segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Aly lidera uma frustrada campanha contra Florentino Mendes Pereira

Aly, o Florentino mendes Pereira foi aconselhado a não responder-te, razão pela qual os 'Amigos de Comunicação do PRS' não responder as tuas insinuações de ontem.

Mas hoje, como as tuas insinuações são mais graves e mentirosas, cumpre-nos a obrigação de te informar apenas duas coisas:

a primeira, é que o Florentino mendes Pereira está acamado há mais de dez dias. Na última quarta-feira, viajou para Dakar para o tratamento médico. 

a segunda, é que, aquilo que está a imputar ao Florentino sobre os contratos, é má-fé. Fale do Governo e deixe o homem em paz. Ele é só um elemento do Governo.

Por último, e felizmente deixaste muitas mentiras, porque a tua consciência terá despertado sobre algumas questões logo colocadas.

Mas dê-nos apenas duas respostas:
- O teu amigo ministro que te dá todas essas informações que é tão inteligente, segundo achas, porque razão não resolveu o problema de AGREKKO antes de sair? Ele pensa que pode enganar alguém?

- O que é que Wasna diz de concreto sobre este contrato.

E Já agora, se continuar a insistir, vamos pedir autorização ao Florentino, para debatermos esta matéria, até nos parece interessante.

Obs: Reafirmamos que compreede-se a frustração tanto de um ou de outro.

Amigos de Comunicação do PRS

domingo, 7 de agosto de 2016

Obrigado Aly Silva, o Florentino vai responder no Tribunal se for o caso

Todos os ataques do Aly Silva estão ultimamente direccionados ao Secretário-geral do PRS, Florentino Mendes Pereira. Ninguém interessaria se se tratasse de coisas verdadeiras. São ataques com mentiras a mistura e isso irrita. E para além de irritar, vai acabar no foro judicial.

Aly Silva, tenta a todo o custo imputar Florentino Mendes Pereira, as responsabilidades sobre a polémica do alegado contrato entre Solar Energy e a EAGB. Mas porquê? Com que finalidade?
Os patrões e mandantes de Aly Silva que agora estão atrás destas informações, deixaram a governação há menos de três meses e não resolveram o problema. O Florentino em dois meses querem que seja ele a decidir sobre um caso tão complexo? Aly, tenha boa-fé e prepare as tuas provas para o Tribunal.
O Florentino não se deixará que a sua honra seja atingida desta forma.
Obrigado pela informação dessa providência Cautelar. Será oportunidade para que as versões do Estado e de Florentino sejam conhecidas neste processo. O Florentino, mantém a convicção de que, só o que interessa ao Estado e aos cidadãos guineenses é que deve ser feito. Ele não foi responsável pela assinatura do contrato e vão lá tratar com quem o fez.

Sobre amigos de Comunicação do PRS, não tenha dúvidas que eles existem. 

Mantenhas dos Amigos de Comunicação do PRS.

sábado, 6 de agosto de 2016

Alerta de um militante

É DE CONHECIMENTO NACIONAL E INTERNACIONAL QUE A FORMAÇÃO DO PRESENTE GOVERNO GUINEENSE INTEGRA OS DIFERENTES FORMAÇÕES POLÍTICOS PELO QUE EXIGE MAIOR PONDERAÇÃO, NO QUAL, CADA QUAL TEM O SEU CAMPO DE ACÇÕES DETERMINADO, QUER DIZER, SÃO DIVIDIDOS OS MINISTÉRIOS BEM COMO AS SECRETARIAS DE ESTADOS E ASSIM COMO AS DIRECÇÕES.

NESTE ORDEM DE IDEIAS, CADA QUAL POR SI, TODOS DEVEM RESPEITAR OS SEUS LIMITES SI NÃO, COMPLICARA A GOVERNAÇÃO ACTUAL. NINGUÉM NÃO PODE E NEM DEVE USURPAR O DIREITO DO COMPANHEIRO, SE ASSIM É, TEREMOS UMA MELHOR CONVIVÊNCIA GOVERNATIVA. CASO CONTRARIA, OS RESULTADOS CHEGARAM. É BOM MARCAR ONDE INICIAMOS A DAR TAPADAS ANTES DE REIVINDICAR ONDE VIEMOS A CAIR.. AQUI NÃO DEVE HAVER GUERRA MAS SIM O ENTENDIMENTO PARA QUE A PAZ POSSA-SE REINAR

SOL MANSI DJA
NAO HA PALAVRAS
MAS TRABALHO
VAMOS NELE

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Mensagem com sentido: Dirigentes leiam

Bom dia caros militantes,  dirigentes e membros do Bureau politico do PRS

A luta levada a cabo é justa e ficou bem aplaudida, no entanto, o PRS como grande partido de renome, com vários  quadros formados e capazes de levar avante o navio do PRS para frente, razão pelo qual deve se observar figuras consensuais, sem corredores, promessas, amizade para poder ocupar lugar chaves ou qualquer que seja o posto, o essencial é para que venha verificar-se resultados positivos deixando de trazer uma futura vergonha para o Partido e aos seus militantes e simpatizantes. 
Assim seria bom sempre aconselhar os nossos membros ocupantes dos lugares de Ministros, secretários de estado, que empenhem fortemente em realçar o nome do partido uma vez que este é a nossa vez que esta para nos dar a Victoria nas próximas eleições,, e pequenos derrapagem nesta governação nas pastas que ocupamos significa uma grande derrota do nosso Partido.

