No dia em que é esperado muitas decisões ligadas a governação (hoje há Conselho de Ministros e certamente haverão nomeações), a Direcção do Partdo da Renovação Social aproveita para encorajar aos seus militantes. Dizê-los que é assim a luta. O que é verdade, é a mudança. Definitivamente o PRS mudou. E com este ritmo, está provado que o Governo em 2018 (ano de novas eleições) será formado pelo PRS.
A direcção orgulho da prestação de todos os seus militantes durante o período que esteve no Governo.
Um abraço forte ao Jovem, Dr. Roberto M'besba. A direcção está a acompanhar de perto a tentativa de humilhação que está a ser alvo no Instituto Nacional de Segurança Social. O PRS aproveita para alertar que se a situação não for resolvida de forma decente, será obrigado a recorrer a outras medidas.
Mantenhas di bó amigos di Comunicação di PRS
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
GOVERNO REUNE COM A CENTRAL SINDICAL
No encontro, hoje mantido, dia 27 de outubro, entre a Sua Excelência, o Primeiro-Ministro, Sr. Carlos Correia e o Secretário-Geral, Sr. Estêvão Gomes Có, da Central Sindical, UNTG, foram abordados várias questões, a saber: a atual situação do início das aulas, face as reivindicações e a greve de 30 dias decretada pelo SINDEPROF; a reabilitação do edifício e da Policlínica da UNTG; a divida da quota do sindicato para com a Ousa e África Internacional CCI, etc.
O Sr. Estêvão Gomes justificou o propósito da visita, de que sendo a Central Sindical parceira do governo “há vários problemas que existem atualmente no país. Há uma necessidade para que haja um diálogo aberto com o governo.” Mais adiante, também avançou: “Falamos sobre a Educação, que neste momento está em greve e há uma necessidade, que ele chamasse o ministro da área para melhor inteirar da situação.”
O Chefe do Executivo agradeceu a visita disse ter tomado boa nota das preocupações levantadas e que iria dar orientações no sentido de se ultrapassar a problemática da greve em curso.
Bissau, 27 de outubro de 2015
Carlos Vaz
Conselheiro para Comunicação e Informação do Governo
Encontro de reflexão sobre crimes ambientais
Presidência da República, em parceria com o Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), organiza, de 28 a 30 de Outubro, em Bissau, um encontro de reflexão sobre crimes ambientais.
O encontro visa essencialmente suscitar uma discussão profunda entre as autoridades nacionais que operam no setor ambiental, proporcionar um espaço de troca de informação e de diálogo, a fim de responder, de maneira holística, à estas questões numa perspetiva jurídico-penal.
Durante três dias, representantes da sociedade civil e das instituições do Estado vão apresentar seus trabalhos em quatro sessões de debates abertos, sendo a quinta e sexta sessões especificamente destinadas aos peritos do Presidência da República, Ministério da Justiça, Ministério Público, Judiciária, Assembleia Nacional Popular, Faculdade de Direito de Bissau, inclusive da Secretaria de Estado do Ambiente e Pescas, do IBAP e do INEP para a elaboração das recomendações a seremapresentadas no Fórum Nacional consagrado à Justiça Criminal, a ser organizado pelo Ministério da Justiça, com o apoio da UNIOGBIS.
O evento será realizado numa das salas de Conferência da Assembleia Nacional Popular nos dias 28, 29 e 30 de Outubro de 2015.
Bissau, 27 de Outubro de 2015
PIU/UNIOGBIS
domingo, 25 de outubro de 2015
Parabéns aos nossos dignos militantes
Caros cidadãos,
Os últimos dias, estão a ser marcados com algumas chantagens aos dirigentes e nilitantes do PRS colocados na liderança de certas instituições públicas. Depois do caso do INSS em que o anterior director pediu demissão por discordar com certas coisas, está mais um na forja.
Por outro lado, o PRS convida ao cidadao Aly Silva a apresentar queixa, sobre as denúnccias que fez, porque escrever as asneiras e dizer baboseiras parecem não chegar.
