quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Abdelhamid Abaaoud terá sido mandado parar pela polícia, que o deixou seguir

Abdelhamid Abaaoud© Reuters Abdelhamid Abaaoud
O homem que a polícia acredita ter orquestrado o ataque a Paris, na sexta-feira passada, foi entrevistado em fevereiro pela Dabiq, a revista mensal de propaganda do Estado Islâmico, onde se gabou de ter estado debaixo do radar dos serviços de inteligência, conseguindo não ser capturado, ao mesmo tempo que planeava o massacre ocorrido na passada sexta-feira.
Ao longo de três páginas de entrevista, Abu Umar al-Baljiki, o nome de guerra de Abdelhamid Abaaoud, como é conhecido no Estado Islâmico o terrorista belga de 27 anos, conta como tudo se passou.
Abaaoud viajou com outras duas pessoas da Síria para a Bélgica, em fevereiro, para "aterrorizar os cruzados que estão a fazer a guerra contra os muçulmanos". A entrada na Europa foi um processo que levou meses mas, uma vez no Velho Continente, "conseguimos arranjar armas e montar um abrigo secreto enquanto planeámos a continuidade das operações contra os cruzados. Tudo isto foi facilitado por Alá", explicou Abaaoud.
O grande golpe de sorte, no entender de Abaaoud, chegou mais tarde. Depois de um cerco das autoridades belgas ao seu abrigo secreto, que gerou trocas de tiros e a morte de dois dos seus irmãos, Abaaoud tornou-se um homem procurado, graças a um vídeo seu que foi parar às mãos de um jornalista. Abaaoud tornou-se mais cauteloso, mas acabou por ser mandado parar por um polícia que, com o seu retrato nas mãos, não foi capaz de o associar ao homem da fotografia, deixando-o ir-se embora. "Isto não foi mais do que um presente de Alá", concluiu Abaaoud.
Após a rusga realizada ao abrigo secreto, Abaaoud conta que os serviços de inteligência europeus e norte-americanos uniram forças e prenderam muitos muçulmanos mas, "pela glória de Deus", nenhum dos homens apanhados estava relacionado com os planos para Paris. Para Abaaoud "tudo isto prova que os muçulmanos não devem temer a imagem inchada dos serviços de inteligência dos cruzados".
Abaaoud não especifica, durante todo o relato, qual o local onde iria colocar em ação o "plano".
O homem que a polícia acredita ter orquestrado o ataque a Paris, na sexta-feira passada, foi entrevistado em fevereiro pela Dabiq, a revista mensal de propaganda do Estado Islâmico, onde se gabou de ter estado debaixo do radar dos serviços de inteligência, conseguindo não ser capturado, ao mesmo tempo que planeava o massacre ocorrido na passada sexta-feira.
Ao longo de três páginas de entrevista, Abu Umar al-Baljiki, o nome de guerra de Abdelhamid Abaaoud, como é conhecido no Estado Islâmico o terrorista belga de 27 anos, conta como tudo se passou.
Abaaoud viajou com outras duas pessoas da Síria para a Bélgica, em fevereiro, para "aterrorizar os cruzados que estão a fazer a guerra contra os muçulmanos". A entrada na Europa foi um processo que levou meses mas, uma vez no Velho Continente, "conseguimos arranjar armas e montar um abrigo secreto enquanto planeámos a continuidade das operações contra os cruzados. Tudo isto foi facilitado por Alá", explicou Abaaoud.

O grande golpe de sorte, no entender de Abaaoud, chegou mais tarde. Depois de um cerco das autoridades belgas ao seu abrigo secreto, que gerou trocas de tiros e a morte de dois dos seus irmãos, Abaaoud tornou-se um homem procurado, graças a um vídeo seu que foi parar às mãos de um jornalista. Abaaoud tornou-se mais cauteloso, mas acabou por ser mandado parar por um polícia que, com o seu retrato nas mãos, não foi capaz de o associar ao homem da fotografia, deixando-o ir-se embora. "Isto não foi mais do que um presente de Alá", concluiu Abaaoud.
Após a rusga realizada ao abrigo secreto, Abaaoud conta que os serviços de inteligência europeus e norte-americanos uniram forças e prenderam muitos muçulmanos mas, "pela glória de Deus", nenhum dos homens apanhados estava relacionado com os planos para Paris. Para Abaaoud "tudo isto prova que os muçulmanos não devem temer a imagem inchada dos serviços de inteligência dos cruzados".
Abaaoud não especifica, durante todo o relato, qual o local onde iria colocar em ação o "plano".