Neste momento, verifica-se grandes corredores para os lugares de Directores gerais, é conhecemos pessoas que passaram nos lugares e que infelizmente não conseguiram fazer nada absolutamente, se não as desgraças nas suas instituições. 

O porque que a pessoa fica elegido como deputado da Nação, empenha-se na luta para o lugar de ministro, Secretario de Estado ou Director Geral? Será que não há mais figuras no Partido que podem ocupar estes lugares. Sempre verifica-se as mesmas caras nos acima referidos lugares, quando é que o partido ira promover os restantes membros ou dirigentes do partido?    

Pertencente ao PRS, não ficaremos de braços cruzados, iremos agir como fiscalizador em todos ministérios, secretarias de estados e direcções ocupados pelo PRS, preferiremos as denuncias, criticas construtivas para o bem do partido e do seus Militantes, simpatizantes e membros.

 É bom que o Partido possa tirar os benefícios de duvidas nas algumas personalidades para assim descobrir as suas competências ou não, os propostandos nos lugares de direcções, comités de estados e demais lugares e não pautar nas únicas figuras pelo que outros não conseguem fazer nada mas nada, se não satisfazer as suas necessidades e de pessoas que os ajudaram a conseguir lugares em que foram nomeados e ainda sem contribuir no partido.

Qualquer pessoa é valido e competente, desde que se empenha fortemente para o bem do partido por envidar esforço sempre no terreno para a evolução do partido, estas pessoas trabalhadores ficam sempre vitimas, por ficar isolados pautando pelo outras figuras que entendem mais competentes que no final não fazem nada, mas sim são privilegiados por serem telecomandados ficando a prestar serviços para as suas antenas televisivas. Isto deve acabar, cada pessoa deve merecer do seu empenho,

Neste âmbito, estamos com olhos abertos para o sector em que estamos, sector este que precisa de reorganização profunda uma vez que ele o espelho do Pais, do desenvolvimento, melhor empregador devendo ter o melhor tratamento possível rumo ao desejado desenvolvimento.

as pessoas choram quando precisam do poder, ao conseguir fazem todo ao contrario do desejo da governação pautando pelo enriquecimento ilícito pessoal, porque ele já esta, 

TER O CORAÇÃO DO PAÍS, AMOR AO PAÍS, TRAZER O QUE DE BEM DE OUTROS PAÍS PARA O VOSSO, PAUTAR PELO CUMPRIMENTO DAS LEIS NACIONAIS E NORMAIS INTERNACIONAIS, PODE ASSIM CONDUZIR A PESSOA NA ORGANIZAÇÃO DA SUA INSTITUIÇÃO RUMO AO DESTINO DA DESEJADA BOA GOVERNAÇÃO DA SUA INSTITUIÇÃO, DO SEU PAÍS.

A HORA NÃO É DE PALAVRA, MAS SIM DE TRABALHO FORTE
TRABALHO FORTE PARA MUDAR AS INSTITUIÇÕES DE ESTADO
INSTAURAÇAO DE UM ESTADO DE DIREITO E SOBERANO
SOL MANSI DJA, KA NO PERA MAIS NADA, SI KA TRABADJO
TRABADJO KI TA KUMPO TERRA, UM HOMEN TEN KE TRABADJA FORTEMENTE
PA UTRU PUDI LOVAL, I GABAL PA KÊ KI FASSI, KA BU NGABA BU KABEÇA
TRABADJE SÓ, SÓ

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Aly Silva, antes de acusar falsamente Florentino Mendes Pereira, peça informações. Como não as tem, damos-te

Compreendemos que não é fácil digerir a frustração do afastamento nas funções governativas. Muita gente está a morrer de ódio, mas só que estão a fazer tudo contra pessoas erradas. 

Em 13 meses no Governo, liderado por Domingos Simões Pereira, Florentino Mendes Pereira conseguiu aquilo que nenhum dirigente do PAIGC desde independência conseguiu, que é combater o crónico problema energético na Guiné-Bissau, mas principalmente na cidade de Bissau. Todos elogiaram o seu trabalho e fizeram dele na altura e até a data presente, o ministro mais cotado e mais elogiado até pelo vosso patrão maior.

Actualmente, há uma campanha deliberada movida por Aly Silva, empurrado por alguém para denegrir a imagem do ministro, Florentino Mendes Pereira, através da divulgação de factos falaciosos sobre o suposto contrato com SOLAR ENERGY. Querem deixar transparecer a ideia de que, Florentino está a bloquear o contrato. É falso este entendimento e fica mal ao Aly Silva,

Nos assuntos de Estado, nem tudo deve vir a rua. Mas há coisas que precisam de ser esclarecidas. Primeiro, o contrato de que se fala com tais americanos que vão infernar a vida do Governo, não foi assinado por Florentino Mendes Pereira.

Mas vamos aos factos:
Sobre este no contrato que pessoas bem identificadas tentam mediatizar através do Aly Silva, em termos de custo/benefício, se pode aqui afirmar categoricamente que não é mais vantajoso que o  vigente contrato com AGREKKO.

