
muito menos tem pessoas capazes de fazer coisas que os outros fazem. Quem
nutrir alguma vez esta ideia, está enganada. Estamos cá, sabemos como qualquer
guineense fazer coisas boas e igualmente más.
Esta mensagem é escrita
estritamente sobre isso. Depois de praticamente duas semanas, os elementos do
Progresso Nacional estarem dizer coisas insultuosas sobre os dirigentes do
nosso partido. Ora, é chegada a hora de dissermos basta. E este basta, não
ficará entre nós. Vai sair, se o Progresso Nacional continuar. Vai sair e o seu
conteúdo será proporcionalmente igual ao vosso.
Não nos interessou, até aqui, dizer
coisas sobre Domingos, sobre Jomav e muito menos sobre Cipriano Cassamá. Mas,
sabemos dizer estas coisas. E podem acreditar que, se os insultos continuarem
diremos coisas piores, porque felizmente somos guineenses e conhecemo-nos uns
aos outros.
Quanto a vossa preocupação com a
possível entrada do PRS no Governo de Carlos Correia, não se preocupem. Podem
dormir sossegados, porque o PRS não morre de amores para entrar num Governo,
seja de Domingos Simões Pereira; de Baciro Djá ou de Carlos Correia. E nunca
entrou e não entrará no Governo, se não for chamado. Podem acreditar que, se o
PAIGC não quiser, o PRS não entrará. A única verdade é que o PRS nunca pediu
para entrar em nenhum Governo. Quem o convida é o PAIGC. Quem convida o PRS são
os vossos conflituosos dirigentes: os Domingos’s; os JOMAV’s e os Baciros Dja’s
e certamente os Carlos Correia’s. E o PRS tem respondido favoravelmente os
convites em nome do país. Se não quere, não chamem. Se não chamarem o PRS, o partido
vai directamente para a oposição, porque é ali que o povo o quer. Estamos há
três anos das eleições e voltaremos para pedir voto ao povo.
Agora que fique claro: SE O
PRS FOR CONVIDADO VAI PARA O GOVERNO QUEM O PARTIDO CONSIDERAR APTO. SE Forem
AQUELES QUE VOCÊS INSULTARAM INDIGITADOS PARA FAZER PARTE DO EXECUTIVO DE
CARLOS CORREIA ESTARÃO LÁ COM TODO O GOSTO PARA TRABALHAR EM PROL DO PAÍS E DO
PARTIDO e ASSIM DAR, UMA VEZ MAIS, CORPO E SUSTENTABILIDADE AO FAGILIZADO
PAIGC, QUE SEMPRE ANDA À DERIVA.
Agora insultos, não preocupem.
Temos coisas suficientes para dizer sobre Domingos. E não será de forma desorganizada
ou irresponsável. Será responsavelmente responsável. Não serão mentiras. Basta
saberem que temos um BLOG; um site e somos capazes de criar um blog anónimo
como o vosso para insultar os vossos dirigentes até onde for necessário, uma
vez que deixam a impressão de que com insultos é que conseguem ganhar, EXPRIMIR
O VOSSO DESCONTENTAMENTO OU RESOLVER OS PROBLEMAS.
O pacto do PRS foi com Domingos e todos viram o resultado.
Com Baciro Djá, um dos objectivos é não fazer a política de terra queimada. Mas
prova disso foi o reposicionamento do partido assim que o Tribunal decidiu.
O nosso contra aviso é este: Mais insultos contra Alberto
Nambeia ou Florentino Mendes Pereira,
vamos ripostar com coisas que sabemos sobre os vossos “adorados dirigentes”. E
lembrem que fizemos parte dessa governação desde O início.
Diz o ditado fula: Amigus si é na guérria, é ta iabri janela,
kim kU bim foronta e ta sai pa janela.
Com isso queremos dizer se, ainda é possível manter a janela
aberta, que a façam.
Mantenhas di bó amigos di comunicação di PRS
terça-feira, 11 de agosto de 2015
PRS faz diplomacia junto da CI para evitar o agravar da crise
A Uma delegação do Partido de Renovação Social (PRS) encabeçada
pelo seu Secretário-geral, Florentino Mendes Pereira (Secretário-geral) e que
integra o vice-presidente, Certório Biote, os membros da Comissão Executiva,
Serifo Embaló e Nicolau dos Santos bem como o porta-voz Victor Pereira, tem-se desdobrado
numa forte ofensiva diplomática com vista a encontrar uma solução para a
prevalecente crise institucional entre os órgãos de soberania.