Depois, o Aly Silva vai escrever coisas, talvez não sabe que a primeira pessoa a manifestar vontade de ir ao Ministério Público é o Dr. Roberto M'besba. Roberto M'besba, para a tua informação, embora com metade da tua idade, já tinha tudo o que hoje tem antes de ser director do INSS. Sabias? Não sabias.
Aly, bu kumsa más! É biás gora nó guerra na fio, si bu ca fia, continua.
Mantenhas di bó amigos de comunicação di PRS.
Os últimos dias, estão a ser marcados com algumas chantagens aos dirigentes e nilitantes do PRS colocados na liderança de certas instituições públicas. Depois do caso do INSS em que o anterior director pediu demissão por discordar com certas coisas, está mais um na forja.
Por outro lado, o PRS convida ao cidadao Aly Silva a apresentar queixa, sobre as denúnccias que fez, porque escrever as asneiras e dizer baboseiras parecem não chegar.
Depois, o Aly Silva vai escrever coisas, talvez não sabe que a primeira pessoa a manifestar vontade de ir ao Ministério Público é o Dr. Roberto M'besba. Roberto M'besba, para a tua informação, embora com metade da tua idade, já tinha tudo o que hoje tem antes de ser director do INSS. Sabias? Não sabias.
Aly, bu kumsa más! É biás gora nó guerra na fio, si bu ca fia, continua.
Mantenhas di bó amigos de comunicação di PRS.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Não é preciso chantagear
Uma semana de vigência do actual Governo, foi suficiente para alguns dos dirigentes do PRS ainda em funções públicas começarem a ser alvos de chantagens. Certos Ministros, talvez como forma de ter o caminho livre para demitir, fazem exigências absurdas à certos directores, sobretudo os nomeados pelo PRS.
Alguns assumiram as posições de não respeitar ordens chantagistas e preferem deixar as funções no lugar de ceder. Para aqueles cuja direcção já tem conhecimento, os conselhos dados é para que qualquer actuação seja no quadro da legalidade. Isto, qualquer ordem capaz de comprometer o país ou comprometer ou o titular das funções, o melhor é pedir demissão.
Por outro lado a Direcção do PRS garante que não leva a mal esta situação, porque infelizmente ela se enraizou. Os partidos em governação arrogam o direito de açambarcar tudo.
Mantenhas di bó amigos di Comunicação di PRS
Alguns assumiram as posições de não respeitar ordens chantagistas e preferem deixar as funções no lugar de ceder. Para aqueles cuja direcção já tem conhecimento, os conselhos dados é para que qualquer actuação seja no quadro da legalidade. Isto, qualquer ordem capaz de comprometer o país ou comprometer ou o titular das funções, o melhor é pedir demissão.
Por outro lado a Direcção do PRS garante que não leva a mal esta situação, porque infelizmente ela se enraizou. Os partidos em governação arrogam o direito de açambarcar tudo.
Mantenhas di bó amigos di Comunicação di PRS
Todos disseram que o jantar foi bom
O Jantar de confraternização oferecido pelo Presidente do PRS aos jornalistas, foi muito bom. É esta a sensação que os jornalistas deixaram depois do encontro com o presidente do PRS. Num curto discurso gravado pela imprensa, o presidente Alberto Nambeia falou da situação política do país e sem entrar em polémicas, reafirmou mais uma vez que o PRS fará oposição construtiva.
Amanhã, nas comemorações de 24 de Outubro dia do assinalar dos 70 anos das Nações Unidas, vão ouvir mais sobre o PRS.
Mantenhas di bó amigos di comunicação di PRS
Amanhã, nas comemorações de 24 de Outubro dia do assinalar dos 70 anos das Nações Unidas, vão ouvir mais sobre o PRS.
Mantenhas di bó amigos di comunicação di PRS
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
CPLP reticente com a Ecomib
Não mereceu acolhimento esperado uma proposta da CEDEAO tendente a levar a CPLP a participar activamente no esforço de manutenção da ordem/paz na Guiné-Bissau que tem estado confiado à ECOMIB. Foram consideradas duas modalidades de participação:
a) financeira, que consistia em repartir com a CPLP os custos que a CEDEAO até agora tem suportado integralmente com a ECOMIB;
b) operacional, que consistia em admitir contingentes de países da CPLP na estrutura militar da ECOMIB, permitindo assim uma desafectação parcial de forças oriundas de países da região.