Por exemplo: O Contrato assinado com AGREKKO em 2014, custa ao consumidor 81 Fcfa/kwats e não compensa no mínimo a produção da EAGB. Há três meses empresa EAGB na tentativa de equilibrar aas despesas com as receitas, subiu as tarifas para 120 Fcfa/kwats. De imediato a sociedade guineense reagiu, ACOBES avançou para o Tribunal e o Governo foi obrigado a voltar as tarifas para 81 Fcfa, assumindo todos os prejuízos que isso acarreta.

Factos de intriga
O contrato com a empresa americana Solar Energy, vai custar a EAGB para junto da empresa 137,15 Fcfa/kwats. Isto sem contar com o valor do IGV e a margem que a EAGB vai cobrar ao cliente. Fazendo cálculos directos, no mínimo, está-se a falar de uma facturação capaz de custar 160 a 165Fcfa/Kwats, se o contrato da Solar Energy for implementado.

Nessa lógica, quem compara as duas realidades contrato de AGREKKO com 81 Fcfa/kwatts e o reclamado contrato com Solar Energy capaz de custar 160 a 165 Fcfa/kwatts, chega rapidamente a uma conclusão: este segundo não é imprescindível.

Ainda e termos de números, o contrato de que estão a referir, com Solar Energy se for implementado como estão a reclamar, deverá custar ao Estado 1.5 biliões de Fcfa/mês. Por ano estes números atingem 18 biliões de Fcfa, com possibilidade de aumentar 5%. O valor de 18 biliões de Fcfa ultrapassa de longe, o custo de uma central eléctrica de raiz, que custou ao país 13 biliões de Fcfa, financiado pelo BOAD e que neste momento está em obras nas zonas de Bôr.

Perante estes factos, se pode fazer a seguinte pergunta: será que o Estado tem condições de pagar o contrato de que estão a referir, se as receitas mensais da EAGB não ultrapassam 400 milhões de Fcfa? Resposta, é não. Mas, se pode o Estado dispõe de todo este dinheiro, melhor é comprar geradores para equipar uma nova central eléctrica.

Para quê forçar o cumprimento do contrato?
O Contrato do qual o Aly a mando de alguém fala no seu Blog, foi assinado com base em algumas condições. Por exemplo, para o tal contrato entrar em vigor e para que a empresa Solar Energy faça chegar os seus geradores ao país, o Estado guineense devia dar uma garantia financeira de dois meses correspondentes a três biliões de Fcfa.

Por falta de disponibilidade financeira, o Estado não deu essas garantias até a data presente. Mas estrategicamente e de forma surpreendente, os interessados desse contrato forçaram a vinda dos grupos geradores para a Guiné-Bissau. Pergunta-se: com que intenções? Quem ganha com isso? Ou querem apenas chantagear o Estado? Sendo esta última, a razão de toda essa pressão, melhor é desistirem, porque não concretizará. Tudo o que será feito neste sentido será com base nas possibilidades do Estado e em defesa do interesse dos guineenses.


Recurso ao Tribunal
Antes da Solar Energy ir ao tribunal, talvez o primeiro será AGREKKO. As cláusulas contratuais com AGREKKO são claras. Para denunciar o contrato, o período de antecedência é de dois meses. Isso não aconteceu, o que implica que, o contrato deles renovou automaticamente.

Podes não saber isso e estares a agir inocentemente, mas as tuas fontes sabem perfeitamente a real situação de contrato com AGREKKO. É essa a situação que estamos a gerir. Chegaram-nos informações da AGREKKO que, se forem importunados, vão avançar para o Tribunal.

Sobre o sufoco no Tribunal que a tua fonte ligada a Solar Energy prometeu, o Estado da Guiné-Bissau está disposto a esclarecer a situação, porque seja onde for, antes de qualquer decisão, terá oportunidade de explicar. E pelo que sabemos, o atraso ou não implementação de um contrato, não significa nunca o crime. Talvez o contrato tenha sido mal elaborado, ou o suposto concurso internacional, não respeitou os trâmites. Têm de pensar em tudo isso. Associado a esta questão da não renúncia do contrato.

Apesar dessas mentiras, o Ministro, Florentino Mendes Pereira só pronunciará oficialmente em momento oportuno, sob orientação do Governo. Tem outros afazeres para o bem-estar do país e não conversas com aqueles que tentam enganar tudo e todos.
É difícil falar mal de Florentino, porque deu provas. Alguma vez ouviram o vosso patrão maior a falar mal dele? Perguntem-lhe a razão.

Djalo Petroservice
Aly, a melhor forma de defender uma pessoa ou um assunto como este caso, é informar-se daquilo que fazem. Florentino Mendes Pereira ficou 9 meses fora do Ministério da Energia, mas o Governo de então não rescindiu o contrato de fornecimento de combustível. Sabe porquê? Pergunte aos teus amigos que dão esta informação. E tente saber, o porquê de querem que Florentino avalise o contrato sem se inteirar do dossier Solar Energy. Florentino que jamais aceitaria uma imposição sem saber o verdadeiro conteúdo. Se é isso que está a irritar as tuas fontes, paciência, mais não se pode fazer.

