Hoje, o Blog do PRS vai apresentar duas grandes novidades:
- O resultado das negociações com o PAIGC e consequente lista dos ministeriáveis do partido.
A segunda maior novidade será a mensagem do presidente e o secretário-geral, sobre os 42 anos da independência.
Não perca, mais tarde, a posição do PRS face a crise política que o país vive.
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Direcção do PRS manifesta a sua solidariedade a comunidade islâmica guineense
A Direcção do PRS decidiu manifestar a sua solidariedade com
a Comunidade Islâmica pela festa de Tabasky que deverá ter lugar em todo o
mundo amanhã, 24 de Setembro. O Partido liderado por Alberto Nambeia quer que
todos os muçulmanos guineenses orem para que haja paz e tranquilidade no país.
Estes votos ainda são extensivos para o entendimento que se pretende entre os
políticos.
Quanto a falha verificada na organização e que impediu que os
peregrinos guineenses se deslocassem para a cidade Santa da Meca, a Direcção do
PRS lamenta e pede aos muçulmanos mais tolerância com promessas de que nos
próximos tempos tudo será diferente.
O Partido quer ainda que os dirigentes políticos nacionais assumam
as suas responsabilidades e que tirem o povo do sofrimento.
A Nossa Solidariedade para com todos os guineenses.
O PRS
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Decisão tomada PRS no Governo
Os dirigentes do PRS decidiram na reunião da Comissão
Política de ontem (21) que o partido pode fazer parte do Governo a ser formado
por Carlos Correia. Na reunião que terminou quase ao início da noite, os
dirigentes do PRS centraram as discussões mais a volta de uma única questão:
Será que vale a pena aproximar-se de novo ao PAIGC? Depois de várias
intervenções onde um elevado número de militantes criticou a forma como o
partido entrou no primeiro Governo, se concluiu-se que os interesses nacionais
devem estar a acima dos interesses partidários. Aliás, ficou bem patente na
reunião que, se o PRS não integrar o Executivo, este não terá pernas para andar
em virtude das fracturas internas no PAIGC.
Acordada a entrada, os dirigentes recomendaram a Comissão
negocial do PRS para que exija ao PAIGC a clarificação das condições de integração.
Essa exigência, segundo os seus proponentes, visa acautelar possíveis
divergências que possam acontecer no decurso da governação. O PRS teme a vir a
ser acusado de provocar instabilidade, por isso os seus dirigentes exigiram que
tudo seja previamente esclarecido. Foi com base nessa exigência que, a direcção
do partido revelou aos militantes e dirigentes que, ainda ontem antes do início
da reunião da Comissão Política, houve um encontro entre o PAIGC e o PRS. A
direcção deixou promessas que a participação no futuro Governo será sustentada
com base num documento jurídico.
Assim, ainda hoje, o PRS deverá enviar, como apurou www.prsgb.com e www.prsgbissau.blogspot.com, os
nomes dos dirigentes que vão fazer parte do Governo. Até agora não se sabe quem
serão estes dirigentes, mas tudo indica que, três dos cinco elementos os
elementos do PRS que fizeram parte do Governo de Domingos Simões Pereira vão
manter.
Mantenhas di bó amigos di Comunicação di PRS.
Email: prsgbissau@gmail.com
Obrigado és i bu opinião
| |||
NOTA: a bom observancia face boa governaçao efectuada na epoca do Governo do DSP, o PRS saiu vencedor uma vez que demonstrou ao povo que ele quer o desenvolvimento, e o povo esta com olhos abertos
O governo caiu, o PRS nao tem nada com os problemas internos do PAIGC mas sim com o País, razao pelo qual, tomou parte no governo do Dr Baciro Dja, este é um acto que contribua para a salvaçao do País, e o povo esta a seguir os bons passos PRS tendo assim argumentdo o acto bastantemente.
Presentement, o PRS é o principal monitor do eventual governo, assim, deve ser exigido mas pastas para assim poder sustentar nao so o partido mas sim demonstrar o PAIGC como é que se faz a governaçao e como se procura a Paz duradoura num pais fragil como o nosso.