A posição da CEDEAO foi comunicada à CPLP pela própria organização. Autoridades do Senegal, país que preside à CEDEAO, bem como da Nigéria, o Estado mais influente da região, apresentaram por sua vez o assunto a autoridades de países da CPLP. As reservas da CPLP são consideradas reflexo de reservas dos próprios países da organização.
Difícil restabelecimento da confiança internacional
1 . A confiança internacional na Guiné-Bissau não aparenta estar a recompor-se por efeito da solução encontrada para a crise política dos últimos dois meses (AM 972), que minou a mesma de forma considerada extensa. A evidência é associada a percepções segundo as quais a solução que se encontrou é frágil.
Abalizadas análises sobre o assunto consideram que o Presidente, José Mário Vaz (JMV) está enfraquecido e isolado em relação aos restantes órgãos de poder. É apontado como “causador” da crise. Sente necessidade de recuperar, de preferência em detrimento dos seus adversários de modo a reganhar ascendente sobre eles.
Os seus adversários, na pessoa do Governo e Assembleia Nacional, não só não tenderão a facilitar a recuperação do Presidente, no qual não confiam, pessoal e politicamente, como aparentam pretender “aproveitar” o mau momento que o mesmo atravessa em termos de reputação/prestígio para o tentar comprometer mais.
As discrepâncias entre as posições do Presidente e seus adversários são vistas como um foco de tensões e choques que se reflectirão negativamente no funcionamento do Governo, na acção governativa e no clima de estabilidade em geral – razão de ser das reticências que a situação actual suscita nos planos regional e internacional.
2 . Nos últimos dias foram assinaladas iniciativas, supostamente do interesse do Presidente e/ou do seu círculo, no sentido de retirar à ala do PAIGC alinhada com o Governo maioria de votos que de per se permitiria a aprovação do programa do novo Governo a apresentar pelo Primeiro-Ministro, Carlos Correia.
Braima Camará e Baciro Djá, eleitos deputados pelo PAIGC, mas com mandato suspenso, requereram o seu regresso à bancada. Ambos são conotados com o Presidente. A iniciativa do seu regresso terá obedecido ao cálculo de promover a saída da bancada de dois apoiantes do Governo/alargar a ala dos adversários.
O PAIGC dispõe na Assembleia de 55 deputados. O PRS, segundo maior partido, conta com 41.
4. Se, conforme se especula, o PRS se dispuser a votar contra a aprovação do programa do Governo, bastará que também seja esse o sentido de voto de um pequeno número de deputados do PAIGC para que o programa seja rejeitado (o que conferiria ao Presidente acrescida capacidade de intervenção política).
JMV também denota estar a contar a favor das suas expectativas de recuperação política com o desfecho do processo judicial aberto para apurar responsabilidades criminais do mesmo, enquanto antigo ministro das Finanças, no eventual descaminho de um apoio orçamental de USD 12 milhões prestado por Angola.
Se JMV vier a ser ilibado, conforme também se prevê que virá a acontecer em meios com apropriado conhecimento do assunto, tal poderá igualmente redundar num embaraço para os seus adversários políticos, por se terem feito eco das acusações contra o ex-ministro das finanças na gestão que fez dos referidos dinheiros.
3 . Nas avaliações internacionais correntes acerca do grau de estabilidade que o quadro actual da situação apresenta, as análises valorizam dois:
- Diminuíram consideravelmente os riscos de ingerência/intervenção dos militares na política; as Forças Armadas, consideradas em bloco, não revelam antigas apetências insurreccionais.
- Geraldo Martins, o ministro da Economia e Finanças do anterior Governo de Domingos Simões Pereira (DSP) foi mantido em funções no actual executivo; colmata relativamente a lacuna gerada pela inferior reputação do actual PM, quando comparado com o anterior, DSP.