Na manhã do dia 11, a delegação manteve encontros com os Representantes
da ONU e da UA, Miguel Trovoada e Ovídeo Pequeno respectivamente, bem como com
o embaixador de Portugal e o Representante da Comunidade Económica dos Estados
da África Ocidental (CEDEAO). O PRS quer com estas iniciativas salvar a
situação, para que o país não volte a cair numa grave crise política com
proporções incalculáveis.
Durante ambos os encontros, a delegação para além de
manifestar a sua inquietação face às consequências da presente crise, exortou
aos seus interlocutores a usarem as suas influências com vista a encontrar uma
solução.
Os responsáveis do PRS foram explícitos em mostrar os seus
interlocutores que têm noção clara que a situação foi despoletada pela crise
interna no PAIGC, mas sendo guineenses, políticos e a promessa política que o
PRS prometeu de lutar para a estabilidade, são elementos que envolveram o
partido nessa “diplomacia política”.
No dia 12 a agenda, esta delegação que pode ser considerada
de boa vontade e que luta para evitar situações mais complexas, manterá um
encontro com o embaixador da França na Guiné-Bissau e outras delegações à
indicar.
terça-feira, 28 de julho de 2015
ADESÃO DO PRS À IDC: uma visão e uma missão nobres
No passado dia
10 do corrente mês de Julho, na cidade do México, República dos Estados Unidos
Mexicanos, o Partido da Renovação Social
(PRS), foi por unanimidade admitido como membro de pleno direito da Internacional Democrata Centrista (IDC),
fundada em 1961, uma associação confederativa de Partidos da direita
democrática de todo o mundo, com membros dispersos, realmente, pelos cinco
continentes do nosso planeta e com sede principal na cidade de Bruxelas, Reino
da Bélgica.
Foi um processo
iniciado internamente com informações e sensibilizações de, sobretudo,
dirigentes do Partido, constituição de uma Comissão para a elaboração de
documentos-base de reflexão e até convocação dos seus órgãos colegiais
competentes que por unanimidade aprovaram o projecto final do pedido de adesão.
Este, devidamente tratado, fora de imediato remetido para a Presidência da
organização. Sem demora e contra o que se supusera, o processo foi agradavelmente
célere conseguindo ser seleccionado para a submissão à apreciação do Núcleo
Executivo e aprovação final da Instância de Líderes em menos de três meses.
Refira-se que o PRS foi admitido no mesmo dia com Partidos amigos africanos
como o do Presidente Bongo, do Gabão; Ouatara, da Costa do Marfim e de Patrício
Trovoada, de S. Tomé e Príncipe e também com votos de tantos outros como a
UNITA, o MpD, a Monamo, etc Até aqui a
nossa reflexão é simplesmente de natureza procedimental mas não nos descuramos
da componente conteudal, Deste modo e no
que concerne ao conteúdo essencial, importa perguntar: o que é a IDC e porquê
se interessou o PRS para justificar uma sua adesão?
Isto é muito
importante.
Começamos por
dizer que o mundo hoje em dia é cada vez mais pequeno e a solidariedade entre
povos e culturas deve ser o leitmotiv densificador e unificador de todos estes
valores. São valores basilares de qualquer sociedade: povos e culturas. Daí a
necessidade de colocar-se o homem no centro de toda a atenção e acção políticas,
através da implementação de programas e conteúdos jurídico-constitucionais e
políticos, nomeadamente a nível do chamado catálogo dos direitos fundamentais:
direitos, liberdades e garantias de um lado e direitos económicos, sociais e
culturais do outro. Isto no plano de luta/garantia pela sua consagração, protecção
e defesa. Neste caso quando houver agressão ou restrições ilegais.
Depois do
direito à vida, destacamos como elemento estrutural-axiológico fundamental a
liberdade: a liberdade de exercer qualquer tipo de actividade, seja ela económica,
cultural ou social desde que com respeito às outras situações jurídica e
igualmente vinculantes, porque também validamente constituídas e protegidas, a
liberdade de opinião, a liberdade religiosa, etc. Infere-se daqui que é caso
para dizer que a IDC defende a concepção doutrinal-antropológica de que ‘o homem é o centro, a origem e a finalidade
de toda a acção, nomeadamente em matéria de concepção, implementação e controlo
das politicas públicas’.