Assim sugero a participaçao no governo mas com maos cheias demonstrando DSP que o País esta em cima de todo, o PRS sofreu muito na governaçao do DSP mas esta vez seria bom que as coisas sejam mais limpas podendo assim trabalhar para no fim acolher ou seja recoltar os frutos plantados na actual governaçao. nao ha tempo, mas ha o tempos de saber aproveitar, o povo esta fingindo mas o dia esta perto em que, se o PRS aplicar as suas maquinas na governaçao e no terreno, recoltara melhor na proxima embate electorais NO PEGA TESSU
Sol Mansi Dja
Sol Mansi Dja
Obrigado o pessoal da Inglaterra, vamos colaborar
RPRSGB-UK vem atraves desta, solicitar ao departamento da comunicacao social do Partido, para que em conjunto trabalhasse na divigulgacao das noticias/comunicados sobre o partido, visto que temos uma pagina de facebook personalizada que tem sido visto semanalmente e (quando actualizada com as noticias) por cerca de um minimo de 1000 ou mais utilizadores da internet, esta pagina tem o nome da RPRS-UK(
Representação do PRSGB no Reino Unido - Rprsgb-Uk).
entendemos que este e' um meio para melhor divulgar e alargar o campo da informacao aos nossos militantes e simpatizantes. com isto pretendemos ajudar o partido no alcance do seu principal objectivo que e' a vitoria nas proximas embates eleitorais.
contaremos divulgar so aquilo que nos for enviado e que ao mesmo tempo e' divulgado no blog do partido (http://www.prsgbissau. blogspot.co.uk/p/blog-page. html) e partilhar alguns links com noticias que favorecem o partido como temos estado a fazer ate ao momento.
Cumprimento e continuacao de um excelente trabalho que teem estado a realizar ate aqui!
O nosso email e' rprsgb.uk@gmail.com
pedimos desculpa pelos erros de acentuacao pois o teclado do computador esta em ingles!!
RPRSGB-UK
Secretario
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Alberto Nambeia e Florentino Mendes Pereira vão dirigir a reunião
Dentro de instantes vai iniciar a reunião do PRS onde se vai decidir se o partido integra ou não o Governo. Para a dirigir a reunião estarão o Presidente do PRS, Alberto Nambeia Mbunhe e o Secretário-geral, Florentino Mendes Pereira. Os dois dirigtentes que colocaram o PRS numa situação de privilégio jamais conhecida, propmeteram que tudo será para o bem do partido e do País. Os interesses do PRS serão defendidos e a Guiné-Bissau será tomada em conta.
Alguns membros da Comissão Política já estão no Azalay.
Mantenhas di bó amigus di Comunicação di PRS.
prsgbissau@gmail.com
Alguns membros da Comissão Política já estão no Azalay.
Mantenhas di bó amigus di Comunicação di PRS.
prsgbissau@gmail.com
HOJE O PRS DECIDIRÁ E SÓ O PARTIDO SABE SE VAI FAZER PARTE DO GOVERNO E QUEM PODE SER MINISTRO OU SECRETÁRIO DE ESTADO
É hoje quando forem 14 horas que o Partido de Renovação Social (PRS) vai reunir a sua Comissão Política para analisar a proposta apresentada pelo PAIGC na reunião de ontem. Hoje, os membros daquele órgão vão decidir, não só se o PRS vai integrar, como saber entre o Acordo Político e o Pacto de Estabilidade, qual deve ser o instrumento mais adequado para o partido. Certo é que o PRS vai fazer a opção mais adequada para o partido e o país em geral.
Circularam em diferentes meios sociais a informação de que o PAIGC fez a exigência de ninguém que tenha participado no Governo de Baciro Djá não pode fazer parte do actual. Essas informações não passam da tentativa do PAIGC impor no PRS aquilo que não aceitou ao Presidente da República.
Se José Mário Vaz não pode escolher um Primeiro-ministro para o PAIGC, porque razão o PAIGC vai dizer que quem do PRS que fez parte no Governo de Baciro Djá não pode fazer parte do Governo de Carlos Correia - ou dizer que caberá ao Primeiro-ministro escolher no PRS? Portanto essa possibilidade é simplesmente impossível e a sua principal e única consequência é não ter o Governo. Ponto Final Parágrafo.