In Africa Monitor
a) financeira, que consistia em repartir com a CPLP os custos que a CEDEAO até agora tem suportado integralmente com a ECOMIB;
b) operacional, que consistia em admitir contingentes de países da CPLP na estrutura militar da ECOMIB, permitindo assim uma desafectação parcial de forças oriundas de países da região.
A posição da CEDEAO foi comunicada à CPLP pela própria organização. Autoridades do Senegal, país que preside à CEDEAO, bem como da Nigéria, o Estado mais influente da região, apresentaram por sua vez o assunto a autoridades de países da CPLP. As reservas da CPLP são consideradas reflexo de reservas dos próprios países da organização.
Difícil restabelecimento da confiança internacional
1 . A confiança internacional na Guiné-Bissau não aparenta estar a recompor-se por efeito da solução encontrada para a crise política dos últimos dois meses (AM 972), que minou a mesma de forma considerada extensa. A evidência é associada a percepções segundo as quais a solução que se encontrou é frágil.
Abalizadas análises sobre o assunto consideram que o Presidente, José Mário Vaz (JMV) está enfraquecido e isolado em relação aos restantes órgãos de poder. É apontado como “causador” da crise. Sente necessidade de recuperar, de preferência em detrimento dos seus adversários de modo a reganhar ascendente sobre eles.
Os seus adversários, na pessoa do Governo e Assembleia Nacional, não só não tenderão a facilitar a recuperação do Presidente, no qual não confiam, pessoal e politicamente, como aparentam pretender “aproveitar” o mau momento que o mesmo atravessa em termos de reputação/prestígio para o tentar comprometer mais.
As discrepâncias entre as posições do Presidente e seus adversários são vistas como um foco de tensões e choques que se reflectirão negativamente no funcionamento do Governo, na acção governativa e no clima de estabilidade em geral – razão de ser das reticências que a situação actual suscita nos planos regional e internacional.
2 . Nos últimos dias foram assinaladas iniciativas, supostamente do interesse do Presidente e/ou do seu círculo, no sentido de retirar à ala do PAIGC alinhada com o Governo maioria de votos que de per se permitiria a aprovação do programa do novo Governo a apresentar pelo Primeiro-Ministro, Carlos Correia.
Braima Camará e Baciro Djá, eleitos deputados pelo PAIGC, mas com mandato suspenso, requereram o seu regresso à bancada. Ambos são conotados com o Presidente. A iniciativa do seu regresso terá obedecido ao cálculo de promover a saída da bancada de dois apoiantes do Governo/alargar a ala dos adversários.
O PAIGC dispõe na Assembleia de 55 deputados. O PRS, segundo maior partido, conta com 41.
4. Se, conforme se especula, o PRS se dispuser a votar contra a aprovação do programa do Governo, bastará que também seja esse o sentido de voto de um pequeno número de deputados do PAIGC para que o programa seja rejeitado (o que conferiria ao Presidente acrescida capacidade de intervenção política).
JMV também denota estar a contar a favor das suas expectativas de recuperação política com o desfecho do processo judicial aberto para apurar responsabilidades criminais do mesmo, enquanto antigo ministro das Finanças, no eventual descaminho de um apoio orçamental de USD 12 milhões prestado por Angola.
Se JMV vier a ser ilibado, conforme também se prevê que virá a acontecer em meios com apropriado conhecimento do assunto, tal poderá igualmente redundar num embaraço para os seus adversários políticos, por se terem feito eco das acusações contra o ex-ministro das finanças na gestão que fez dos referidos dinheiros.
3 . Nas avaliações internacionais correntes acerca do grau de estabilidade que o quadro actual da situação apresenta, as análises valorizam dois:
- Diminuíram consideravelmente os riscos de ingerência/intervenção dos militares na política; as Forças Armadas, consideradas em bloco, não revelam antigas apetências insurreccionais.
- Geraldo Martins, o ministro da Economia e Finanças do anterior Governo de Domingos Simões Pereira (DSP) foi mantido em funções no actual executivo; colmata relativamente a lacuna gerada pela inferior reputação do actual PM, quando comparado com o anterior, DSP.