Ainda há bocado
ressalvamos o caso do direito à vida antes de entrarmos propriamente em matéria
de liberdade, porquanto esta pressupõe aquela e nela se fundamenta
valorativamente. Daí o entendimento da IDC ser no sentido de que a defesa dos
valores da liberdade passa, inelutavelmente, por combater os males de cada
época histórica dada com que o homem se confronta: ontem era o comunismo e hoje
é a intolerância religiosa (como o que acontece com o Estado Islâmico, Boko
Haram, etc) e ainda o populismo (os populistas prometem céus e terras, mundos e
fundos ao seu povo mas no fim acabam por distribuir pobreza e violência. Esta ocorre
sempre que o povo reclama contra aquela).
A IDC ainda tem
por objecto lutar contra a pobreza e pela construção de instituições sólidas no
domínio, entre outros, dos direitos sociais e funciona por estruturas
regionais/continentais, sendo hoje MpD a presidir a IDC África. Tem por órgãos
Reunião de Líderes, Conselho Directivo, Comité Executivo e Presidente. Além
disso, p. ex, a IDC África acolhe um seu Grupo no parlamento Pan-africano, uma
Organização das Mulheres Democráticas do Centro e uma outra da Juventude
Democrática do Centro.
Por seu turno,
o PRS, contra a velha e hedionda teoria popularizada de ser um partido tribal,
violento e anti-democrático, provou hoje ser portador de uma filosofia política
de natureza humanista e solidária, comprometido – porque subscritor - de uma
visão globalizada do desenvolvimento humano, científico e tecnológico e
favorável a uma cooperação mais sã com o mundo fora.
Trata-se, pois,
de um partido aberto, ideologicamente plural e democrata e antropologicamente
humanista, combatente da pobreza e seus consequentes condicionamentos nefastos.
Assim, é nossa
convicção hoje que o PRS ganhou uma voz e uma família políticas de maior e
indiscutível peso no mundo. Uma voz lá fora onde pode ouvir e ser ouvido sobre as
grandes – ou mesmo controversas - questões de vida política em curso no mundo
que interessem à organização e, particularmente, sobre a vida política interna;
como família o Partido inseriu-se neste seio para aqui beber conhecimentos
novos, experiências novas e ganhar oportunidades de estabelecer protocolos
políticos de cooperação bi ou mesmo multilateral sobre diferentes domínios que
identificar como necessidade estratégica e vital para a sua afirmação e para o
seu futuro, que se ambiciona melhor.
Por este modo
de ver, o PRS, depois da fundação e eleições de 2000 com a figura de Kumba Yalá
e outros, assiste hoje a uma sua terceira vitória digna de comemoração e de
registo na história política e democrática deste País de Amílcar Cabral.
Aproveitamos
aqui o ensejo para felicitar, curvando, a direcção superior do PRS, por intermédio
do seu Presidente Alberto I. Nambeia e do seu Secretário-geral Florentino M.
Pereira, por ter tido esta visão e aceite assumir a correspectiva missão até ao
seu termo de forma clarividente, democrática e coesa.
Trata-se de um
produto de todos e para todos, a levar a cabo com, suplicamos, devida disciplina,
responsabilidade e trabalho.
Bissau, Julho
de 2015
Por: Domingos
Quadé
sábado, 11 de julho de 2015
PRS torna-se membro da Internacional Democrática do Centro
10 de Julho de 2015, fica como a data histórica para os
dirigentes e militantes do Partido da Renovação Social da Guiné-Bissau (PRS).
Nesse dia o partido foi admitido como membro de pleno direito da Internacional Democrata Centrista (IDC). Neste
momento a IDC, é a família com mais peso político na Europa, sendo que os
partidos que a integram são governos Na Alemanha, Portugal e Inglaterra.
A confirmação dessa integração na IDC aconteceu no México,
onde decorreu no passado dia 10 de Julho, o Congresso dessa família política. Para testemunhar a entrada na IDC, o PRS fez
representar-se por uma delegação de peso composta por, Martina Moniz,
vice-presidente, pelo porta-voz,Victor Pereira e o actualmente quadro do PRS,
Dr. Domingos Quadé. Toda a delegação foi chefiada, pelo Dr. Florentino Mendes
Pereira, Secretário-geral do Partido.
Em declarações ao site, www.prsgb.com,
considerou de importante e histórica vitória, a integração do PRS na IDC,
porque o partido terá a partir de agora, os parceiros de peso na sua luta para
o bem-estar da nação guineense.
O que mais dá peso a essa
vitória, segundo Mendes Pereira, é que a integração do partido foi aceite por
todos, porque foi admitido por “aclamação.
Importa sublinhar que, há
quatro meses, em Bissau, o PRS recebeu uma reunião da IDC, antes de ser membro
de pleno direito.
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