Quem é o PAIGC para saber da situação dos militantes do PRS? Sabem qual é a situação actual dos militantes; se estão abraços com processos disciplinares ou não; se são activos nas questões partidárias ou não? Qualquer tentativa dessa exigência seria a inviabilização de um eventual acordo. No PRS quem manda são os dirigentes e os militantes e não pessoas extras.
No PRS já existem duas garantias até o final da actual legislatura: No parlamento até o final da legislatura, Alberto Nambeia está lá. No Governo estarão dirigentes altura. E quem está a altura de saber quem pode dar uma boa resposta é o PRS e não pessoas que estão fora.
Respeitem o PRS, por favor: SE JOSÉ MÁRIO VAZ NÃO PODE (E NÃO PODE MESMO) ESCOLHER UM PRIMEIRO-MINISTRO PARA O PAIGC - COMO É QUE O PAIGC ACHA ACEITÁVEL O PRS ADMITIR QUE O PAIGC OU O PRIMEIRO-MINISTRO INDIQUE PESSOAS NO PRS PARA INTEGRAREM O GOVERNO? BÓ RISPITANU BÓ! COMO É QUE O PAIGC VAI PROPOR A PENALIZAÇÃO DAS PESSOAS QUE O PARTIDO INDIGITOU PARA O GOVERNO DE BACIRO DJÁ? ISSO SIGNIFICA QUE O PARTIDO É COMANDADO POR FORA. KILA CANA SEDU, MINDJOR BÓ TOMA NAM UTRU DECISÃO.
OBS: Como vocês DO OUTRO BLOG não
nos chamaram, também não vamos pronunciar o vosso nome, mas saibam que, o
futuro da vossa sobrevivência como Governo depende do PRS. Não é arrogância,
mas sim a factualidade, para não dizer a realidade. A nossa diferença é que
somos unidos e vocês não. Aqui há respeito a disciplina partidária. No vosso
partido não.
Má i bom pa bó sibi Cuma cumbida,
abó ku ta dissidi. Ceta sta na vontade di kim ku cumbidado. “Nó cana curi p
abai nim um cau, GUINÉ I DI NÓS”, Tino Trimó.
Ninguém pode impor regrar no PRS: na democracia cada um decide no seu partido e não do dos outros
É hoje quando forem 14 horas que o Partido de Renovação Social (PRS) vai reunir a
sua Comissão Política para analisar a proposta apresentada pelo PAIGC na
reunião de ontem. Hoje, os membros daquele órgão vão decidir, não só se o PRS
vai integrar, como saber entre o Acordo Político e o Pacto de Estabilidade,
qual deve ser o instrumento mais adequado para o partido. Certo é que o PRS vai
fazer a opção mais adequada para o partido e o país em geral.
Circularam em diferentes meios sociais a informação de que o
PAIGC fez a exigência de ninguém que tenha participado no Governo de Baciro Djá
não pode fazer parte do actual. Essas informações não passam da tentativa do PAIGC impor no PRS aquilo que não aceitou ao Presidente da República. Se José Mário Vaz não pode escolher um Primeiro-ministro para o PRS, porque razão o PAIGC vai dizer que quem fez parte no Governo de Baciro Djá não pode fazer parte do Governo de Carlos Correia - ou dizer que caberá ao Primeiro-ministro escolher no PRS? Portanto essa possibilidade é simplesmente impossível e a sua principal e única consequência é não ter o Governo. Ponto Final Parágrafo.
Quem é o PAIGC para saber da situação dos militantes do PRS? Sabem qual é a situação actual dos militantes; se estão abraços com processos disciplinares ou não; se são activos nas questões partidárias ou não? Qualquer tentativa dessa exigência seria a inviabilização de um eventual acordo. No PRS quem manda são os dirigentes e os militantes e não pessoas extras.
Quem é o PAIGC para saber da situação dos militantes do PRS? Sabem qual é a situação actual dos militantes; se estão abraços com processos disciplinares ou não; se são activos nas questões partidárias ou não? Qualquer tentativa dessa exigência seria a inviabilização de um eventual acordo. No PRS quem manda são os dirigentes e os militantes e não pessoas extras.
No PRS já existem duas garantias até o final da actual
legislatura: No parlamento até o final da legislatura, Alberto Nambeia está lá.