In Africa Monitor
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Deputados querem José Mário Vaz no parlamento para ajudar a esclarecer acusações da corrupção
A Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar prossegue os seus trabalhos com vista a apurar a veracidade das denúncias do Chefe de Estado, José Mário Vaz proferidas a 12 de Agosto durante uma comunicação ao país em que acusara o então governo liderado por Domingos Simões Pereira de actos de corrupção.
Esta segunda-feira, 19 de Outubro de 2015, Geraldo Martins, Ministro da Economia e Finanças de Simões Pereira, e que ocupa a mesma pasta no actual elenco governativo liderado por Carlos Correia, foi ouvido na sede da Assembleia Nacional Popular e deu alguns esclarecimentos a Comissão.
“Agradecemos-lhe pela clareza das informações que nos facultou e penso que as informações que nos facultou, vai nos permitir enriquecer o nosso trabalho, porque havia aspectos que eram necessários esclarecer”, disse à saída Helder Barros, porta-voz da Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar, que revelou ainda que já enviaram uma carta pedindo a comparência do Presidente da República para ser ouvido na Assembleia Nacional Popular pela mesma comissão e no mesmo âmbito.
Quanto ao Ministro da Economia e Finanças, este mostrou-se tranquilo após ser ouvido por mais de uma hora. “Estou satisfeito e penso que cumpri com um dever enquanto cidadão e enquanto governante. Prestei as informações que devia prestar e eu saio satisfeito desta audição” afirmou Geraldo Martins
Na sua comunicação ao país, momentos antes de demitir o executivo de Domingos Simões Pereira, o Presidente da República, José Mário Vaz, levantou algumas questões sobre a gestão de fundos públicos pelo governo referindo também suspeitas de actos de nepotismo.
Iancuba Dansó
(c) PNN Portuguese News Network “Agradecemos-lhe pela clareza das informações que nos facultou e penso que as informações que nos facultou, vai nos permitir enriquecer o nosso trabalho, porque havia aspectos que eram necessários esclarecer”, disse à saída Helder Barros, porta-voz da Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar, que revelou ainda que já enviaram uma carta pedindo a comparência do Presidente da República para ser ouvido na Assembleia Nacional Popular pela mesma comissão e no mesmo âmbito.
Quanto ao Ministro da Economia e Finanças, este mostrou-se tranquilo após ser ouvido por mais de uma hora. “Estou satisfeito e penso que cumpri com um dever enquanto cidadão e enquanto governante. Prestei as informações que devia prestar e eu saio satisfeito desta audição” afirmou Geraldo Martins
Na sua comunicação ao país, momentos antes de demitir o executivo de Domingos Simões Pereira, o Presidente da República, José Mário Vaz, levantou algumas questões sobre a gestão de fundos públicos pelo governo referindo também suspeitas de actos de nepotismo.
Iancuba Dansó
PRS e as bases
O presidente do PRS, Alberto Nambeia, deverá iniciar nos próximos dias uma campanha de contacto com as diferentes bases do partido. A campanha levará o presidente do partido a quase todas as regiões do país com o intuito de manter os militantes e simpatizantes do PRS informados sobre a situação política do País e as estratégias com vista a reforçar as fileiras do partido. Nessas deslocações, o presidente do PRS vai acompanhado do Secretário-geral, Florentino Mendes Pereira que neste momento se encontra fora do País, concretamente em Espanha a participar no Congresso do PP.
O PRS vai às bases a pensar na redefinição das suas estratégias em diferentes frentes, a começar pelo campo interno, onde no próximo ano, o país fará um Congresso.
domingo, 18 de outubro de 2015
PRS participa no congresso do PSOE
O Secretário-geral do PRS se encontra neste momento a
caminho de Espanha onde deverá participar na reunião do Partido Popular
Espanhol (PPE). Florentino Mendes Pereira vai aproveitar a ocasião para apresentar a
mensagem do presidente do PRS aos dirigentes do PPE, de quem é parceiro na
IDC. Momentos antes de partir para Espanha, Mendes Pereira reunião com o
Presidente onde entre outros abordaram assuntos ligados a vida nacional.
Assinar:
Postagens (Atom)