Dois terroristas mortos, cinco polícias e vários civis feridos

Pelo menos dois terroristas morreram na sequência da operação policial e militar que está a ser levada a cabo em Saint-Denis, revela o jornal francês Le Monde.
Um dos mortos é uma mulher bombista que se fez explodir durante o cerco. O segundo morto é um homem, mas desconhece-se a sua identidade, pelo menos para já.
De acordo com a estação televisiva France 24, vários civis ficaram feridos na sequência dos tiros e das explosões. Os ferimentos, que serão leves, foram causados pelos estilhaços de vidros que se partiram durante a troca de tiros entre as autoridades e os terroristas.
Até ao momento há a informação de sete pessoas detidas: três jihadistas que estavam no interior do apartamento, o dono da habitação e uma amiga deste. Relativamente às últimas duas detenções não há ainda informações.

És gora i bardade

NÃO ESQUECEM, JA ESTA NO DIA A AMANTECER, CORÇÕES UNIDAS PARA UM FUTURO DA GUINE MELHOR PARA O BEM ESTAR DO POVO MARGINALIZADO

A TODOS OS GUINEENSES NAO IMPORTA, MAS PENSAR PARA O BEM DO PAÍS, UMA COISA BOA SEMPRE É AMADA E ESCOLHIDA, MAS O QUE NAO PRESTA, NUNCA  SERIA CONSIDERADA. LEMBRAR SE QUE  FOI UMA GOVERNAÇÃO DE UM ANO, DEVEMOS TER EM MENTE QUE O TRIBUNAL DE CONTA , UNICA ENTIDADE QUE PODE NOS CONFIRMAR A BOA GERENCIA OU BOA GOVERNAÇAO ATRAVES DO UM DOCUMENTO POR ELE A EXIBIR, SE NAO, TEMOS O PODER DE PERGUNTAR,

 SEMPRE A UNIAO É QUE FAZ A FORÇA, VAMOS TRABALHO NESTE SENTIDO, NAO IMPORTA DE PARTIDO MAS SENDO REPRESENTANTE DO POVO, DEVEMOS PENSAR NAS SUAS CONTAS, O MA CHEIRO DESPERTA AS PESSOAS A PROCURA DE UM CANTO MELHOR LOCALIZADA EVITANDO A INTOXICAÇÃO

SOL NA MANSI DJA

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

PRS envia mensagem de solidariedade ao povo francês

No dia 13 de Novembro, o mundo foi surpreendido com os ataques em Paris concretamente em Bataclan e que culminou com a  morte de mais de 89 pessoas. No mesmo dia mais dois ataques aconteceram nos subúrbios de Baciro e aconteceram mais mortes que elevou para 129 e mais de 80 feridos. 

Tendo em conta a gravidade desse acontecimento, a direcção doo Partido de Renovação Social  em nome dos seus militantes, simpatizantes e dos guineenses em geral, endereça as suas sentidas mensagens de condolência ao povo francês e a todos aqueles que foram atingidos por este acto bárbaro,
A direcção do PRS salienta ainda que o mundo tem o espaço para vivermos juntos independentemente da cor, raça ou religião.