No Governo estarão dirigentes altura. E quem está a altura de saber quem pode
dar uma boa resposta é o PRS e não pessoas que estão fora,
OBS: Como vocês não nos chamaram,
também não vamos pronunciar o vosso nome, mas saibam que, o futuro da vossa
sobrevivência como Governo depende do PRS. Não é arrogância, mas sim a
factualidade, para não dizer a realidade. A nossa diferença é que somos unidos
e vocês não. Aqui há respeito a disciplina partidária. No vosso partido não.
Má i bom pa bó sibi Cuma cumbida,
abó ku ta dissidi. Ceta sta na vontade di kim ku cumbidado. “Nó cana curi p
abai nim um cau, GUINÉ I DI NÓS”, Tino Trimó.
domingo, 20 de setembro de 2015
PRS reuniu com o PAIGC e só dará resposta depois da reunião da Comissão Política
Na sequência do pedido de encontro recebido na semana
sexta-feira (18), a direcção do PRS reuniu hoje (20) com o PAIGC. No encontro,
a comitiva do PAIGC liderada pelo seu presidente Domingos Simões Pereira,
apresentou ao PRS a sua proposta para que o partido tome parte no Governo de
Carlos Correia.
O PAIGC argumentou que, o convite lançado ao PRS insere-se
na necessidade de garantir uma estabilidade parlamentar e que permita a boa
governação. Florentino Mendes Pereira que liderou a comitiva negocial do PRS
agradeceu o Governo e avançou ao Presidente do PAIGC que a proposta será
analisada na reunião da Comissão Política do partido.
O Secretário-geral do PRS disse que, segundo soube www.prsgb.com e o www.prsgbissau.blogspot.com , em
situações dessa natureza, as decisões são tomadas nos órgãos competentes, pelo
que acredita que, o Partido vai dar resposta o mais breve possível. Assim, o
PRS marcou para amanhã (21) a sua reunião da Comissão Política para analisar a
proposta apresentada pelo PAIGC. Não se sabe ainda qual será a resposta, mas
certo é que o PRS vai exigir que haja um documento que sentencie a sua integração.
Aliás, na agenda, para além do Acordo Político que se
pretende, o PRS quer mesmo que haja um Pacto de Estabilidade.
Mantenhas di bó amigos di comunicação di PRS
Mantenhas di bó amigos di comunicação di PRS
sábado, 19 de setembro de 2015
PRS histórico e solução, voltou a receber convite do PAIGC para integrar o Governo
PRS: Uma marca e imagem que custaram sacrifícios
Criado em 1992 pelo seu
carismático fundador, Dr. Koumba Yalá, o PRS precisou apenas de dois anos para
afirmar-se na cena política nacional. Durante os anos da sua existência, o
partido de bases (como é chamado por alguns) conseguiu convencer o povo
guineense que estava na cena política apenas para ajudar no apoio ao
desenvolvimento. Por isso o povo levou o PRS ao Parlamento, à Presidência e ao
Governo.
No exercício do poder, o PRS
cometeu alguns falhas e essas falhas foram sancionadas pelo povo, mas
curiosamente, nunca deixou de apostar nele. Em 2012, Koumba Yalá decidiu
finalmente passar o testemunho a outros. E nestes outros, no Congresso
realizado em Dezembro do referido ano, os militantes escolheram Alberto Nambeia
como, presidente do partido e Florentino Mendes Pereira, como Secretário-geral.
Estes dois dirigentes e seus
respectivos colaboradores, fizeram o que podemos chamar de estudo do caso.
Todas as iniciativas boas do passado foram conservadas e as menos aceitadas
foram melhoradas. Como resultado, o PRS melhorou de forma significativa a sua
simpatia para com o povo. O partido nas últimas eleições saiu de 23 para 41
deputados. Não obstante os números serem importantes, a liderança do PRS soube
interpretá-los. Fazer a oposição responsável de forma a permitir que quem vença
as eleições governar.