Quanto à Djalo Petroservisse, Florentino Mendes Pereira só sabe falar por si, a empresa tem seus responsáveis e podem responder, mas algumas das mentiras já ficaram desmentidas. Inicialmente diziam que, Djalo PetroService foi criada por Florentino Mendes Pereira, agora já dizem o contrário. Agora estão mais preocupados em esconder as verdades que um dia sairão contra vocês.

Peça a quem te tem dado informações para dar mais elementos, porque os que estás a veicular não são reais e nem verdadeiras. Florentino Mendes Pereira não é segredo para ninguém, tem a sua própria empresa muito antes de fazer parte do Governo. A sua empresa é que gere uma das estações de Elton. Ele está habituado ao trabalho, para a sua informação.
                                                                                                                   
Perseguição à Florentino Mendes Pereira e a nomeação de Justino Delgado
Nos últimos tempos, temos assistido uma deliberada perseguição de Aly Silva, à Florentino Mendes Pereira. É bom informar ao Aly que não falta a capacidade de resposta a esta perseguição, mas tem havido ponderação, porque quem está no poder, não pode dar ouvidos à tudo. Só que o Aly para além de exagerar na perseguição, desinforma por completo à Sociedade. Na semana passada escreveu que Florentino nomeou um semi-analfabeto para Conselheiro Principal, isto tratando-se do músico, Justino Delgado.

Que fique claro para todos que, Justino Delgado foi nomeado sim, não como Conselheiro Principal, mas sim Conselheiro Especial. É uma nomeação normal, porque, como ministro de Estado, Florentino Pereira tem o direito à três nomeações. E escolheu o Justino Delgado. Onde está o mal?
Mas Aly, Justino Delgado já foi Conselheiro de Presidente da República e Conselheiro do Primeiro-ministro, nunca ouvimos essa sua reacção. É nomeado conselheiro especial do ministro e é logo crime, porque quem o nomeou se chama Florentino Mendes Pereira!!?. É triste ter pessoas com mentes que pensam.

Outras questões: Porque razão o Justino não pode ser conselheiro? Será que, para ser conselheiro, exige-se um curso universitário? Qual é a diferença entre o Justino Delegado e o Youssou N’dour do Senegal? Acha que há uma diferença no nível de escolaridade entre os dois? Justino, como o Youssou Ndour são melhores nos seus países e merecem reconhecimentos.

O Senegal reconheceu e respeita Youssou Ndour até ao ponto dele ser ministro da Cultura. Nós aqui, não ajudamos o Justino Delgado. Ele com esforço próprio chegou a onde chegou e aparecem logo estas críticas mal-intencionadas. Justino é dos músicos nacionais que mais palcos internacionais pisou; é o músico preferido de todos por causa do seu talento. Tudo isso, não serve para nada.

Mas onde está a justiça então. Justino, terminou o Liceu e não pode ser conselheiro, mas os teus patrões nomearam para cargo de ministro, pessoas que não chegaram sequer o Ensino básico. O que é que estas pessoas podem dar que o Justino não pode? Para promoção da imagem da Guiné-Bissau, entre o Justino e estas pessoas, quem trará mais vantagens para a Guiné-Bissau?

Aly, dois conselhos: Cuide, porque um dia serás obrigado a comprovar em instâncias próprias tudo o que andas a dizer a respeito do Florentino Mendes Pereira;
- Para fazer uma melhor defesa de alguém, deves auto-informar-se, porque te ajudará a posicionar.

Abraço de Guinendadi
Transparência, liberdade e justiça

 Amigos de Comunicação do PRS

PRS vai responder dentro de dias as provocações do PAIGC

Vamos ao que eles querem...

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Problemas de comunicação ultrapassados

O Gabinete de Comunicação do PRS tinha um pequeno problema, mas já está ultrapassado. Na quarta-feira estaremos operacionais.

Mantenhas

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Porquê é que o PRS não respondeu o convite do PAIGC?

O Partido da Renovação Social ouviu com alguma admiração as declarações do Presidente do PAIGC, que hoje afirmava que o PRS tinha declinado o convite para um encontro destinado a definir uma eventual negociação com vista à formação de um governo. Lamentamos constatar tal facto, e por isso, oferece-nos dizer o seguinte:

Os ilustres leitores compreenderão que para uma decisão de tamanha envergadura, seja necessária uma mobilização e audição internas, em qualquer partido democrático. O PAIGC dispõe, desde sexta-feira passada, do direito de consulta aos seus órgãos internos, para uma decisão sobre os destinos do país. Cremos que, na mesma justa medida, e, como partido organizado e responsável, o PRS, tem todo o direito e dever de consultar os seus órgãos internos, nomeadamente, a Comissão Política Nacional, a fim de obter ou não, o competente mandato que lhe permita encetar eventuais negociações.

Depois de receber o pedido de encontro do PAIGC, às 20h00 do passado domingo, o Partido da Renovação Social respondeu, apesar da missiva do PAIGC, endereçada ao Presidente Nambeia, ter sido assinada pelo Secretário Nacional do PAIGC, numa demonstração inequívoca de falta de consideração e de falta de boa vontade por parte da direção do PAIGC.