A Mensagem de conternação e de solidariedade do PRS será entregue pelo presidente do partido, Alberto Embunhe Nambeia ao embaixador de França na Guiné-Bissau.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Sindicato declara o fim da greve dos professores

Com a assinatura, esta sexta-feira 6 de Novembro, de um memorando de entendimento o Sindicato democrático dos Professores (SINDEPROF) pôs termo à greve que já decorria há três semanas.
“Peço aos professores que voltemos as salas de aulas mas continuamos firmes na nossa luta. A assinatura do memorando é um passo e esperamos que se tudo correr como previsto, trará o melhor para a nossa classe”, disse o presidente do SINDEPROF, Laureano Pereira da Costa, depois da assinatura do memorando.

No documento assinado, o Governo compromete fazer a harmonização de letras, efectivação, a reclassificação assim como no pagamento de retroactivos aos professores.

De acordo ainda com o documento, o executivo garante proceder a implementação do estatuto da carreira docente logo depois da sua revisão, aprovação e entrada em vigor. Assinaram o memorando por parte do governo, os Ministros da Educação Nacional, da Função Pública e Reforma Administrativa e da Economia e Finanças.

Durante decretada pelo SINDEPROF, que começara a 19 de Outubro de 2015, o sindicato e a Ministra da Educação Nacional trocaram várias acusações assim como se era ou não oportuna a greve, chegando mesmo ao ponto de a ministra considerar “despropositada” a reivindicação dos professores. Com o acordo alcançado, as aulas retomam esta segunda-feira, 09 de Novembro.

Iancuba Dansó
IN PNN News

Guiné-Bissau retirada da lista dos “não cooperantes” no combate ao branqueamento de capitais

 A Guiné-Bissau foi retirada da lista dos “países não cooperantes” com o Grupo Intergovernamental de Acção contra o Branqueamento de Capitais na África Ocidental (GIABA) e passa a várias medidas de conformidade com as práticas do grupo.
“Em 2014 o GIABA previa declarar a Guiné-Bissau como um Estado não cooperante, porque não havia evolução positiva do país nas normas desta organização relativamente ao combate contra o branqueamento de capitais”, disse à PNN Degol Mendes, Secretário de Estado do Plano e Integração Regional.

Representando Ministro da Economia e Finanças Geraldo Martins, Degol Mendes esteve este sábado, 7 de Novembro, em Dakar Senegal no âmbito da 15ª Reunião do Comité Ministerial do GIABA onde estiveram também a Ministra da Justiça e o Secretário de Estado da Ordem Pública, Aida Indjai Fernandes e Luís Manuel Cabral.

Sendo considerada a Guiné-Bissau um “país não cooperante”, qualquer banco comercial na sub-região recusaria estabelecer relações comerciais com um banco no país, mesmo que alguma instituição financeira tivesse disponível um apoio para a Guiné-Bissau, explicou Degol Mendes.

Segundo o Secretário de Estado do Plano e Integração Regional, a Guiné-Bissau começou desde Maio 2015 a emitir o seu relatório anual, tal como é exigido aos países membros do GIABA, estando agora a Guiné-Bissau isenta de elaborar semestralmente um relatório tal como era exigido.

“Numa data preestabelecida, cada país era submetido à chamada avaliação mútua para determinar as capacidades das instituições e dos meios de um país no combate ao branqueamento de capitais, em função desta avaliação era decidido se esse Estado membro estava capacitado no combate a este fenómeno, condições que a Guiné-Bissau não dispunha”, disse Mendes.

Sobre o branqueamento de capitais, Degol Mendes disse também que o país está agora “mais aliviado do fenómeno do tráfico de droga, uma situação que pesava muito na imagem do país no que refere ao branqueamento de capitais”.

“No ano passado quando tive a oportunidade de defender o relatório de avaliação da Guiné-Bissau em matéria de branqueamento de capital, a questão que foi levantada pelos parceiros é que o país está conotado com o assunto de tráfico de droga e que esta actividade está ligada com o branqueamento de capital, na altura informei que este fenómeno já estava estancado”, disse.

Segundo Degol Mendes o último relatório do GIABA, elogiou o engajamento do país, e não foi mencionada qualquer não conformidade com as práticas do Grupo.