PRS não pagará nunca a factura do PAIGC
Ao longo da última governação
assumida pelo PAIGC, a direcção deste último entendeu que para a estabilidade
governativa precisava do PRS no Governo. Uma atitude que sempre o PRS louvou,
mas que carecia de sustentabilidade, porque nem todos os dirigentes do PAIGC
viam com bons olhos a iniciativa do seu presidente. Portanto é bom que fique
claro que, Domingos Simões Pereira teve a nobre ideia de integrar o PRS na
governação, mas infelizmente, alguns dos dirigentes e militantes do seu partido
não partilhavam essa mesma visão. No Governo, o PRS participou com toda a
determinação e a história registará que, no primeiro ano de governação as
pastas assumidas por este partido não ficaram para trás no balanço. Tanto
Domingos Simões Pereira, os guineenses e a Comunidade Internacional
reconheceram mérito ao PRS e aos seus dirigentes. Aqui no PRS fizemos o
contrário, não em termos apenas de humildade, mas no aconselhável dar ao césar
o que é de césar: Este mérito é mais do PAIGC, porque foi quem convidou o PRS a
fazer parte do Governo. Foi quem deu oportunidade aos dirigentes do PRS para se
mostrarem. E neste particular o partido sempre agradeceu, não obstante todo o
esforço despendido visar apenas dar uma importante contribuição para o
bem-estar da nação guineense.
Porém, no primeiro ano da
governação, surgiram algumas divergências entre os militantes do PAIGC. O
Presidente da República achou (e disse publicamente) que não tinha condições de
coabitar com Domingos Simões Pereira. Primeiro-ministro e Presidente do PAIGC.
Em consequência disso demitiu o Governo do PAIGC e do qual o PRS fazia parte. A
partida, o assunto é exclusiva e de inteira responsabilidade do PAIGC. O PRS
voltou ao seu cantinho a espera do fim da crise e das próximas eleições. Mas
infelizmente há quem quer que seja o PRS a arcar com a crise. Porquê? Porque na
solução encontrada pelo Presidente da República, o PRS foi apontado com uma das
partes capazes de ajudar. E tal como Domingos Simões Pereira, o novo
Primeiro-ministro entendeu por bem e para a estabilidade governativa convidar o
PRS a tomar parte no Governo.
Contrariamente ao sucedido
aquando do convite de Domingos Simões Pereira, por causa das circunstâncias e
do tempo, o presente pedido foi levado a reunião da Comissão Política do
Partido. Porquê? Porque o assunto não só era polémico, como o partido precisava
de suporte que sustentasse o convite. Depois da direcção passar informações
ligadas ao convite, tal como rege a democracia e vigora no PRS, as competências
passaram para os militantes através de uma deliberação na plenária daquele
órgão. Primeiro equívoco que deve ser esclarecido, é que a integração do PRS não
foi vontade de pessoas, mas sima decisão legítima dos militantes, embora
existam alguns que tinham posições contra, mas, pronto a decisão é do PRS e
todos se revêem nela. É assim num partido onde impera a disciplina partidária –
é assim num partido onde impera a união e é assim num partido que se pretende
fortificar. Não podem existir nunca os chamados (nha boca casta). O que seria o
PRS, se numa decisão daquela natureza, por exemplo, um Alberto Nambeia ou
Florentino Mendes Pereira virem a público dizerem que não se revêem nela? Seria
o fim do partido; seria início de uma crise sem precedentes. Seria igual ao que
está a acontecer no PAIGC. Naquele partido, pelo menos pelo que temos assistido
até aqui, os órgãos deliberam, os militantes assumem posições que querem. Aqui,
isso não funciona, felizmente.
Fazer PRS responsável da crise, é uma invenção que não pegará
Durante um ano de coabitação no
Governo, as acções do PRS não foram apenas no Governo. No Parlamento,
felizmente, foi o PRS quem evitou que não houvesse moção de censura, porque não
é segredo, a crise intestinal que o PAIGC sempre viveu, vive e que viverá. Mas
em virtude do seu compromisso, o PRS, através da sua bancada parlamentar,
respeitou a orientação do voto. Tanto assim que o presidente do PAIGC e
Primeiro-ministro demitido nunca teve queixas do PRS. O Partido sempre
funcionou daquela forma, não apenas para dar o benefício de dúvidas; reconhecer
o direito de governar a quem ganhou, mas acima de tudo, ajudar na tranquilidade
dos guineenses e garantir a paz e estabilidade de que o país precisa. Hoje, em
virtude das guerras no PAIGC, alguns querem que o PRS seja apontado como mentor
dessa crise. Falsa tentativa, porque desta vez, podem acreditar, o PRS não
deixará ser atingido pela máquina de propaganda do PAIGC. A crise que estamos a
viver hoje na Guiné-Bissau é de inteira e exclusiva responsabilidade do PAIGC.