Este convite para negociações do PAIGC, é ainda mais incompreensível, quando vemos desfilar aos fins-de-semana, nas rádios da capital, figuras pagas pelo PAIGC, não só com propostas a destilar ódio e raiva em relação ao PRS e aos seus dirigentes, mas também com prognósticos firmes da certeza da queda do PRS, nas intenções de voto, nas próximas eleições legislativas, fruto e obra, segundo eles, da instrumentalização de um determinado partido, pelo PAIGC, que será capaz de fazer com que o PRS não venha a conseguir nenhum mandato. Perante estas e outras ameaças, não vemos a utilidade da nossa integração num governo liderado pelo PAIGC. Se o PAIGC dispõe de 57 mandatos como afirmam, não vemos a necessidade do nosso apoio.

Aliás, em boa verdade, a nossa perplexidade é ainda mais evidente, face aos últimos posicionamentos políticos, com o recrudescer de uma linguagem pouco própria, que se tem vindo a registar na comunicação social e nas redes sociais a soldo do PAIGC. A mando deste partido, e dos seus seguidores, os discursos são caracterizados, sobretudo, por uma comunicação inqualificável e inaceitável em democracia. O Partido da Renovação Social, chama a atenção do povo guineense e da comunidade internacional, para este tipo de comportamento, que, a continuar, naturalmente, não deixará de ter a merecida resposta por parte do PRS.

O tom infeliz, conferido nestas comunicações, onde se pretende passar a ideia de que o PRS é um partido menor, dito melhor, partido rapazinho, para além de falsa, contrasta, enormemente, com a visão pouco clara e pouco convincente de um Presidente do PAIGC, que não aceita acatar a decisão do Supremo tribunal de Justiça, e ainda faz confusão com a hierarquia dos tribunais, fingindo desconhecer que a decisão do Supremo Tribunal de Justiça prevalece sobre a decisão do Tribunal da Relação, que não revoga, e nem pretende revogar o acórdão n.º 3/2016 do Supremo tribunal de Justiça.

Neste mesmo sentido, desiludam-se os que julgam que o PRS está nesta luta, por causa de meia dúzia de cargos ministeriais. Já o dissemos, e não nos cansamos de repeti-la, para quem queira ouvir. O nosso propósito nesta luta é mais abrangente, e pretende, acima de tudo, solucionar, de forma duradoura as sucessivas crises políticas que abalam o país. E também já dissemos, que a solução do problema guineense não radica na realização de eleições, sejam elas antecipadas ou não. As crises acontecem sempre depois das eleições. Com vontade e com humildade democrática, sentados à mesma mesa, com frontalidade e transparência, podemos resolver a atual crise política.

São estas as razões de fundo que nos levam a indagar da oportunidade do Partido da Renovação Social integrar este novo governo do PAIGC e do seu Presidente, que para além de insultar os juízes dos tribunais guineenses, não acata as suas decisões quando não lhes são favoráveis?

A propósito ainda do certificado de menoridade que o PAIGC pretende passar ao PRS, na sua estratégia de comunicação, nos blogues, nas rádios e na televisão, disseminada por analistas de circunstância, pagos a peso de ouro, queremos apenas ressalvar um detalhe importante no comportamento do Presidente do PAIGC: à boa maneira do Partido, que ainda se julga único, mandou publicar, antes do conhecimento do interlocutor, as propostas que deviam ser levadas à mesa das negociações. Aqui também não se percebe a deselegância e arrogância.

Um outro exemplo digno de intolerância, deste Presidente do PAIGC, foi-nos dado a conhecer, há dias, quando, em termos, absolutamente aceitáveis, o Secretário Executivo da CPLP, o embaixador Murargy, admitiu, em nome da CPLP, que a organização, aceitaria, uma solução de governo que não integrasse o PAIGC, desde que isso significasse, paz e estabilidade para o povo guineense. Apesar de ter dado provas, pela sua disponibilidade em deslocar-se ao nosso país, aquando de sucessivas crises políticas, o Secretário Executivo da CPLP foi alvo de torpes, violentas e injustas críticas da parte de setores a mando do PAIGC, como se as declarações proferidas fossem um sacrilégio.

Porém, quando recentemente, nos cumprimentos de despedida, ao senhor Presidente da República, o santomense Miguel Trovoada, que muito deve à Guiné-Bissau, dirigiu a este palavras menos honrosas, ninguém, do PAIGC se dignou defender a dignidade do cargo do mais alto magistrado da Nação. Porque, para o PRS, além da pessoa do Dr. José Mário Vaz, que também merece a máxima consideração, o que estava ali em causa, era a função de Presidente da República de todos os guineenses, cargo para o qual a maioria de guineenses votou a pedido do PAIGC.

Por outro lado, queremos lembrar, de que a exemplo de outros, e apesar do PRS dispor de capacidade e argumentos, porventura, não entrará pelo caminho da violência verbal gratuita, e baixeza moral, por ser um partido integrado por homens e mulheres com firmeza de carácter, e, sobretudo, por apurado sentido de responsabilidade para com o povo guineense que o elegeu

Para tanto, chamamos também a atenção da nossa chamada Sociedade Civil, da Liga dos Direitos do Homem e do regulador da Comunicação Social, para os seus deveres e obrigações, para estes casos, para que não levantem, de forma parcial, as suas vozes, apenas para pedir o bom senso ao Partido da Renovação Social. Queremos que estas instâncias estejam atentas para os tempos de antena, animados, nomeadamente, na rádio Bombolom, onde, vezes sem conta, os dirigentes do PRS, são vilipendiados com impropérios próprios de quem as profere.