Sumba Nansil Dakar, Senegal

sábado, 7 de novembro de 2015

Revisão Constitucional em marcha

O Parlamento da Guiné-Bissau juntou nos últimos dias diferentes técnicos e políticos para os trabalhos preparatórios da revisão da Constituição, considerada fonte de vários conflitos entre órgãos de soberania.


secretário técnico da comissão eventual do Parlamento para a revisão da Constituição, disse hoje à Lusa que os preparativos "estão a um ritmo acelerado" e dentro de pouco tempo será iniciado o processo de auscultação aos guineenses.

Aos políticos, membros da sociedade civil, ao poder tradicional, às confissões religiosas, às organizações representativas, será questionada sobre que aspetos gostariam de ver incluídos do novo texto constitucional e que regime se adequa melhor à Guiné-Bissau.

Os guineenses residentes fora do país, nomeadamente em países de maior concentração de emigrantes, serão também auscultados, adiantou. Para já, a comissão composta por 47 elementos e presidida pelo deputado João Seidibá Sani está a ultimar o orçamento, o cronograma, o regulamento e o modelo de comunicação a serem adotados.

José Carlos da Fonseca acredita que se houver financiamento - que deve ser suportado pela comunidade internacional - a comissão poderá iniciar as auscultações "o quanto antes", talvez ainda no decurso deste ano.

Carlos da Fonseca, que é também secretário-geral do Parlamento, explicou à Lusa que a auscultação "poderá ser facilitada" tendo como base a Constituição revista, aprovada pelos deputados em 2001, mas entretanto vetada pelo então Presidente guineense, Kumba Ialá. Fonseca considera o texto "bastante avançado", tendo em conta os novos dispositivos e institutos que contempla.

O jurista não é da opinião que a atual Constituição seja fonte de conflitos institucionais, como advogam várias correntes políticas.

Admite "lacunas", nomeadamente sobre os poderes que são atribuídos ao Supremo Tribunal de Justiça para a fiscalização de atos públicos de titulares de órgãos de soberania, mas ainda assim diz ser uma Constituição "aceitável, desde que haja o respeito pela separação de competências", concluiu.

In Lusa

"Para construir o País devemos unir os esforços"


O Primeiro-ministro, Sr. Carlos Correia deixou ao coordenador da Plataforma da Sociedade Civil para a Cidadania e Direitos Humanos, Sr. Vençan Mendes, durante uma pequena reunião, que hoje, dia 6 de novembro, teve lugar no Palácio do Governo.

A audiência solicitada pela Plataforma da Sociedade Civil, segundo o seu responsável teve dois focos de preocupação: apresentar a organização e trocar impressões com o Chefe do Governo sobre a atual grave no sector da educação.

Esta organização que reclama manter “equidistância do ponto de vista da política partidária.” Sendo, que a sua “ação baseia-se no princípio de neutralidade, sem por em causa a defesa dos pilares da democracia”, no encontro defendeu: “solicitamos o envolvimento direto do Primeiro-ministro sobre a situação da educação, porque no nosso entendimento, o Ministério da Educação só por si e a Ministra da Educação só ela, não poderão resolver todos os problemas...

Tem que estar envolvido as estruturas concernentes ligadas a essa questão, nomeadamente o Ministério da Função Pública (que já tivemos encontro com o ministro), o Ministério das Finanças (aquém solicitamos já audiência) e as outras estruturas quando você fala da efetivação, até ao Primeiro-ministro, que também dá a sua anuência, quanto a mudança de letra das categorias do professor.”

Mas, adiante avançaria com uma proposta de que “o objetivo não é só levantar a greve. Também, falamos ao Primeiro-ministro, tal como falamos com o Ministro da Função Pública da necessidade de haver um pacto de estabilidade sobre a educação.”

O Chefe de Executivo foi claro de que “havendo um responsável para o sector de educação, que responde pela área, jamais poderia passar a ser o seu coordenador.” Pois, “não é justo logo depois da tomada posse do governo, iniciar-se logo com a cobrança. Num país que não paga impostos e vive de ajuda de outros países.” Terminou fazendo apelo de que “para construir o País devemos unir os esforços.”