Dizemo-lo hoje, estaremos preparados para o dizer amanhã e em qualquer espaço.
Não há nenhuma possibilidade do PRS assumir essa crise.
Integração do PRS no Governo
Qualquer político que se declarar
como tal, tem a intenção de chegar a governação. Aliás, é por isso que se criam
partidos políticos e se organiza as eleições. O PRS quer o poder. Mentira qualquer
um que disser o contrário. Agora, em que circunstâncias o PRS quer o poder na
Guiné-Bissau? Apenas através do reconhecimento do mérito. Pode ser por via
popular (quando o povo o votar) ou por reconhecimento através de uma coligação
ou convite como o PAIGC já fez e pretende fazer. E para informação de todos, o
PRS recebeu no passado dia 18 de Setembro um convite da direcção do PAIGC para
se discutir as possibilidades do partido fazer parte da governação. A reunião
está marcada para o próximo dia 20 de Setembro de 2015.
No entanto, desta vez, a única
garantia que o PRS dá, é que tudo será diferente. A integração no Governo será
mediante um Acordo Prévio, ou um Pacto de Estabilidade (preferência do PRS). Caso
contrário o partido agradecerá o convite e continuará na oposição que é o lugar
que conquistou nas eleições. O PRS não será usado e nem é satélite de nenhum
partido.
Tudo tem o seu custo e o PRS,
para o bem dos seus militantes e dos guineenses saberá posicionar-se desta vez.
O Convite será discutido com o PAIGC; vai a Comissão Política; volta a
discussão com o PAIGC e se possível, acorda-se. Se não…
Dirigentes do PRS no Governo
Tudo no PRS é deliberado. No PRS
só manda o PRS e não partidos extras. O único poder, que o PAIGC tem terá no
PRS é só endereçar o convite. O PAIGC não decidirá sobre um único nome do PRS a
integrar o Governo. Se o PRS sabe quais são os seus dirigentes capazes de
interpretar o seu o Programa de Governo, o PRS sabe igualmente quem está a
altura de dar respostas aos anseios do partido. Portanto os boatos de nomes e
de condenações, não passam de meros boatos. Quando chegar o dia, vai para o
Governo quem o PRS entender. O melhor que o PAIGC deve fazer antes de tudo é
criar prescindir do partido PRS. Se o PAIGC lutou para os seus direitos em nome
do seu presidente, o PRS está a altura de fazer o mesmo. No PAIGC manda
Domingos Simões Pereira, porque ganhou o Congresso, no PRS mandam Alberto
Nambeia e Florentino Mendes Pereira porque ganharam o Congresso. Não há outra
figura capaz de decidir em nome do partido na presença destes.
Insultos dirigentes políticos
Nas reacções a mensagem enviada a
direcção do Progresso Nacional houve quem insinuou em como há algo para
insultar Domingos Simões Pereira, Cipriano Cassamá e José Mário Vaz. É bom que
fique claro e o Progresso Nacional devia publicar a segunda versão da reacção.
Tal como eles nunca insultaram dirigentes do PRS quando tudo era maravilha,
significa que não tinham motivos. Agora por causa de crise no PAIGC tiveram
motivos; da nossa parte, é exactamente isso que está acontecer. Ainda não há
motivos para insultar Domingos, Jomav e Cipriano Cassamá, mas se os insultos
aos dirigentes do PRS persistirem, não duvidem; vamos descer mais abaixo ainda.
Quem pode mais, pode menos. Kila gora cana maina. Kaba i na sedu nó
continua djubi kumpanher li na Bissau. Anós li ku nó sta.
“Resolvam os vossos problemas e
deixem o PRS em Paz. Chegamos onde estamos, por mérito. Não aceitaremos nunca
que ninguém belisque a imagem do Partido chega!”.
Mantenhas
di bó amigos di comunicação di PRS
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