A bem da estabilidade e da paz por que sempre pugnamos, o Partido da Renovação Social, continua e continuará a lutar pelo bem-estar do povo guineense.

Bissau, 16 de maio de 2016

O Secretariado Nacional de Comunicação

terça-feira, 3 de maio de 2016

Juventude do PRS participa no Congresso da Juventude Social Democrata

A Juventude do Partido da Renovação Social (PRS) da Guiné-Bissau com o Presidente do Partido Social Democrata (PSD) de Portugal, Senhor Dr. Pedro Passos Coelho no ato do enceramento do 24 Congresso do Juventude Social Democrata (JSD) realizado entre os dias 29, 30 de Abril e 01 de Maio do ano em Curso em Batalha, Distrito da Leiria, Centro de Portugal. A Juventude do PRS da G.B. foi convidado no quadro dos laços de amizade e de parcerias existentes entre duas organizações partidárias a participar desse Congresso como observador internacional e fez-se representar por uma delegação composta de quatro (04) pessoas nomeadamente: Lucas Na Sanhá, Augusto Menjur, Hotna Cufuk Na Dohá e Fatumata Rachid. Foi uma oportunidade para as duas organizações se acertarem as estratégias de cooperação em acções concretas a implementar em Portugal e na Guiné-Bissau para o benefício mútuo.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

PRS responde ao PAIGC

 O Partido da Renovação Social, na linha das boas práticas do exercício da democracia, vem esclarecer a opinião pública nacional e internacional, que algumas informações de carácter soez, veiculadas em alguns órgãos da comunicação social e redes sociais, pelo senhor Cipriano Cassamá, o Presidente da ANP, sob ordens da atual Direção do PAIGC, que na ausência de argumentos que sustentem um debate contraditório, enveredam pela via do acometimento, que, aliás, é a única, com que se têm mais feito notar, de forma pública, de há nove meses a esta parte – veja-se o ilustrativo exemplo da afronta e o desrespeito ao senhor Presidente da República, à frente da comunidade internacional, e demais personalidades, aquando das audiências, por eles solicitadas, para solucionar a crise política. Infelizmente, lamentável é de constatar que todas estas atitudes estão em linha com uma estratégia e hábitos ainda eivados de pensamento e ação totalitárias.  
Esta maneira de fazer política que o atual diretório do PAIGC quer fazer vingar entre nós, não só, não fará escola, porque o Partido da Renovação Social lutará contra ela, mas, sobretudo porque uma certa miopia política não lhe permite entender que a cultura da democracia, e os seus valores, já se instalaram, definitivamente, e por livre opção, no ideário e práticas coletivas do nosso povo.
Posto isto, vamos expor o essencial do senhor Cipriano Cassamá, o grande perturbador, de ambição desmedida, que ao invés de assumir pessoalmente as acusações que lhe foram imputadas pelo PRS, escuda-se atrás da uma suposta assessoria de imprensa, que mais não faz do que cumprir as ordens daquele que se julga, “Imperador da Assembleia Nacional Popular", mas que também responde, epistolarmente, pelo acrónimo de PANP.
É preciso notar, que ao contrário dos métodos do atual Presidente da ANP, que acobertado pela suposta assessoria, se arroga distanciar-se de práticas injuriosas relativamente aos seus adversários, os quadros do Partido da Renovação Social assumem-se no debate público, com toda a responsabilidade e liberdade que lhe advêm da conformidade com os dispositivos da lei-quadro dos partidos políticos. Todas as comunicações políticas, não só são produzidas com responsabilidade, como também, são difundidas com a anuência e assunção plena dos órgãos, e nunca, individualmente, nem pelo líder da bancada, e nem pelo seu respetivo porta-voz. O que o Partido da Renovação Social põe em causa não são as pessoas enquanto tal. O que o PRS traz para o debate público é a verdade sobre a probidade no exercicio das funções públicas, e não a ofensa gratuita e desnecessária. O PAIGC bem pode continuar pela via das diatribes bacocas que não terá a nossa resposta. Não foi por essa via que merecemos a confiança do povo, para estar de cabeça erguida nos fóruns públicos.
E não se preocupem com as assinaturas dos documentos produzidos nos nossos órgãos, como se não bastassem os logotipos a encimar os cabeçalhos, porque em fórum devido, se, e quando for chamado, o Partido saberá, como sempre, estar à altura das suas responsabilidades. Portanto, desenganem-se com a vossa estratégia divisionista de querer calar as vozes dos senhores Certório Biote e Victor Pereira, porque enquanto forem líder e porta-voz, respetivamente, do nosso partido, continuarão a desempenhar os papéis para que foram eleitos e designados, e terão a nossa inteira solidariedade.
O Partido da Renovação Social quer ainda esclarecer o nosso povo, sobre esta figura do senhor Cipriano Cassamá, que de simples técnico agrícola, ascendeu a vários cargos públicos, arvorando-se de engenheiro agrónomo. Na realidade, o Cipriano Cassamá que toda a gente conhece, não passa de um mestre na arte da bajulação (barri padja).
Contudo, o PRS também se reserva ao direito de questionar a probidade deste senhor, na medida em que, assim o denotam, vários dos seus comportamentos, nomeadamente, insultos aos funcionários da ANP, ao seu staff, ao ministro de finanças, Dr. Geraldo Martins, e, em particular, numa atitude de tamanha grosseria, envolveu-se em cenas de pugilato, com o Presidente do PAIGC, num passado recente, tanto na sede do PAIGC, como na própria Assembleia Nacional Popular.
Recordamos ainda, que este Presidente da Assembleia Nacional Popular, devido à sua ambição, sem precedentes, pelo poder e pelo dinheiro, é capaz de tudo. Não olhando a meios para atingir os seus fins, é capaz de arrasar tudo e todos que se lhe opõem. Quem não se lembra da triste memória que foi, a desajustada, desastrosa e delirante experiência da Presidência Aberta promovida por este senhor, numa atitude desafiadora da regra de separação de poderes consagrada na nossa Constituição? Quem não se lembra, deste senhor ter questionado, o então comandante do batalhão do Palácio da República, António Indjai, sobre a presença e a possibilidade da remoção dos balantas nesse destacamento militar? Quem não se lembra, ainda, deste senhor ter afirmado que se devia juntar os balantas num contentor e deitá-los ao mar?   
É este Presidente da ANP que disse que quer assumir a postura de facilitador de diálogo, entre os partidos políticos, com vista à obtenção de um acordo de incidência parlamentar e à formação de um governo inclusivo. Perguntamos: na base de quê, e na qualidade de quê? Mas quem é este senhor para assumir tal postura, conhecido que é de possuir um espírito odioso, e ainda de mais uma obsessão: o ser Presidente da República deste País. Nada mais nos espanta, depois da tamanha borrada que andou a fazer, todo este tempo, com a criação de todo este imbróglio, é natural que esteja de consciência pesada. "Devemos andar depressa, mas não correr. Sem oportunismos e nem entusiasmos, que nos façam perder de vista a realidade concreta. (Amílcar Cabral)".
O senhor Presidente da ANP e o Presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, afinal sabem que num Estado de Direito democrático o que ordena são as leis. Mesmo assim, insistentemente, continuam a confundir e a manipular a opinião pública, chegando ao ponto de pôr em causa o acórdão com pedidos de esclarecimentos e concretizações sobre o mesmo? Mais perguntamos: afinal, quem é que está em estado de desespero com mentiras e falsidades previamente concebidas e criminosamente executadas? O que o povo não sabia, é que o atual Presidente do PAIGC também é doutorado em Ciências Jurídicas, o que a ser verdade, aproveitamos para lhe endereçar um convite para concorrer ao cargo de Juiz Conselheiro. A este propósito, quem não se lembra da eloquente e delirante interpretação pública, deste Presidente do PAIGC, que pretendia a todo o custo, que 45 votos fossem suficientes para aprovar o Programa do Governo?
Lembramos por isso, e a este propósito, que apesar da soberania que assiste a Assembleia Nacional Popular, que é um órgão legislativo, por excelência, não lhe cabe, contudo, o exercício da interpretação das leis, que é tarefa do Supremo Tribunal de Justiça, no nosso ordenamento jurídico. O Partido da Renovação Social entende que o estatuído no n. 1 do art.º 82. º da Constituição da República, que diz que, "nenhum deputado pode ser incomodado, perseguido, detido, preso, julgado ou condenado pelos votos e opiniões que emitir no exercício do seu mandato", vem, definitivamente, sanar a questão do estatuto de deputado independente. E que aliás, é fixado, no acórdão n.º 3/2016 do Supremo Tribunal de Justiça.
Relativamente à atribuição da responsabilidade pela morte do Presidente Nino, a criação dos "aguentas", a queda do governo de Carlos Gomes Júnior e da agudização da tensão entre o Presidente José Mário Vaz e Domingos Simões Pereira, que aludimos nosso comunicado de imprensa, consubstanciam, de resto, fatos de notório conhecimento público nacional e internacional.
Por outro lado, queremos lembrar ao povo guineenses que o PRS ganhou as eleições livres e democráticas de 2000, em cujo governo participaram algumas figuras do PAIGC, nomeadamente, o atual Presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, o atual Secretário da Juventude e Desportos, Conduto de Pina, e várias outras figuras do PAIGC, com um denominador comum, todos eles em flagrante violação da disciplina partidária do PAIGC.
Que tipo de moralidade nos pedem, o PAIGC? Quem deve ser questionado sobre problemas de moral, é o próprio PAIGC. Vejamos:
1.      Quem assassinou Amílcar Cabral, Domingos Ramos e Osvaldo Vieira, ainda durante a gloriosa luta de libertação?
2.      Quem provocou a guerra fratricida de 7 de junho de 1998?
3.      Quem deu o golpe ao PRS a 14 de setembro de 2003, senão o PAIGC com cumplicidade externa;
4.      Não foi no governo do PAIGC que figuras públicas como Helder Proença, Baciro Dabó, Sambá Djaló, Roberto Cacheu, Iaia Dabó foram humilhados e barbaramente assassinados por agentes ao seu serviço?
5.      De que moralidade falam Domingos Simões Pereira e Cipriano Cassamá, quando, num ato de desespero, para que o PRS regressasse ao governo de inclusão, o primeiro, não hesitou, em implorar desculpas ao Presidente Nambeia, e o segundo, em deplorar, de joelhos, ao Presidente Nambeia, perante testemunhas, a insensatez das múltiplas bravatas e arrogâncias por eles manifestadas durante as negociações com o PRS?
6.      Com que moral, anda o Domingos Simões Pereira, a aliciar deputados do PRS a troco de avultadas somas pecuniárias, a fim de os subtrair para a sua bancada na contagem aritmética dos votos. A este propósito esclareça-se que o PRS nunca castigará os seus dois deputados que se recusaram a alinhar na abstenção decidida pelo partido, preferindo não votar, na aprovação que, no entanto, acabaria por chumbar o programa do governo do PAIGC. 
Este é um bom exemplo, que desmente categoricamente, a ideia subjacente na comunicação do PAIGC, de que o PRS, porque não ganha eleições, se serve de arranjos eleitorais para passar boa parte do tempo na governação. Ora, os factos relatados no parágrafo anterior contrariam essa ideia. O Partido da Renovação não anda atrás de arranjos. E se os quisesse, teria integrado o governo do PAIGC. Contudo, não o fez pensando numa estratégia mais abrangente, mais inclusiva, e que nos permita uma saída mais duradoura para estas cíclicas crises políticas que assolam o País, a fim de garantir a paz e a estabilidade.
Por outro lado, quando se vem afirmar que o PRS não consegue ganhar eleições através das urnas, e vai buscar arranjos pós-eleitorais, e pós-golpes de estado, recordamos o seguinte: em 2006, o PRS integrou o governo do Fórum de Convergência Democrática liderado pelo Dr. Aristides Gomes, a convite do próprio PAIGC, e novamente, em 2008 integrou o governo de Pacto de Estabilidade liderado pelo eng. Martinho Indafa Cabi, a convite do PAIGC. Este caso não é um crime, prova apenas o mérito e competência dos nossos quadros, que ficou patente no governo de Domingos Simões Pereira. Facto corrente na experiência de muitas democracias do mundo contemporâneo.
É lamentável, mas é ainda deste PAIGC, com um recente passado tenebroso, de que estamos a falar, porque ainda agora, nos nossos dias, pelos seus atos e ações denota no seu DNA, resquícios totalitários.  Portanto, ainda estamos a falar de um PAIGC, de insurreição, de centralismo democrático, que na falta do inimigo colonialista, inventa outros. Enfim, de um PAIGC incapaz de se quedar ao charme da democracia. 
Para que vale o PAIGC ganhar tantas eleições, se, em 40 anos de independência, o povo guineense ainda não colheu frutos da paz, estabilidade e desenvolvimento que tanto almeja e merece? Povo este, que se resume, há décadas, a um mártir de esperanças falhadas. É caso para dizer, que se no passado o PAIGC nos libertou do jugo colonial, hoje, quem está no direito de se libertar do PAIGC, é o povo guineense.
Como é possível, o PAIGC se proclamar de vencedor de 4, em 5 eleições legislativas na nossa história democrática, se bem que foi no cômputo geral desta macabra e antipatriótica governação, é que o próprio conduziu a pátria de Amílcar Cabral à ruína. Com um vasto rol de corrupções, matanças de camaradas, ódios, vinganças, golpes, contragolpes, tentativas de limpeza étnica, desunião, incompetência, e mendicidade do próprio Estado, o Partido da Renovação Social fica sem saber de que se orgulha o PAIGC. Factos que com toda a segurança, podemos hoje, afirmar, que não passariam pela cabeça do fundador da nossa nacionalidade.
Lamentavelmente, o PAIGC, agora dirigido por Domingos Simões Pereira, transformou-se num partido de matriz anti-Combatente da liberdade da Pátria, e podemos mesmo afirmar, que é destrutivo, e é apático em apresentar propostas de solução à crise, que ele criou, e que a perdurar, este estado de coisas, certamente, trará consequências imprevisíveis e desastrosas para a Nação guineense.
Por último, o Partido da Renovação Social reitera as acusações tornadas públicas, e não recua um milímetro, pelo que aguarda por ações do senhor Cipriano Cassamá e do PAIGC para as devidas e adequadas respostas para o atual momento.
Guardamos para o nosso próximo comunicado notícias que darão conta dos bilhões em gastos sumptuosos nas mais de 50 supérfluas viagens realizadas por Cipriano Cassamá, e pela compra por este governo ilegal de mais 35,2 bilhões de Fcfa de crédito mal parado da dívida de privados, que já foi posta em causa pelo Programa de Assistência Financeira assinado com o Fundo Monetário Internacional. Por este motivo apelamos ao senhor Presidente da República, que tome medidas tendentes a sustar esta operação.
Nesta esteira apelamos a todos os militantes, simpatizantes e dirigentes e a população em geral para se manterem calmos e firmes perante as manobras maquiavélicas e desestabilizadoras de Domingos Simões Pereira e de Cipriano Cassamá.
Viva a PAZ e Liberdade
Viva o Povo Guineense
Bissau, 27 de abril de 2016